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giovedì 22 gennaio 2026

O Conforto de Repetir e o Risco de Pensar

 



Vivemos em uma época paradoxal: nunca houve tanto acesso à informação, e ainda assim parece haver cada vez menos pensamento genuinamente autônomo. A capacidade de pensar, questionar e sustentar uma ideia própria — sem pedir permissão ou buscar validação imediata — parece estar se rarefazendo. Em seu lugar, cresce uma tendência silenciosa e poderosa: abdicar do pensamento em troca de conforto psicológico.
Repetir tornou-se uma moeda social: gera aceitação, aplauso e sensação de pertencimento.

Pensar/questionar dá mais trabalho do que obedecer. Custa mais do que repetir.

Repetir frases prontas, narrativas mastigadas e indignações terceirizadas circulam com velocidade e aplauso garantido. Não porque sejam necessariamente verdadeiras, mas porque são seguras. Elas oferecem pertencimento, identidade e a sensação reconfortante de “estar do lado certo”. O ego se apega a ideias prontas porque elas dão a ilusão de segurança e proteçao emocional.

Nesse cenário, pensar não é apenas desnecessário — muitas vezes é socialmente arriscado. O resultado é um mundo emocionalmente instável, intelectualmente raso e moralmente confuso. Daí nasce uma massa reativa e facilmente programável, que confunde opinião com repetição e convicção com aprovação social. Quando a consciência enfraquece, a ignorância entra como certeza absoluta. Esse é o terreno perfeito para qualquer tipo de manipulação prosperar.

Quanto mais confusas ficam, mais se agarram a líderes, ideologias e discursos prontos. Tornam-se emocionalmente dependentes de quem pensa por elas. Não reagem à verdade, reagem ao que valida seus sentimentos. Não buscam compreender a realidade — buscam proteção psicológica.

No plano individual, isso produz adultos frágeis. Pessoas facilmente ofendidas, hipersensíveis à crítica e incapazes de suportar pressão. Não toleram discordância, porque discordância ameaça a frágil estrutura emocional que construíram em torno de ideias prontas. Em vez de fortalecer o caráter, preferem blindar o ego.
No plano coletivo, o efeito é ainda mais grave: cria massas manipuláveis, polarizadas e previsíveis. Grupos que marcham juntos, repetem os mesmos slogans, atacam os mesmos inimigos e pensam da mesma forma — não por convicção, mas por condicionamento. Onde não há pensamento crítico, há controle fácil.

E quanto menos a pessoa reflete, mais agressiva ela se torna ao ser confrontada. Não preço o porque esteja certa, mas porque está vazia.

Pertencimento acima da verdade

O ser humano é, antes de tudo, um animal social. A necessidade de pertencimento é tão fundamental quanto a de alimento ou abrigo. Historicamente, ser excluído do grupo podia significar perigo real. Hoje, embora o risco físico seja menor, o medo do isolamento social permanece profundo.
Por isso, muitas pessoas preferem alinhar-se a narrativas dominantes do que sustentar uma visão própria. Não se trata apenas de preguiça intelectual; trata-se de uma estratégia de sobrevivência emocional. Repetir gera aceitação e a sensação de fazer parte de algo maior — ainda que ao custo da própria autonomia.
Nesse contexto, ideias deixam de ser ferramentas para compreender o mundo e passam a ser distintivos de identidade. Não se pergunta mais: “isso é verdadeiro?”, mas sim: “isso me protege? Isso me inclui? Isso me mantém seguro dentro do meu grupo?”

O ego e a ilusão de segurança
O ego se apega a ideias prontas porque elas oferecem estabilidade psicológica. Elas reduzem a complexidade do mundo a explicações simples e emocionalmente reconfortantes. Não exigem esforço, autocrítica ou revisão de crenças.
Quando uma ideia se torna parte da identidade, questioná-la deixa de ser um exercício intelectual e passa a ser uma ameaça existencial. Nesse estágio, a pessoa não busca verdade — busca proteção emocional. Defender a ideia não é mais um ato racional, mas um mecanismo de autopreservação psíquica.
Isso explica por que debates públicos raramente mudam opiniões. Não se trata de argumentos versus argumentos, mas de identidades em disputa.

O preço de pensar por conta própria
Pensar de forma independente cobra um preço alto. Exige tempo, silêncio, leitura, reflexão e — sobretudo — coragem. Coragem para suportar a ambiguidade, para admitir erros, para mudar de posição e, muitas vezes, para ficar sozinho.
Pensar dá trabalho. Questionar desgasta. Sustentar uma visão própria pode trazer rejeição, incompreensão e até hostilidade. Obedecer, por outro lado, é confortável. Repetir é seguro. Aplauso é garantido.
As pessoas não querem entender o que acontece ao redor, querem sentir que pertencem. Não querem verdade, querem validação. Não querem lucidez, querem conforto. E é assim que a consciência adoece, quando o indivíduo troca responsabilidade por narrativa fácil.⁣
Por isso, em uma cultura que valoriza velocidade, desempenho e alinhamento ideológico, o pensamento crítico se torna um ato quase subversivo.
Pensar ainda é um ato de rebeldia. E em um mundo que desaprendeu a refletir, sobreviver com lucidez é um ato de poder.⁣

A terceirização da indignação
Outro fenômeno ligado a isso é a terceirização das emoções — especialmente da indignação. Em vez de formar uma opinião própria sobre um acontecimento, muitas pessoas consomem indignações prontas, injetadas por influenciadores, mídias ou grupos ideológicos.
Indignar-se “do jeito certo” passa a ser um marcador de pertencimento. A emoção deixa de ser autêntica e se torna performativa. Não se pergunta mais “o que eu realmente penso sobre isso?”, mas “o que eu devo sentir sobre isso para ser aceito?”

Entre conforto e autonomia
No fundo, estamos sempre escolhendo entre dois caminhos: o caminho do conforto psicológico, do pertencimento e da repetição; ou o caminho da autonomia intelectual, que é mais solitário, mais incerto, porém mais verdadeiro. Ao romper com fórmulas prontas e narrativas herdadas, já legitimadas socialmente, o sujeito abandona o conforto do já pensado e se lança no terreno instável da incerteza, se expõe ao desconforto da dúvida ao risco do isolamento e à responsabilidade de sustentar o próprio juízo onde não há garantias nem amparo coletivo.

Em contraste, repetir discursos estabelecidos oferece uma sensação de abrigo: há segurança em ecoar aquilo que já foi aceito, em se alinhar a consensos que funcionam como proteção emocional contra a incerteza e o conflito.

A conformidade, nesse sentido, não é mero defeito moral, mas uma estrutura profunda da vida em comum — todos participamos dela, pois o desejo de pertencimento antecede a própria reflexão.

Nenhum ser humano está completamente livre dessa tensão. Todos nós, em algum grau, repetimos, nos conformamos e buscamos aceitação pois o desejo de reconhecimento e aceitação é constitutivo da vida em sociedade. A questão decisiva, portanto, não é eliminar isso — o que seria tanto impossível quanto ilusório — mas torná-lo objeto de consciência, reconhecendo em que medida nossos pensamentos são expressão de um exame próprio, se estamos pensando por hábito, por medo ou por conveniência, ou apenas a reprodução silenciosa de ideias que nos poupam do peso de pensar.

