Visualizzazione post con etichetta criando abundancia. Mostra tutti i post
Visualizzazione post con etichetta criando abundancia. Mostra tutti i post

giovedì 29 gennaio 2026

Quem vive inconsciente não prospera

 




A maioria das pessoas passa a vida inteira sem nunca se perguntar, de forma honesta e profunda, quem realmente é. Estima-se que cerca de 95% da população viva em estado de inconsciência. Isso não significa falta de inteligência ou conhecimento intelectual, mas sim uma desconexão com a própria essência.

Vivemos confundindo aquilo que somos com aquilo que sabemos sobre nós mesmos. Dizemos: “sou homem”, “sou mulher”, “sou doutor”, “sou pobre”, “sou rico”, “sou gordo”, “sou magro”, “sou inteligente”, “sou incapaz”. No entanto, tudo isso são apenas rótulos, características, funções sociais ou condições temporárias. Nada disso define quem você é de verdade.
O que você é está além da forma, além da mente e além da história pessoal.
Você não é o seu corpo, porque o corpo muda, envelhece e um dia deixa de existir. Você não é a sua mente, porque pensamentos vêm e vão, emoções oscilam, crenças podem ser transformadas. Tudo aquilo que pode ser observado não é quem observa. Logo, aquilo que você percebe sobre si não pode ser você. Se você observa seus pensamentos, então você não é esses pensamentos. Se você percebe suas emoções, então você não é essas emoções.

O sopro da vida é o que dá sentido à experiência

No centro da sua existência há o sopro da vida — a essência divina, o princípio criador, a consciência que habita e que anima o corpo e a mente e que dá sentido à experiência. Essa é a parte de você que não pode ser ferida, diminuída ou perdida.
O que somos, em essência, é aquele sopro da vida. É a centelha divina, o ânimo vital, A própria vida é o que há de mais essencial em nós. Essa essência não nasce nem morre, não falta nem sobra — ela simplesmente é.
E essa essência fundamental e imutável em qualquer indivíduo, é o que transcende o ego, o corpo físico e as identificações mundanas. É a realização da própria natureza espiritual, a qual está intrinsecamente ligada ao divino.

Nada do que pode ser descrito é quem você é. Nada do que muda pode definir o que é imutável.
Quando você acredita ser apenas o corpo, passa a viver com medo da perda.
Quando acredita ser apenas a mente, vive prisioneiro dos pensamentos.
Quando acredita ser apenas sua história, vive repetindo o passado.
Mas quando você reconhece o sopro divino dentro de si, algo se transforma silenciosamente. Surge um sentimento natural de plenitude. Não porque algo foi conquistado, mas porque algo foi lembrado. A plenitude não é um estado emocional eufórico; é um estado de presença. É a sensação profunda de estar inteiro, aqui e agora.

O reflexo direto de um nível de consciência limitado

Quando uma pessoa se sente estagnada, bloqueada, presa em ciclos de fracasso, frustração ou escassez, isso geralmente não é fruto do acaso ou apenas de circunstâncias externas. Esse estado costuma ser o reflexo direto de um nível de consciência limitado. Uma inconsciência de quem realmente é. A estagnação nasce da escassez interna, e a escassez interna nasce de um estado de inconsciência.
A inconsciência, portanto, não é ignorância sobre o mundo, mas ignorância sobre si mesmo. É não ter consciência de quem se é verdadeiramente. Quando você confunde sua identidade com algo que você não é — um papel, um título, um trauma, uma condição — você perde o contato com o seu EU essencial. E, ao perder esse contato, surge uma profunda desconexão interna.
Quando falamos de escassez interna, não estamos falando só de dinheiro ou recursos externos, mas de um estado de consciência. Um estado em que a pessoa está desconectada da percepção de suficiência, valor próprio e confiança na vida. A partir daí, o mundo é interpretado como ameaça.