Se pensar por conta própria custa mais do que repetir, mas repetir nos afasta de nós mesmos, então vale perguntar:

Até que ponto você está disposto a abrir mão do conforto para preservar sua autonomia — e até que ponto sua identidade depende das ideias que você repete?

Somos todos corpos pensantes num universo pensante! - Cap XIII

Perdemos o hábito de pensar – Cap. 1


domenica 11 gennaio 2026

A escassez não é uma lei do universo mas um estado de consciência

 


Existe uma narrativa silenciosa que atravessa gerações: a ideia de que o mundo é um lugar de disputa, onde sempre falta algo — dinheiro, tempo, amor, oportunidades. Essa crença não vive apenas na economia ou na política; ela habita o corpo, a mente e até a espiritualidade de muitas pessoas.

A “escassez” que nos ensinaram é, em grande parte, um modelo mental e social, não uma verdade absoluta. Manter uma mentalidade de abundância e manifestá-la envolve consciência, prática diária e alinhamento entre pensamento, emoção e ação.

Cada vez mais, ciência e espiritualidade convergem em um ponto essencial: a forma como percebemos a realidade determina como interagimos com ela. E essa percepção muda radicalmente dependendo do estado interno em que estamos.

Abundância não é negar a realidade, é enxergá-la por inteiro. O mundo tem recursos suficientes, mas eles fluem melhor para quem confia, percebe valor, age com consciência, colabora se sente merecedor. Abundância não é fé cega: é consciência além do modo de sobrevivência.

O cérebro em sobrevivência não acessa o sagrado

Do ponto de vista espiritual, poderíamos chamar isso de desconexão. Do ponto de vista científico, chamamos de modo de sobrevivência.
Quando o cérebro está em modo de sobrevivência, ele faz exatamente o que foi projetado para fazer: enxerga ameaças, reduz possibilidades e economiza energia. Nesse estado, o medo governa as decisões. A criatividade diminui. A confiança desaparece.

A mentalidade de escassez costuma aparecer como medo de perder, comparação constante, sensação de “não é suficiente para mim”, culpa ao receber ou prosperar.

Quando o cérebro percebe ameaça constante — real ou imaginada — ele ativa sistemas primitivos ligados ao medo. A amígdala assume o comando, o cortisol sobe, e o foco se estreita. Nesse estado, o ser humano reage em vez de criar, se fecha em vez de confiar, compete em vez de cooperar.
Não há espaço para intuição, expansão ou sincronicidade quando o corpo acredita que está lutando para sobreviver. Pessoas abundantes veem opções onde outros veem limites. A abundância começa na percepção, não na conta bancária.

E é aqui que uma verdade desconfortável emerge:

Observe seus pensamentos automáticos sobre dinheiro, tempo, amor e oportunidades. O que lhe dizem? Quando surgir “não dá”, “não é para mim”, “vai faltar”, “vou deixar um pouco pra amanhã, troque imediatamente por: “Existe mais do que posso ver agora.”

Não é autoengano — é treinar o cérebro para perceber possibilidades, algo que ele só faz quando não está em modo de sobrevivência. O cérebro aprende por repetição. Com o treino, em pouco tempo se começa a notar oportunidades reais com mais clareza.
A neurociência chama isso de
ativação do sistema reticular: você passa a enxergar o que antes ignorava.
Não é apenas mentalidade. Se trata de estado interno. É uma constatação psicológica e neurológica. O cérebro humano só consegue enxergar oportunidades quando se sente relativamente seguro. Sem isso, ele apenas reage.

Abundância como estado de alinhamento
Espiritualmente, abundância não é acumular. É fluir. Cientificamente, é acessar áreas do cérebro ligadas à criatividade, empatia e visão de longo prazo.
Quando saímos do modo de sobrevivência, o cérebro amplia o campo de percepção, novas conexões neurais se tornam possíveis, soluções antes invisíveis emergem.
É por isso que tantas tradições espirituais falam de entrega, confiança e presença. Não como passividade, mas como regulação interna. Um corpo em paz percebe mais. Uma mente calma, cria melhor.
O novo paradigma: consciência encarnada
Estamos entrando em um momento histórico em que espiritualidade e ciência param de se contradizer e começam a se complementar.

Durante muito tempo, parte da espiritualidade tentou “transcender” o humano. Negar o medo, a dor, a matéria. A ciência veio lembrar algo essencial: não existe iluminação em um sistema nervoso desregulado.

A ciência explica como. A espiritualidade lembra por quê.
Ambas apontam para a mesma direção: regular o medo, ampliar a percepção, confiar no fluxo sem abdicar da ação.

Abundância exige presença no corpo, não fuga dele.

- Não se manifesta abundância a partir do pânico.
- Não se acessa consciência expandida em estado de ameaça.
- Não se cria realidade nova repetindo padrões antigos.
Abundância não é pensar positivo enquanto o corpo treme. É criar segurança interna suficiente para que a vida possa se expressar através de você.

Observe honestamente:
Quantas decisões suas nascem do medo?
Quantos “nãos” você dá à vida antes mesmo de tentar?
Quantas vezes você chama de “realismo” aquilo que, na verdade, é sobrevivência?
Talvez o trabalho espiritual do nosso tempo não seja “manifestar mais”, mas sobreviver menos.

Reprogramar a mente da escassez é um ato de coragem
A mentalidade de escassez costuma aparecer como medo de perder, comparação constante, sensação de “não tem suficiente para mim”, culpa ao receber ou prosperar.

Essas crenças não são verdades universais. São respostas emocionais a um mundo que nos ensinou a sobreviver, não a prosperar.

Abraçar a abundância exige desaprender. Exige questionar crenças herdadas como: “Se alguém ganha, alguém tem que perder”
“Não é para mim”; “Vai faltar”; “Preciso me proteger o tempo todo”

Sair do modo de sobrevivência é um processo. Começa com pequenas escolhas:

Respirar mais fundo. Desacelerar a mente. Reeducar o cérebro. Confiar no fluxo sem abdicar da responsabilidade.
Não é ilusão. Não é negação da realidade. Não é ingenuidade espiritual.
É consciência treinada.
É ciência aplicada ao sagrado.
É sair d
a modalidade de sobrevivência — e, então, finalmente enxergar a abundância que sempre esteve disponível.

Dar sem se anular (o equivoco comum)

reconhecer o que já funciona na sua vida; agir a partir da confiança, mesmo em passos pequenos;
permitir-se receber sem culpa; contribuir sem se anular.

Abundância não é se sacrificar, nem “dar tudo e ficar sem nada”. A lógica correta é:
Dar a partir do excesso, não da falta.
Pode ser: conhecimento, atenção, conexões, valor no seu trabalho
Quando você entrega valor com limites, o mundo responde com reciprocidade (nem sempre da mesma forma, mas sempre de alguma forma).

Alinhar emoção + ação (manifestação real)

Manifestar não é só “pensar positivo”. É pensar como alguém abundante, sentir segurança e merecimento, agir como quem confia no fluxo,

Pergunta poderosa antes de agir:
“O que eu faria hoje se tivesse certeza de que o mundo me apoia?”
Faça isso em pequena escala. Abundância cresce por evidência, não por salto cego.