Essa desconexão gera um sentimento silencioso, porém constante, de incompletude. A sensação de que falta algo. De que você ainda não é suficiente. De que precisa de alguém para se completar, precisa conquistar mais, provar mais, acumular mais para, só então, se sentir inteiro. Mas nada externo consegue preencher essa lacuna, porque o que falta não está fora — é a consciência do seu verdadeiro eu.
Quando a pessoa não compreende essa desconexão, tenta preenchê-la com coisas externas: dinheiro, status, relacionamentos, validação, controle, poder. Mas como a causa é interna, nenhuma solução externa funciona de forma definitiva. Assim nasce o ciclo da escassez.
A escassez não começa no mundo. Ela começa no nível da consciência.

O nunca possuir o “bastante” não é um número — é uma experiência interna. Esse sentimento de insuficiência cria um estado interno de escassez. E a escassez interna inevitavelmente se manifesta externamente como estagnação, dificuldade, bloqueios e repetição dos mesmos resultados. A vida passa a parecer pesada, limitada, sem fluxo.
A prosperidade verdadeira não é forçada, não é ansiosa, não é desesperada. Ela flui como consequência de um alinhamento interno. Quando o ser está alinhado com sua essência, a vida se organiza ao redor disso. As escolhas se tornam mais conscientes, as ações mais coerentes, e os resultados mais harmônicos.
Forma-se, então, uma espiral ascendente: consciência gera plenitude, plenitude gera abundância,
abundância reforça a confiança na vida.

Por outro lado, quando você se reconecta com o sopro divino, com a vida (essência) pulsando dentro de você, algo muda profundamente. Surge um sentimento natural de plenitude. Não porque você conquistou algo, mas porque lembrou quem você é. Essa plenitude não depende de circunstâncias externas; ela nasce do reconhecimento da própria essência.

Por isso, o caminho mais curto, mais profundo e mais verdadeiro para a prosperidade não está na luta incessante por resultados externos, mas no conhecimento do Eu verdadeiro. É nesse reconhecimento que mora a realização dos sonhos, porque quando você se alinha com quem você realmente é, a vida deixa de ser resistência e passa a ser fluxo.

Prosperar, no fim, não é ter mais. É ser quem sempre fomos.

Por que é tão difícil ganhar na loteria? - Cap. 13

A Luta pela Sobrevivência é necessaria, ou é uma falsa crença? - Cap. XIII




domenica 11 gennaio 2026

A escassez não é uma lei do universo mas um estado de consciência

 


Existe uma narrativa silenciosa que atravessa gerações: a ideia de que o mundo é um lugar de disputa, onde sempre falta algo — dinheiro, tempo, amor, oportunidades. Essa crença não vive apenas na economia ou na política; ela habita o corpo, a mente e até a espiritualidade de muitas pessoas.

A “escassez” que nos ensinaram é, em grande parte, um modelo mental e social, não uma verdade absoluta. Manter uma mentalidade de abundância e manifestá-la envolve consciência, prática diária e alinhamento entre pensamento, emoção e ação.

Cada vez mais, ciência e espiritualidade convergem em um ponto essencial: a forma como percebemos a realidade determina como interagimos com ela. E essa percepção muda radicalmente dependendo do estado interno em que estamos.

Abundância não é negar a realidade, é enxergá-la por inteiro. O mundo tem recursos suficientes, mas eles fluem melhor para quem confia, percebe valor, age com consciência, colabora se sente merecedor. Abundância não é fé cega: é consciência além do modo de sobrevivência.

O cérebro em sobrevivência não acessa o sagrado

Do ponto de vista espiritual, poderíamos chamar isso de desconexão. Do ponto de vista científico, chamamos de modo de sobrevivência.
Quando o cérebro está em modo de sobrevivência, ele faz exatamente o que foi projetado para fazer: enxerga ameaças, reduz possibilidades e economiza energia. Nesse estado, o medo governa as decisões. A criatividade diminui. A confiança desaparece.

A mentalidade de escassez costuma aparecer como medo de perder, comparação constante, sensação de “não é suficiente para mim”, culpa ao receber ou prosperar.

Quando o cérebro percebe ameaça constante — real ou imaginada — ele ativa sistemas primitivos ligados ao medo. A amígdala assume o comando, o cortisol sobe, e o foco se estreita. Nesse estado, o ser humano reage em vez de criar, se fecha em vez de confiar, compete em vez de cooperar.
Não há espaço para intuição, expansão ou sincronicidade quando o corpo acredita que está lutando para sobreviver. Pessoas abundantes veem opções onde outros veem limites. A abundância começa na percepção, não na conta bancária.

E é aqui que uma verdade desconfortável emerge:

Observe seus pensamentos automáticos sobre dinheiro, tempo, amor e oportunidades. O que lhe dizem? Quando surgir “não dá”, “não é para mim”, “vai faltar”, “vou deixar um pouco pra amanhã, troque imediatamente por: “Existe mais do que posso ver agora.”

Não é autoengano — é treinar o cérebro para perceber possibilidades, algo que ele só faz quando não está em modo de sobrevivência. O cérebro aprende por repetição. Com o treino, em pouco tempo se começa a notar oportunidades reais com mais clareza.
A neurociência chama isso de
ativação do sistema reticular: você passa a enxergar o que antes ignorava.
Não é apenas mentalidade. Se trata de estado interno. É uma constatação psicológica e neurológica. O cérebro humano só consegue enxergar oportunidades quando se sente relativamente seguro. Sem isso, ele apenas reage.

Abundância como estado de alinhamento
Espiritualmente, abundância não é acumular. É fluir. Cientificamente, é acessar áreas do cérebro ligadas à criatividade, empatia e visão de longo prazo.
Quando saímos do modo de sobrevivência, o cérebro amplia o campo de percepção, novas conexões neurais se tornam possíveis, soluções antes invisíveis emergem.
É por isso que tantas tradições espirituais falam de entrega, confiança e presença. Não como passividade, mas como regulação interna. Um corpo em paz percebe mais. Uma mente calma, cria melhor.
O novo paradigma: consciência encarnada
Estamos entrando em um momento histórico em que espiritualidade e ciência param de se contradizer e começam a se complementar.

Durante muito tempo, parte da espiritualidade tentou “transcender” o humano. Negar o medo, a dor, a matéria. A ciência veio lembrar algo essencial: não existe iluminação em um sistema nervoso desregulado.

A ciência explica como. A espiritualidade lembra por quê.
Ambas apontam para a mesma direção: regular o medo, ampliar a percepção, confiar no fluxo sem abdicar da ação.

Abundância exige presença no corpo, não fuga dele.

- Não se manifesta abundância a partir do pânico.
- Não se acessa consciência expandida em estado de ameaça.
- Não se cria realidade nova repetindo padrões antigos.
Abundância não é pensar positivo enquanto o corpo treme. É criar segurança interna suficiente para que a vida possa se expressar através de você.

Observe honestamente:
Quantas decisões suas nascem do medo?
Quantos “nãos” você dá à vida antes mesmo de tentar?
Quantas vezes você chama de “realismo” aquilo que, na verdade, é sobrevivência?
Talvez o trabalho espiritual do nosso tempo não seja “manifestar mais”, mas sobreviver menos.

Reprogramar a mente da escassez é um ato de coragem
A mentalidade de escassez costuma aparecer como medo de perder, comparação constante, sensação de “não tem suficiente para mim”, culpa ao receber ou prosperar.

Essas crenças não são verdades universais. São respostas emocionais a um mundo que nos ensinou a sobreviver, não a prosperar.

Abraçar a abundância exige desaprender. Exige questionar crenças herdadas como: “Se alguém ganha, alguém tem que perder”
“Não é para mim”; “Vai faltar”; “Preciso me proteger o tempo todo”

Sair do modo de sobrevivência é um processo. Começa com pequenas escolhas:

Respirar mais fundo. Desacelerar a mente. Reeducar o cérebro. Confiar no fluxo sem abdicar da responsabilidade.
Não é ilusão. Não é negação da realidade. Não é ingenuidade espiritual.
É consciência treinada.
É ciência aplicada ao sagrado.
É sair d
a modalidade de sobrevivência — e, então, finalmente enxergar a abundância que sempre esteve disponível.