Um alerta importante:

Separar abundância espiritual de passividade
Abundância não é esperar. É participar. O universo (ou a vida) responde ao movimento.
intenção sem ação = fantasia
ação sem intenção = esforço vazio
intenção + ação = manifestação

Quando nos damos conta de que estamos no modo de sobrevivência, o caminho de saída começa pelo corpo: desacelerar a respiração, trazer presença, criar sensação mínima de segurança. Só então a mente volta a enxergar escolhas. A partir daí, escolhemos agir a partir da confiança — não do medo.

Em essência: segurança primeiro, consciência depois, ação por último.

Tudo o que fazemos na Terra afeta uma outra parte do Universo Cap XXV

A Magia do Momento Presente . Cap. 18

venerdì 16 dicembre 2022

Sabia que cada escolha que fazemos, todas as outras possíveis se apresentam?

 


Imagine poder refazer todas as escolhas da sua vida. Morar em uma cidade diferente, escolher uma faculdade ou um emprego diferente, ou apenas de vestir uma roupa azul antes de sair. Imagine agora que cada uma dessas decisões criou uma bifurcação da realidade onde sua vida tomou um rumo diferente. Segundo essa teoria, são nossas ações que dão vida a universos alternativos e que em cada um deles vive uma versão diferente de nós: é a ideia do multiverso que, graças ao lançamento dos filmes da Marvel Studios Spider Man No Way Home e Doctor Strange, experimentou um enorme crescimento em popularidade, nos limites da compreensão humana.

Um novo estudo teórico realizado por pesquisadores da Griffith University em Brisbane, Austrália, publicado na prestigiosa revista Physical Review X, postula que todas as histórias e futuros alternativos possíveis são reais - na interpretação de muitos mundos da mecânica quântica - cada um deles representando um mundo real, embora paralelo. A realidade da física quântica (partículas subatômicas), segue uma lógica que não faz sentido no mundo das coisas grandes: tudo vive em vários lugares ao mesmo tempo.

Se você, por exemplo, fosse uma partícula subatômica, você poderia ter cópias-fantasma em Nova York, Paris e em Plutão, neste exato momento. Esses “vocês” estariam em lugares diferentes mais seriam a mesma pessoa, com a mesma consciência. Mas isso só não acontece porque as bizarrices do universo quântico não existem no mundo das coisas maiores – o dos átomos inteiros, moléculas, planetas… É como se a nuvem de cópias-fantasma das partículas fosse esmagada pelo “peso” das coisas grandes. Tudo o que os cientistas conseguem ver, quando tentam olhar para essa nuvem de cópias-fantasma, é uma única partícula solitária. Essa sobrevivente aparece em qualquer parte da nuvem, num lugar impossível de prever. E seus clones somem, como se tivessem sido só parte de um sonho.

Muitos físicos acham que o nosso mundo é tão onírico quanto o subatômico. Para eles, quando algum pesquisador tenta olhar as infinitas partículas-fantasma da nuvem quântica e só consegue ver uma, não é que as outras evaporaram; mas que o cientista se dividiu em cópias infinitas, espalhadas por universos paralelos! E é isso o que diz a teoria dos Mundos Múltiplos, moldada pelo físico norte-americano Hugh Everett em 1957. Ela diz que, se a partícula solitária que surgiu daquela nuvem de clones pode aparecer aqui, lá ou acolá, você também pode. Significa que uma versão de você em cada universo, vai encontrar a tal partícula em qualquer que seja o universo paralelo, sem limite nenhum.

De acordo com a teoria de Everett, “cada universo é dividido em uma série de novos universos, quando uma medição quântica é realizada. A partir de suas idéias, mostramos que é precisamente a partir da interação entre esses mundos, especialmente a repulsiva, o que gerariam os fenômenos quânticos. No multiverso - acrescenta David Deutsch, físico da Universidade de Oxford - cada vez que fazemos uma escolha, também se apresentam todas as outras possíveis escolhas, porque nossas duplas nos universos paralelos, executam todas elas."

Uma idéia esquiva, difícil de aceitar, mas, pensando bem, não inteiramente negativa. O fato de que, diante das escolhas mais difíceis de todos os dias, todas as alternativas possíveis tenham a oportunidade de se realizar, pode ser muito confortante.

Embora a ideia realmente soe como algo saído da mais barata ficção científica, há uma física bastante razoável por trás dela. Por trás desse mistério está a dualidade onda-partícula, em que as pequenas coisas, podem e devem ser vistas como: uma partícula – limitada no espaço – ou uma onda – espalhando-se no espaço.

Um computador quântico conseguiu ver 16 futuros diferentes

Em um estudo publicado em 9 de abril na revista Nature Communications, guiado por Mile Gu, professor assistente de física na Universidade Tecnológica de Nanyang, em Cingapura, usando um novo simulador quântico conseguiu prever os resultados de 16 futuros diferentes.

Os autores criaram um dispositivo para reproduzir uma superposição quântica. Para fazer isso, eles desenvolveram um processador quântico específico, no qual os resultados possíveis (ou os futuros) de um processo decisional específico, são representados pela posição dos fótons, os quanta de luz.

Ao estudar essa superposição de estados físicos puramente teóricos, os autores, partindo de considerações matemáticas, desenvolveram o algoritmo capaz de examinar todos esses futuros.

Na realidade macroscópica, aquela que conhecemos e que é dominada pelas leis da física clássica, certamente não é possível gerar simultaneamente todos os futuros possíveis para observá-los e escolher o melhor. Mas os cientistas hoje tentaram fazê-lo no mundo invisível do infinitamente pequeno por meio do computador quântico. Um grupo coordenado pela Universidade de Griffith desenvolveu um protótipo de dispositivo quântico capaz de gerar simultaneamente todos os cenários futuros possíveis - nesse caso, não são situações reais, mas estados quânticos. Não se trata de prever o futuro, mas de produzir simultaneamente, através de um algoritmo quântico complexo, todos os resultados potenciais de uma operação específica, para poder escolher o melhor.

A cada momento, muitas possibilidades

Cada escolha que nos é apresentada pode levar a diferentes resultados: por exemplo, no filme Sliding doors vemos dois futuros muito diferentes fluindo. Multiplique isso pelo número de escolhas que se apresentam em cada momento e você terá uma ideia de quantos futuros possíveis existem a cada dia.

Quando pensamos no futuro” – sublinha Mile Gu, que desenvolveu o algoritmo quântico subjacente ao protótipo – “deparamo-nos com um vasto leque de possibilidades. Essas possibilidades crescem exponencialmente a cada instante, à medida que avançamos no futuro.

Mesmo que tivéssemos apenas dois caminhos diferentes para escolher a cada minuto, 14 milhões de futuros possíveis teriam sido criados em menos de meia hora." Em suma, seria um mar de futuros que desconhecemos.

Duas coisas podem ocupar o mesmo lugar ao mesmo tempo! - Capítulo XVIII

Nos sonhos, podemos migrar para universos paralelos – Cap. 19


venerdì 2 dicembre 2022

È vero che siamo ciò che pensiamo?




Poiché tutto è un riflesso della nostra mente, tutto può essere cambiato dalla nostra mente.