Dar sem se anular (o equivoco comum)

reconhecer o que já funciona na sua vida; agir a partir da confiança, mesmo em passos pequenos;
permitir-se receber sem culpa; contribuir sem se anular.

Abundância não é se sacrificar, nem “dar tudo e ficar sem nada”. A lógica correta é:
Dar a partir do excesso, não da falta.
Pode ser: conhecimento, atenção, conexões, valor no seu trabalho
Quando você entrega valor com limites, o mundo responde com reciprocidade (nem sempre da mesma forma, mas sempre de alguma forma).

Alinhar emoção + ação (manifestação real)

Manifestar não é só “pensar positivo”. É pensar como alguém abundante, sentir segurança e merecimento, agir como quem confia no fluxo,

Pergunta poderosa antes de agir:
“O que eu faria hoje se tivesse certeza de que o mundo me apoia?”
Faça isso em pequena escala. Abundância cresce por evidência, não por salto cego.

Um alerta importante:

Separar abundância espiritual de passividade
Abundância não é esperar. É participar. O universo (ou a vida) responde ao movimento.
intenção sem ação = fantasia
ação sem intenção = esforço vazio
intenção + ação = manifestação

Quando nos damos conta de que estamos no modo de sobrevivência, o caminho de saída começa pelo corpo: desacelerar a respiração, trazer presença, criar sensação mínima de segurança. Só então a mente volta a enxergar escolhas. A partir daí, escolhemos agir a partir da confiança — não do medo.

Em essência: segurança primeiro, consciência depois, ação por último.

Tudo o que fazemos na Terra afeta uma outra parte do Universo Cap XXV

A Magia do Momento Presente . Cap. 18

lunedì 16 giugno 2025

A Abundância É um Direito de Nascimento — Mas Nos Fizeram Esquecer

 



Desde o momento em que nascemos, temos um direito natural à vida plena: acesso ao alimento, moradia, afeto, tempo, saúde, descanso, expressão e desenvolvimento. A abundância não é um prêmio, nem um privilégio conquistado por poucos "escolhidos". Ela é a condição de origem da vida.

A natureza não cria escassez por essência. Uma árvore não nega sombra. Um rio não economiza água. O sol não cobra pelo calor. O planeta já nos mostra: a vida tende à generosidade.
Apesar de vivermos em um mundo com recursos suficientes para garantir o bem-estar de todos, mais da metade da população mundial ainda vive com insegurança financeira, falta de acesso à educação, saúde precária e oportunidades limitadas.

A Raiz Invisível: A Mentalidade de Escassez
Além das injustiças externas, a pobreza é um problema sistêmico que se perpetua por um padrão interno e psicológico: a mentalidade de escassez:
“Nunca é suficiente.”
“Não tem pra todo mundo.”
“Não adianta tentar, tudo está contra mim.”
“Rico é rico, pobre é pobre.”
Essa mentalidade não é culpa do indivíduo, mas nasce em contextos de privação, traumas coletivos e exclusão. Ela é aprendida — e, portanto, pode ser desaprendida.

A Construção da Mentira: “Não É Para Você”

A maioria das pessoas foi treinada para pensar pequeno, aprendendo desde cedo — direta ou indiretamente — que:
“Dinheiro é difícil.”
“Sonhar alto é perigoso.”
“Isso não é pra gente como a gente.”
“Quem tem demais, tirou de alguém.”
“Você precisa sofrer muito para merecer alguma coisa.”

Esses discursos de escassez são passados como heranças emocionais, familiares e sociais, geração após geração. Com isso, molda-se uma mentalidade de limite e merecimento condicional:
“Só se eu for bom o suficiente.”
“Só se eu pagar o preço.”
“Só se eu for escolhido.”
“Só se eu tiver sorte.”

Essa mentalidade nos desconecta daquilo que sempre foi nosso: o direito de existir com dignidade e plenitude e que existe abundância de recursos suficientes para todos e estratégias para atraí-la. Precisamos aprender a escolher apenas o que não devemos perseguir, porque há suficiência no mundo, não escassez como nos foi ensinado. Quando você abraça esse novo paradigma, ele muda completamente sua vida.

O Poder de “Desaprender”
Para acessar a abundância como direito, é preciso desaprender o que foi ensinado com base no medo, na escassez e na obediência cega. Desaprender não é esquecer — é reconhecer a mentira e escolher não mais alimentá-la. Isso exige coragem. Porque:
Ir contra o que nos ensinaram parece traição.
Assumir que podemos ter mais pode gerar culpa.
Acreditar que merecemos uma vida melhor pode soar como arrogância.

Mas não é nada disso. Desaprender é um ato de liberdade. É romper com pactos silenciosos de limitação e abrir espaço para uma nova forma de viver — não só para nós, mas para os outros também.

Abundância Não É Ter Muito — É Saber Que Há o Suficiente
Abundância verdadeira não significa acúmulo. Ela não se baseia em ostentação, luxo ou status. Pelo contrário:
Abundância é saber que o que você precisa para viver bem está acessível, é compartilhável e pode crescer com responsabilidade.
É por isso que ela não depende apenas de condições externas — depende de uma reconexão interna com valores como:
Cooperação em vez de competição
Confiança em vez de controle
Generosidade em vez de escassez
Propósito em vez de sobrevivência

A Abundância é um Direito, Não um Privilégio
A mentalidade de abundância não é sobre “pensamento mágico”, mas sobre criar condições internas e externas para que a vida floresça para todos.

A mudança começa quando reconhecemos que viver com dignidade não é um sonho utópico, mas um direito humano básico. Combater a pobreza exige ações concretas — políticas públicas, redes de solidariedade, justiça econômica. Mas também exige desmontar as prisões mentais que herdamos.

A verdadeira revolução não é só econômica. É também mental, cultural e espiritual.

Se tratarmos a abundância como um direito universal e não como um privilégio pessoal, o impacto é coletivo:
Um agricultor que entende seu valor planta com mais cuidado.
Uma criança que cresce sentindo que é digna, aprende melhor.
Uma comunidade que se reconhece como suficiente, se organiza melhor.

Caminhos para uma Mentalidade de Abundância
Educação emocional e financeira;
Aprender a lidar com o dinheiro, emoções e planejamento desde cedo é revolucionário.
Cultivar uma nova narrativa coletiva;
Trocar o “não posso” por “como posso?”. Incentivar histórias de superação realistas, não idealizadas.

Para Refletir:
O que me ensinaram sobre dinheiro, sucesso e merecimento que talvez não seja verdade?
Quais ideias de escassez eu ainda carrego e protejo sem perceber?
Onde eu posso começar a viver como se já fosse suficiente?

O antídoto para uma mentalidade de escassez é exercitar uma mentalidade de abundância voltada para possibilidades infinitas, que acredita que o melhor ainda está por vir e que as ideias, os recursos e o amor são ilimitados.
A escassez gera medo. O medo isola. A abundância compartilha. E o compartilhamento cura.

Por que é difícil realizar desejos mais complexos? Cap. 13

Criando Abundância – Cap. XIII





venerdì 20 ottobre 2023

Os pensamentos são correntes eletromagnéticas que podem atrair bons ou maus resultados!

 


Il pensamento é o processo pelo qual podemos absorver o Espírito de Poder e manter o resultado em nossa consciência interior, até se tornar uma parte de nossa consciência comum. O homem que pode mudar a si mesmo, aperfeiçoar-se, recrear-se, apropriar-se do seu ambiente e controlar o seu destino, é o resultado de cada mente, amplamente despertada para o poder da razão na ação construtiva”. Larson.