È possibile ottenere qualsiasi cosa si scelga, ma non sempre ciò che si sceglie è ciò che si "vuole”.

Il mondo intero guarda ora l'alba di una nuova coscienza, di un nuovo potere e di un successo senza precedenti delle risorse presenti all'interno del sé. Il secolo attuale produrrà un grande progresso mai registrato prima nel campo del potere mentale e spirituale.

Così come le forze più potenti della natura sono invisibili, hanno scoperto che anche le energie più potenti di una persona sono le sue forze invisibili, la forza spirituale.

L'unico modo che la spiritualità deve manifestarsi è attraverso il processo del pensiero.

Il pensiero è la sola attività esercitata dallo spirito e conduce a un unico prodotto: il pensiero. L'energia di un solo pensiero è in grado di consentire le attività nei nervi, muscoli e cervello. Basta coltivare un certo numero di pensieri su un argomento, per indurre un completo cambiamento nell'organizzazione fisiologica di una persona. Questo è il processo attraverso il quale, il fallimento si tramuta in successo e la malattia in salute.

Oggi, la scienza è d'accordo sul fatto che ci sia solo un Principio, Coscienza o Mente ed è ciò che pervade l'intero Universo, occupando tutto lo spazio ed è sostanzialmente identico in ogni punto. Questa sostanza è estremamente potente, totalmente saggia e onnipresente. Contiene tutti i pensieri e tutte le cose. È, quindi, dappertutto.

Nell'universo esiste una sola coscienza capace di pensare, e quando pensa, i suoi pensieri diventano concreti, per legge. Poiché questa coscienza è onnipresente, dev’essere logicamente presente in ogni individuo e ogni individuo dev’essere una manifestazione di questa coscienza onnipresente, onnipotente e onnisciente. Che significa: la nostra coscienza è identica alla coscienza universale, vale a dire, c'è solo una mente. Noi rappresentiamo l'individuazione dell'Universo. Non c'è modo di sfuggire a questa conclusione.

Scelta consapevole

Quando si sceglie qualcosa che si desidera ricevere, dev’essere scelta con tutta la forza del cuore. Non si deve mai sbiadire, persistere fino a vedere la cosa compiuta. Se non si agisce in questo modo, è molto meglio non iniziare l'elaborazione di un progetto. Quando si comincia qualcosa e non si completa, o quando si propone di fare qualcosa e non la realizza, si crea nella psiche l'abitudine al fallimento. Se pretendete fare qualcosa, cercate di portarla avanti finché non è conclusa, anche se il mondo ti cada addosso. Non lasciare che niente e nessuno interferisca. Questo è credere, ed è nota come fede.

Quando progettate qualcosa, il vostro IO - o la vostra anima - ha già deciso, insieme con voi. Il programma è già stato definito, non bisogna aggiungere nulla. E voi non avete motivo di andare avanti e indietro.

Il nostro "Io" non è il corpo fisico, e non è la nostra mente. Essi sono solo gli strumenti che lo IO usa per pensare, ragionare e progettare.

Facciamo delle scelte ogni momento della nostra vita, consapevole o inconsapevolmente. Scegliendo inconsciamente, corriamo il rischio di ricevere sia il desiderato sia l’indesiderato perché tutto ciò che realizziamo in un singolo giorno, è il risultato delle nostre scelte: Vado in macchina o a piedi, mangio hamburger o insalata, mi metto in rosa o in blu? Tutte queste scelte portano con sé un risultato buono o cattivo, alla fine.

La Mente Universale risponde sempre e cerca di dare forma a ciò che si presta attenzione, che sia positivo o negativo. Questa Mente non giudica mai. Riceve informazioni attraverso il potere dei pensieri cercando i mezzi per materializzarli. Questo significa che non c'è un’entità che ci risponda quando è in vena, o che ci respinga quando abbiamo commesso un "peccato" e così via. Dio non "dona" niente di più perché Lui ci ha già dato tutto il necessario per ottenere ciò che vogliamo. Lui ci ha dato la condizione e il meraviglioso potere di creare e realizzare. Siamo noi a creare tutto quello che abbiamo nella nostra vita attraverso il pensiero, le parole e le azioni, con il libero arbitrio. Siamo un essere creativo, fatto a immagine e somiglianza di Dio, ed è possibile ottenere tutto ciò che si sceglie, ma attenzione: non sempre ciò che si sceglie è ciò che si "vuole", anzi, se si vuole una cosa molto fortemente, probabilmente non la otterrà mai.

Perché questo paradosso?

Il pensiero, si sa, è creativo e il pensiero di "volere" è una dichiarazione fatta all'Universo, l'affermazione di una verità che l'universo produce nella sua realtà. Se tu dici ne voglio quello, l’universo interpreta e ti dà esattamente questa esperienza: cioè, quella di "volere" tale cosa.

È molto diverso quando si crea una determinazione con l'intento di ottenere, non di volere.

Qualsiasi parola si metta dopo lo IO diventa un comando creativo. Il genio della lampada - o Dio - produce ciò che si sceglie, si sente e si dice.

Allora come si spiega il fatto di fare troppo a lungo - o addirittura non arrivare mai – quello che ho scelto?

Ci sono diverse ragioni: perché non ci credi in meritare quella cosa scelta o perché non sai cosa scegliere, perché continua a cercare di capire ciò che è "meglio" per te, perché tu vuoi una garanzia preliminare di che le tue scelte saranno giuste o perché continui a cambiare le tue idee.

Vivere una vita di scelte è vivere una vita di azioni coscienti. Una vita vissuta a caso è una vita di reazioni inconsce. Una reazione non è altro che un ricorso fatto in passato. Quando si re-agisce, si sta semplicemente dando un valore ai dati in arrivo, cercando attraverso il labirinto della memoria, la stessa esperienza (o simile) per agire allo stesso modo che ha agito in precedenza. Questo è un lavoro mentale, non dello IO – ma dell’anima.

Quando si perde tempo a cercare di analizzare ciò che è "migliore" per te, l'unica cosa che stai facendo è proprio questo: perdere tempo.

Agire dal punto di vista dell'anima, non di quella mentale, è risparmiare un sacco di tempo. Le decisioni sono prese più rapidamente e le scelte sono rapidamente attivate, senza la revisione, senza l'analisi critica delle esperienze passate. Quindi, l'anima crea, la mente reagisce.

L'anima sa che la tua esperienza attuale ti è stata data da Dio, prima ancora che tu fossi cosciente. Ogni Adesso è un dono prezioso di Dio, perciò è chiamato presente.

L'anima comprende che Dio è uno con te, anche se la mente continua a negare questa verità e il corpo reagisce con base in tali negoziati.

Pertanto, nel momento di prendere decisioni importanti, esci della mente e cerchi l'anima. Quando si spende tempo ad analizzare ciò che è "meglio", le scelte saranno prudenti, le decisioni incredibilmente lente e il viaggio sarà un mare di aspettative, dove è possibile annegare.

Se si desidera portare più potere nella vostra vita, è meglio cercare di prendere coscienza di questo potere; per avere una salute migliore, cercare di aumentare la consapevolezza di salute, per provare felicità, cercare ad avere più consapevolezza di essa. Personalizzare lo spirito di queste cose fino a farle diventare tue.

Ricordati: Bisogna Essere prima di fare, e possiamo fare solo quando siamo e ciò che siamo dipende da ciò che pensiamo.

Perché è difficile soddisfare desideri più complessi? - Capitolo 13

Abbiamo la capacità di guarirci! - Capitolo VI

Fonte: Conversazioni con Dio 2 - The Master Key System

giovedì 24 novembre 2022

O despertar interior transforma a nossa realidade



Assim, aqueles que dizem querer a justiça sem o seu correlato - a injustiça -, ou o bom governo sem o mau governo… , não entendem os grandes princípios do universo, nem a natureza de toda a criação. Poderíamos então falar da existência do Céu sem a Terra, ou do negativo sem o positivo, o que é claramente impossível. No entanto, as pessoas continuam a discutir, sem parar; sem procurar compreenderChung Tzu

Trechos do livro "Prisões Invisíveis; Liberte-se

Desde há séculos, a consciência do homem em todo o mundo, tem sido vítima de uma espécie de alucinação coletiva, produzida por uma perspectiva falaciosa do pensamento condicionado por percepções ilusórias.

Muitos estudiosos consideram que a crise atual, caracterizada pelo colapso das ideologias e do poder baseado no egoísmo, está levando alguns indivíduos a uma Nova Consciência que hoje certamente é indispensável para enfrentar os problemas sociais e ecológicos. Será o despertar dessa alucinação produzida pela dominação do ego que com sua bagagem de condicionamentos está na raiz da divisão e do conflito, que faz com que a neurose seja a condição "normal" de quase todos os seres humanos.

A maioria dos indivíduos está alienada pelo próprio Eu, aprisionada por enganos mentais inúteis, pelas esperanças e medos do ego. Por ego se entende o personagem ilusório, criado pelo pensamento, que na vã busca de segurança e estabilidade produz frustração, sofrimento e tédio

Se olharmos as coisas com objetividade, reconheceremos que a humanidade foi condicionada durante séculos por ideologias, muitas vezes absurdas, que aprisionam a liberdade interior e distorcem a percepção da realidade. Estamos convencidos de que somos indivíduos separados, dotados de ego e livre arbítrio, guiados pelo pensamento e pela razão de acordo com os rígidos cânones da sociedade.

Fomos assim nos distanciando da inteligência da Natureza e da nossa interligação com ela, perdemos o contacto com a alma e a vida real. Crenças e conformismos inibem a intuição, a inteligência e a espontaneidade. O resultado vemos no mundo, e é inútil justificar o caos social, político e econômico e os conflitos internacionais que nos cercam.

A atenção ao presente dissolve a sensação de separação

A consciência que nos conecta com o Todo, com a inteligência inerente às partículas subatômicas, com nosso potencial criativo, se manifesta quando o Eu, o tempo e o pensamento desaparecem e no imediatismo espontâneo do fluxo da vida, expressamos nosso “Eu real”. Na plena presença mental fazemos a coisa certa na hora certa, os pensamentos vêm e vão sem atrito ou conflito; a atenção ao presente dissolve a sensação de separação entre o observador e o observado e somos guiados para realizar harmoniosamente o destino, a parte que a vida nos deu no teatro do espaço-tempo.

Quando tentamos conseguir o que queremos, identificando-nos com os desejos e medos, isso será uma expressão do nosso condicionamento, portanto longe de estar em sintonia com o cosmos, com o silêncio interior de onde surge a intuição, com o coração que aceita compassivamente o que está com equanimidade.

A confusão e o conflito que afligem a sociedade e os indivíduos em todo o mundo, depende do fato de que a percepção compartilhada convencional é egoicamente polarizada e por isso a normalidade passa a ser patológica, enquanto a libertação dos enganos mentais, a clareza perceptiva de uma mente livre de condicionamentos e do passado, é uma condição tão rara que pode ser mitificada: em vez de chamá-la de estado natural, chama-se iluminação, para que o ego possa sentir-se livre em sua vã busca.

Pensamentos artisticamente criados em reação aos nossos medos, atrapalham o fluxo dos eventos

A ideia de que nossos pensamentos moldam a realidade ao nosso redor e que, ao pensar, atraimos nosso destino, do ponto de vista do Ser, é um conceito verdadeiro, mas do ponto de vista do ego dá origem a terríveis equívocos e pode até produzir problemas psicológicos sérios. De fato, o pensamento que surge da perspectiva do ego nada tem a ver com a Mente Criativa e com a Unidade da Consciência, pelo contrário, mesmo que "positivo", dificulta o fluxo harmônico dos acontecimentos e a percepção daquilo "que é".

Intuir que o mundo e o Eu não estão separados da Consciência através da qual o experimentamos e confiar que a vida pode cuidar de nós se fluirmos com o coração aberto, é algo muito diferente dos pensamentos otimistas artisticamente criados em reação aos nossos medos .

Se penso: "Eu crio o mundo ao meu redor" já estou perdido na ilusão, pois com "Eu" queremos dizer a "pessoa", a entidade criada pelo pensamento através da memória e, portanto, da "história" e das máscaras com as quais me identifico. Se atribuirmos a onipotência criativa a esse eu ilusório e não ao eu consciente, estaremos mais próximos da psicose do que da iluminação. O homem que deseja sair do conflito deve encontrar uma modalidade da consciência que não seja dominado pelo pensamento e pelo egoísmo.

Do ponto de vista do Self, a interdependência entre a consciência e a matéria, entre o ser e o devir é evidente, porém o Self não cria o que desejamos de acordo com o nosso condicionamento, mas o que é certo e realmente queremos de acordo com leis que desconhecemos, e que o pensamento não pode se aproximar porque apenas a intuição e o caminho do coração e da sabedoria-harmonia podem alcançár.

O plano Causal, a Testemunha sem forma, é o substrato do mundo fenomênico, que não existiria separado dele, e novamente isso se refere a um nível de consciência que pode ser percebido em profunda absorção e que não tem nada a ver com o pensamento lógico mas apenas com insight profundo e imediato.

É a verdade que liberta, não o seu esforço para se libertar

O despertar interior que transforma nossa relação com a realidade não é um pensamento ou uma nova forma de pensar, mas a percepção clara da realidade e dos limites do pensamento, que nos liberta do castelo das ilusões em que estávamos perdidos. Mas não é o ego que pode se libertar: é a verdade que liberta, não o seu esforço para se libertar...

Finalmente foi revelado o segredo da vida que levará à solução do problema humano: o pensamento cria! Isso significa que atraímos com pensamentos o que nos acontece e, portanto, ao decidirmos pensar positivamente tudo correrá bem e seremos capazes de transformar o mundo.

Mas atenção: a ideia de poder ter total controle sobre o destino é extremamente tentadora. Mas, na vida real, bastará enfrentar algumas dolorosas decepções para perceber que as coisas não seguem nossos desejos e que os fatos do destino não respondem aos nossos pensamentos.

O fato é que muitos de nossos pensamentos são inconscientes e alimentam programas automáticos que não conseguimos administrar conscientemente. Esses programas são o resultado de condicionamentos, traumas, padrões e crenças que carregamos conosco por anos (se não por toda a vida).

O que podemos começar fazendo é observar os pensamentos que temos diariamente. Não se trata de esconder ou sufocar emoções negativas ou simplesmente ter pensamentos positivos.

Em vez disso, significa desenvolver uma maior consciência, fazendo um trabalho de transformação do qual pensamentos e atitudes positivos surgirão automaticamente.

Então, você pode até aprender a usar seus pensamentos para literalmente transformar sua realidade atual.

O Pensamento cria. Mas atenção a não cair no engodo da ilusão – Cap- 13

O pensamento positivo melhora a qualidade de vida. CapítuloXIII



mercoledì 26 ottobre 2022

Sabia que quando Pense, está co-criando com o Universo?

 



Os eventos externos de nossa vida são apenas um reflexo do estado interno de nossa consciência. Se queremos modificar os acontecimentos ou criar novos, devemos, antes de tudo, trabalhar dentro de nós mesmos.

A teoria quântica é a base de toda ciência natural, da química à cosmologia. Serve para que possamos entender por que o sol brilha, em que modo a televisão produz imagens, porque a grama é verde e como o universo se expandiu a partir do Big Bang.

Segundo o matemático Roger Penrose, a Consciência, quer seja "simplesmente" o produto da evolução humana ou uma propriedade do Universo, é pré-existente à consciência humana. Baseia-se em vibrações quânticas em microtúbulos no interno dos neurônios cerebrais.

Fator Unificador

O primeiro pressuposto da co-criação da realidade é a existência de um campo que une todos os fenômenos do universo, materiais e espirituais, um campo do qual somos parte integrante e que nos conecta a todos os outros seres e fenômenos do universo, do menor ao maior.

O estudo de substrato material da consciência mostra que a consciência é um importante fator unificador: o elemento que organiza e harmoniza os códigos biológicos, bioquímicos, biofísicos e os "da alma"; quando começamos a integrar esses planos - diz Erica Francesca Poli - psiquiatra, psicoterapeuta e conselheira - entendemos que também é possível curar e criar mudanças.

Acontece quando nos alinhamos com o campo de consciência inteligente, universal e atemporal.

As relações dentro deste campo não são lineares ou causais, mas sincrônicas. Isso significa que uma mudança em um ponto do campo afeta instantaneamente o resto do campo, sem que intervenham intermediários materiais ou mecanismos lineares de causa e efeito.

Quer percebamos ou não, é através desse campo que criamos nossa realidade. Em todos os momentos da nossa vida interagimos com o campo. Se aprendermos a interagir conscientemente, dominando os mecanismos de funcionamento do campo, podemos nos tornar os criadores conscientes de nossa realidade.

Para acessar e ativar uma nova visão da consciência, é necessário integrar as quatro realidades em que estamos imersos: objetiva, subjetiva, simbólica e holística.

Pelo menos para uma parte da ciência, não há dúvida de que somos um campo de energia emocional que se manifesta através de um corpo.

A realidade objetiva é aquela que ainda distingue a maior parte da ciência oficial moderna, ligada às leis da física clássica: aquela que nos faz considerar que as coisas são como as vemos e que nos fazem acreditar que, como as vemos, realmente corresponda a um única verdade. Essa crença se mostrou útil para o progresso hiper-tecnológico e para a medicina hiper-especialistica e é perfeita, especialmente em situações de emergência.

A realidade subjetiva refere-se ao sujeito que a interpreta: tudo é, de algum modo, relativo e interconectado. Uma abordagem funciona comigo e não com você, ou vice-versa, dependendo de quanto acreditamos ou da afinidade que temos com tal modelo. É a sincronicidade de um quebra-cabeça que conecta, aparentemente de uma maneira mágica, todos os aspectos da nossa vida e, em alguns casos, o faz de maneira evidente e impressionante, mesmo usando a realidade simbólica.

Aqui entramos em um mundo adicional de significados: nada é exatamente como parece, mas se refere a sentidos, significados que são mais amplos e, no entanto, podem falar uma linguagem ainda mais personalizada, específica para a pessoa. Tudo o que nos rodeia e que nos deparamos (pessoas, relacionamentos, eventos, contratempos etc.) faz parte de nós, fala de nós, fala conosco.

Assim, chegamos à realidade holística: e então poderíamos dizer que "nada existe no universo que não esteja no corpo humano, nada existe no corpo humano que não esteja no universo". Mas também que não há nada, tanto na Terra como no homem, que não tenha sido também criado antes e que continue a ser sustentado e nutrido por seres espirituais. Tudo o que somos e vivemos não tem apenas uma formação energética, mas tem, bem antes mesmo, uma origem espiritual, como todas as tradições de sabedoria sempre sublinharam.

Dar um "salto quântico" à nossa consciência significa, então, permitir-nos, passo a passo, de entrar nessa nova visão mais ampla da realidade, que pode, então, ser aplicada concretamente às coisas cotidianas: melhorar os relacionamentos, crescer na vida profissional e pessoal.

"Isso acontece porque no Uno o sentimento de separação desaparece. Se na realidade subjetiva tudo está separado de tudo, no Uno não há distinção entre mim e qualquer outra coisa, porque tudo está em mim, tudo sou eu, fora do tempo. Tudo já está criado na minha semente. No mundo quântico, esta é a consciência do campo do ponto zero; a consciência é quem cria, e as coisas que criará, já estão nela ".

Quando eu Penso, estou co-criando com o Universo

A teoria determinística do fisico francês Louis de Broglie, também conhecida como “A Teoria da Onda Piloto”, é uma interpretação da mecânica quântica que afirma que “a configuração de nossa mente corresponde a uma configuração do inteiro Universo”.

O pensamento humano é uma onda de informação. Se existe um pensamento incoerente com o desejo potencial, aquilo pode perturbar a onda piloto - partículas concretas com posições bem definidas -, e quanto mais coerente for a onda piloto e não for perturbada por contraintenções, mais efetivamente a função de onda entrará em colapso no pensamento potencial específico. Nosso pensamento focado, isto é, desprovido de pensamentos opostos, expectativas e crenças limitantes, moldam a realidade como a imaginamos.

Sendo o próprio Universo uma grande onda de energia e informação com infinitas possibilidades, quando eu - que também sou uma extensão física do mesmo Universo - penso sobre algo, eu estou cocriando junto com ele. No momento em que eu lanço a intenção do meu desejo, a onda colapsa, colidindo com a onda do Universo, criando uma interferência construtiva.

A Consciência Universal ou Consciência Pura - o nível associado ao Absoluto, ao Ser Maior – é o campo superior da existência onde realmente acontecem os milagres, porque a Consciência Pura está conectada às dimensões ilimitadas da Essência - Deus - e onde não há sensação de separação.

Quando estamos em conexão com a Consciência Universal, não criamos o que queremos de acordo com o nosso condicionamento, mas o que é adequado e o que realmente queremos de acordo com as leis para nós desconhecidas, as quais a mente não pode interferir porque só a pura intuição, o caminho do coração e da sabedoria-harmonia podem atingir.

Por que é dificil ganhar na loteria? Cap. 13



martedì 16 agosto 2022

Navegamos num mar de infinitas possibilidades. Escolha!

 



Somos nós que determinamos o que ocorrerá e o que experimentaremos em nossas vidas.

Como sabemos, a física quântica teoriza que potencialmente coexistem infinitas possibilidades. Tudo é passível de acontecer. A probabilidade de que algo aconteça está estreitamente ligada ao ato de observação, que se torna coerente com o que esperamos ver. Quando observamos e “escolhemos” um resultado específico, todas as outras possibilidades se tornam incoerentes com o que vemos e se autoexcluem. (...)

Segundo a fisica quântica, não podemos medir a posição e o momentum de uma partícula quântica com precisão absoluta, e nem podemos definir o seu estado como sendo uma coisa ou outra porque a partícula é todos os estados possíveis ao mesmo tempo.

Na realidade subatômica o elétron nunca está em um único ponto em um determinado momento, mas está contemporaneamente em todos os lugares de seu orbital - e percorre todos os caminhos possíveis simultaneamente. Como isso é possível? Como um objeto pode percorrer todos os caminhos ao mesmo tempo? (...)

O experimento de dupla fenda afirma que a luz pode ser uma onda ou uma partícula. Porém, o mais surpreende desse experimento não é tanto o dualismo onda-partícula, mas o fato de como ela muda com base na observação. Na prática, os elétrons, se observados, decidem se apresentar como uma onda ou uma partícula, como se “soubesse” que foi observado. Como isso é possível para a consciência? (...)

Quando há uma atenção por parte da consciência, um fóton de luz é emitido, o que faz com que a particula seja “incomodada”. Por que a observação incomoda tanto as partículas ao ponto delas transformarem-se de energia livre, sem forma, para algo definido, com comportamento tão diferente? Como algo pode ter qualidades opostas simultaneamente? Como isso pode mudar apenas com o fato de ser observado?

Quando a matéria é iluminada, o impacto dos fótons de luz nas partículas elementares do corpo, muda a sua posição e velocidade de origem. Quando o fóton atinge a partícula, ele além de ser refletido, também transfere energia e esse aumento de energia é que muda o comportamento da partícula. (...)

Desse fato, o que é importante entender é que a observação, a atenção recebida pelo sujeito em questão, influencia o resultado. A vontade do observador e suas ondas cerebrais são o que perturbam a onda piloto pré-existente da realidade, modelando seus potenciais.

Se a mente do observador, com a simples intenção de observar, afeta a realidade dos fenômenos observados, isso significa que o nosso pensamento, nossas intenções, influenciam de alguma forma a matéria que também compõe nossa estrutura e, consequentemente, muda a nossa realidade. Isso significa que o mundo em que vivemos depende de nós mesmos: somos os cocriadores do Universo.

A Observação Determina a Realidade – Cap. 20

giovedì 16 giugno 2022

O único obstáculo ao teu sucesso é você mesmo

 


“Suas crenças se tornam os seus pensamentos. Seus pensamentos se tornam as suas palavras. Suas palavras se tornam as suas ações. Suas ações se tornam os seus hábitos. Seus hábitos se tornam os seus valores. Seus valores se tornam o seu destino.” (Gandhi)




As crenças são uma ponte entre os nossos valores e experiências concretas, e têm grande poder sobre as nossas vidas, pois funcionam como filtros de nossas experiências, dando sentido ao que acontece. Os sistemas de crenças são, portanto, a base de qualquer processo de mudança.

É sabido que se alguém realmente acredita que pode fazer algo, o fará. E se, da mesma forma, acredita que algo é impossível, nenhum esforço o convencerá do contrário. Henry Ford disse, certa vez: "Se você pensa que pode ou se pensa que não pode, de qualquer forma você estará absolutamente certo!".

As crenças que professamos e que nos acompanham na vida, tornam-se para nós como certezas das quais é difícil nos separarmos e que nos levam a comportamentos na vida cotidiana. As crenças geralmente são transformadas em "profecias" que se tornam realidade, moldando o estilo de uma pessoa.

Geralmente, a crença se cria através da repetição contínua de uma frase ou de um conceito. Diz-se que uma mentira repetida mil vezes se torna uma verdade. Se você repetir ou ouvir a mesma coisa milhares de vezes, isso se tornará uma verdade para você, contanto que você decida acreditar nela.

As crenças reforçam todas as áreas de nossas vidas e podem criar ou destruir a nossa realidade. Elas definem o sentido da ação de uma pessoa, definem a identidade do indivíduo como uma impressão digital e o tornam diferente de qualquer outro ser humano no planeta.

A partir da crença, uma noção racional do indivíduo, em relação ao mundo e a si mesmo, é construída, e é ela que irá determinar o que é possível ou impossível para ele. Ou o que é verdadeiro ou falso.

As suas crenças têm o poder de criar ou destruir. Determinam o que você é hoje e o que será amanhã. A prática da crença, da fé, da ideologia pode, portanto, estimular, incentivar, impulsionar, mobilizar mas pode, também, escravizar, matar e enlouquecer.

O que precisamos é criar um sistema de crenças que ajude-nos a ter atitudes otimistas, compassivas e que nos impulsionem para encontrarmos soluções destinadas a construir caminhos de harmonia e sucesso.

Crenças que nos limitam - Cap. 7

venerdì 17 luglio 2020

Não há realidade que não possamos intervir




De acordo com a física quântica, todos fazemos parte de uma realidade que criamos à medida que a observamos. Por esse motivo, também é possível modificá-la.

Partindo do trabalho do neurocirurgião Karl Pribran, foi levantada a hipótese de que nosso cérebro processa a realidade como se fosse um holograma: assim como a luz do laser ativa uma memória estática que toma forma, nós também, que somos um conjunto de células que emite energia, observando e pensando ativamos o holograma da realidade, ou seja, as memórias presentes, não apenas em nosso campo morfogenético pessoal, mas também aquelas registradas no campo eletromagnético mais amplo do qual fazemos parte. A cada momento, como observador, projetamos nossas intenções emocionais e pensativas para o exterior.

Pelo fato de que o que vejo estou construindo em meu cérebro, segue-se que não há realidade na qual não possamos intervir: através do meu pensamento, que é o laser que produz o holograma, posso mudar a realidade. Uma experiência comum é pensar intensamente sobre algo que em seguida acontece: visualizar um estacionamento e focar um lugar livre que encontraremos, ou imaginar em detalhes uma noite com um certo tipo de ambiente e pessoas e, em seguida, acontecer na realidade uma situação muito semelhante. Quem faz essa experiência, prova o poder da imaginação capaz de criar um pedaço da realidade que se manifesta para nós.

Por que, então, a realidade nem sempre corresponde ao que gostaríamos que fosse?
Porque o cérebro, através de seus vários campos elétricos chamados "estados mentais", processa dados e cria o que percebemos como realidade. Criamos a realidade refletindo o profundo sentimento que temos de nós mesmos. Isso significa que o mundo que observamos fora de nós, é o reflexo do que, inconscientemente, processamos no nível do subconsciente e do inconsciente coletivo.
Não corresponde ao que queremos no nível do consciente, porque afeta apenas uma pequena parte. Por esse motivo, criar uma realidade como encontrar uma vaga no estacionamento e passar uma noite gratificante é mais fácil do que mudar realidades mais complexas, como trabalho e relacionamento com seu parceiro. As primeiras situações são gerenciadas em um nível completamente consciente, mas se eu, embora desejando ganhar muito dinheiro, enraizei em mim mesmo a crença de que os ricos são pessoas corruptas, ou se eu desejo uma promoção, mas instalei em mim a ideia de nunca ser capaz de corresponder ao novo cargo, nada irá acontecer porque o "estado mental" do meu cérebro está processando dados que estão se movendo na direção oposta. No que acredito no profundo do meu inconsciente. Dissolver o véu de separação entre esses diferentes aspectos da elaboração de nós mesmos e do mundo, representa a única maneira de criar voluntária e conscientemente o mundo, a vida e o nós que gostaríamos de ser.

Somos nós que determinamos o que ocorrerá e o que experimentaremos em nossa vida
Segundo a física quântica, potencialmente coexistem infinitas possibilidades. Tudo è possível acontecer. A probabilidade que algo aconteça (em termos técnicos, quando a função de onda entra em colapso) está estreitamente ligada ao ato de observação que se torna coerente com o que esperamos ver. Quando observamos e "escolhemos" um resultado específico, todas as outras possibilidades se tornam inconsistentes com o que vemos e se auto-excluem. Somos nós que determinamos o que ocorrerá e o que experimentaremos em nossa vida com base em nosso ponto de observação. Quando começamos a olhar o mundo de muitos outros pontos de vista, que vão além das crenças limitantes, novos eventos, situações e sincronismos começam a se manifestar.

Somos nós que tornamos nosso universo manifesto, sempre o fizemos, só que não estávamos cientes disso.
Então, como podemos fazê-lo se não estamos cientes disso? Apenas observando, prestando atenção. Aquilo que uma pessoa foca com insistência é o que aparecerá em sua vida, em seu mundo. O fato é que somos nós que o estamos criando: estamos observando as entidades subatômicas que tornam as ondas de energia sólidas que irão formar a matéria do nosso mundo. Isso significa que as coisas que desejamos, podem se manifestar, cada vez que mudamos nosso ponto de observação. Para manifestar grandes mudanças, basta começar a observar o mundo, concentrando-se no que desejamos. Então, se a observação é seguida por uma ação consciente, os efeitos se tornam cada vez mais evidentes e visíveis para todos.

"Não conseguimos nem imaginar um universo que não contenha observadores, porque os próprios elementos básicos do universo são esses atos participativos de observação." John Wheeler

Experimentos sustentam que a realidade é o resultado entre observador e observado. Isso significa que o universo existe porque existe um observador, significa que o sistema de crenças do observador determina a existência da realidade na forma em que ele acredita que seja.
Percebemos um mundo que toma forma em alguns centímetros cúbicos de nosso cérebro, um pequeno lugar onde fazemos experiências da vida, um lugar onde a percepção molda um mundo pessoal. Cada impulso elétrico de seus sentidos (e são milhões por segundo) constrói seu sentimento de ser humano, sua experiência de vida. Mas a experiência ocorre dentro de você, não fora. Não há nada lá fora.

A onda probabilística é baseada no nosso modelo de consciência
Basicamente, o nosso universo é um artefato. Em essência, a consciência é o fator x que é negligenciado em todos os experimentos, mas que explica a maioria dos efeitos observáveis ​​na física quântica. A onda probabilística é baseada em nosso modelo de consciência. Isso significa que, se expandirmos o modelo de nossa realidade pessoal, os resultados mudarão exponencialmente.
Se queremos que algo aconteça a todo custo, nos colocamos na realidade em relação às informações ou objetos em questão. Mas quando expandimos nossa consciência de dentro do nosso coração, acelerando para fora em várias direções, estamos momentaneamente livres dos limites da consciência e transcendemos a barreira da dimensão espaço-tempo.
Mudar a maneira como percebemos a realidade transforma o objeto de nossa observação, que, por sua vez, causa a transformação imediata do resultado final!

O universo existe como um número infinito de possibilidades sobrepostas
Em 1927, Niels Bohr e Werner Heisenberg definiram sua interpretação conhecida como Interpretação de Copenhague, que afirma que o universo existe como um número infinito de possibilidades sobrepostas. Segundo a teoria deles, elas não estão localizadas nem no que chamamos de espaço nem de um estado de existência, mas estão todos presentes simultaneamente em um estado potencial. O ato de uma pessoa que observa esses potenciais possíveis, determina a ativação daquilo em que está focado, ou seja, aquilo que pensa ou espera ver.

Em 1957, Hugh Everett III, da Universidade de Princeton, propôs uma teoria adicional que goza de maior popularidade e apoio, a dos universos paralelos, especificando, também, que todas as possibilidades infinitas são realizadas e acontecem simultaneamente e, uma vez que cada uma ocorre em seu próprio espaço-tempo, não pode ser "vista" simultaneamente pelas outras.

Roger Penrose, um conhecido físico e matemático britânico, acrescenta um outro ingrediente às teorias da realidade - a gravidade. Essa teoria oferece uma resposta possível para o porquê, estando todas simultaneamente no processo de tornar-se, nós percebemos apenas uma: uma vez que toda realidade potencial requer muita energia para se manifestar no mundo da matéria, todas se desmoronam em favor de uma, que, pegando toda a energia disponível, se torna a única realidade.
De todas as teorias alternativas sobre a realidade, a física quântica é a que oferece a maior possibilidade de compreensão da existência.

Vibração é a informação que molda tudo
Deve-se considerar, no entanto, que um século – quando deu início o desenvolvimento da teoria quântica - é um tempo muito pequeno em comparação com a história geral do homem, para determinar uma mudança radical no modelo de pensamento coletivo. É provável que demore várias gerações para que essas novas consciências se tornem parte integrante do conhecimento coletivo e, conseqüentemente, do patrimônio genético da humanidade. Faz parte do processo geral de evolução.

A mente produz informações, o corpo as transforma em sensações e a vibração resultante manifesta uma resposta precisa, observável e mensurável no mundo circundante.
Todos fazemos parte do mesmo organismo e somos todos os seus diferentes pontos de observação / projeção. Mas esse macroorganismo nos deixa livres para agir, vibrar nas frequências que escolhemos deliberadamente, se você preferir, e manifestar a realidade. Escolhemos o filme e ele nos fornece o necessário para manifestá-la, observá-la e experimentá-la.
Essa Consciência oferece a você sua primeira liberdade verdadeira: a de, conscientemente, de forma autônoma e em estado de vigília, escolher a realidade que deseja construir a partir de agora.

Tudo o que você vê, o que não vê, o que sente, o que não sente, o que percebe... TUDO é energia vibratória. Somos seres vibracionais inseridos em um universo vibracional. Vibração é a informação que molda tudo. A lei da vibração, portanto, afirma que tudo vibra e que nós, seres humanos, somos capazes de moldar a realidade através das vibrações que oferecemos.
Toda a humanidade, todo indivíduo que faz parte dela, é um defensor e responsável pelo tempo presente que está experimentando, pela realidade que está criando.

O segredo da saúde física e mental não consiste em reclamar do passado ou se preocupar com o futuro, mas em viver o momento presente com sabedoria e seriedade. A vida só pode acontecer no momento presente. Se o perdemos, perdemos a vida. O amor, no passado, é apenas memória. No futuro, é fantasia. Somente aqui e agora podemos realmente amar. Quando você cuida desse momento, você cuida de todo o tempo. (Buda)