Os pensamentos geram sentimentos que impulsionam às ações. São correntes magnéticas e têm uma frequência. Quando você pensa, as energias são emitidas para um campo Universal e, magneticamente, podem atrair tudo o que está na mesma frequência. Seja para o bem, seja para o mal. Vibrar em uma alta frequência significa produzir resultados positivos e vice-versa. A frequência do amor, que fica em trono de 528 Hertz é a mais alta. A baixa frequência que é do ódio, rancor, mágoa, tristeza... ficam em torno de 20 Hertz a 100 Hertz. Mudando os sentimentos vai-se mudando também a frequência, como se girássemos o botão de um rádio, procurando sintonizar na estação preferida. A corrente dos nossos pensamentos é, naturalmente, também uma questão de freqüência ou a taxa do ritmo da vibração sonora. Quando a corrente dos nossos pensamentos é bloqueada pela vibração densa e mais lenta de outros pensamentos, a corrente não pode levar à manifestaçao desejada. Estes baixos pensamentos terão o efeito de bloquear e de provocar um curto-circuito na nossa corrente criativa, no nosso poder, concedido por Deus, de manifestar a realidade que escolhermos. Como a corrente elétrica que chega em sua casa, se não for concertada a disfuncionalidade, continuará a dar problemas e sua vida não vai funcionar de modo eficaz. A realidade que experimentamos na nossa vida poderá estar muito longe do pretendido. A razão para isso reside nos pensamentos do medo, da dor, da impotência e culpa, que são muito densos e de vibração inferior. Em síntese, tudo o que você emitir retornará para você.

A Mente Universal responde sempre ao que você estiver prestando atenção

Fazemos escolhas a cada momento de nossas vidas, consciente ou inconscientemente. Escolhendo inconscientemente, corremos o risco de receber tanto o desejável, quanto o indesejável porque tudo o que fazemos ou obtemos em um único dia, é o resultado de nossas escolhas: Vou de carro ou a pé, como hambúrguer ou salada, me visto de rosa ou de azul? Todas essas escolhas, no final, trazem com si um bom ou mau resultado. A Mente ou Campo Universal responde sempre e tenta de dar forma ao que você estiver prestando atenção, que seja positivo ou negativo. Esta mente nunca julga. Ela recebe informações através do poder dos pensamentos, procurando os meios de materializá-los.

A electricidade é uma forma de movimento e seu efeito depende do mecanismo que estão ligados a ela. Deste mecanismo, é que dependerá a obtenção ou não do calor, luz, energia, música ou qualquer outra demonstração maravilhosa de poder com a qual essa energia vital é aproveitada.

Quando o fluxo de corrente elétrica se comporta como deve ser, a eletricidade funciona perfeitamente. Sendo o nosso próprio pensamento, uma forma de corrente eletromagnética, o mesmo deveria valer por aquilo que se manifesta em nossas experiências de vida. Se não houver uma avaria no equipamento, nenhum bloqueio de corrente, então a nossa realidade deve funcionar perfeitamente. O pensamento é a mente em movimento (assim como o vento é ar em movimento), e seu efeito depende inteiramente do mecanismo com o qual está conectado. Aqui, então, está o segredo de todo o poder mental: depende apenas do mecanismo ao qual està conectado.

Através de todas as épocas, as pessoas acreditavam em um poder invisível, com o qual e por meio do qual, todas as coisas foram criadas e são constantemente recriadas. Podemos dar personalidade a este poder e chamá-lo Deus, ou podemos pensar nele como a essência do espírito que permeia todas as coisas, mas em ambos os casos, o efeito é o mesmo.

Existe o grande mundo mental em que vivemos, nos movemos e onde temos o nosso SER, este mundo é onipotente, onisciente e onipresente, que irá responder aos nossos desejos em proporção direta com as nossas intenções e nossa fé; a intenção deve estar em harmonia com a lei de nosso ser, e por isso devem ser criativas e construtivas; a nossa fé deve ser muito forte para gerar um nível de corrente suficiente para levar à manifestação das nossas intenções, ou seja, os resultados serão do tamanho da nossa fé, ela é o interruptor da luz, você deve ter a certeza de que ao apertar o botão, a luz se acenderá, sem nenhuma preocupação de que isso não possa acontecer. Essa é a etiqueta de qualquer teste científico.

Os efeitos produzidos no mundo exterior, são o resultado da ação e reação do individual sobre o universal; este é o processo que chamamos de pensamento e o cérebro é o órgão através do qual este processo se conclui.

O dinheiro representa o fluxo da energia que está por trás dele

Todos nós temos muitas crenças sobre o dinheiro que não têm nada a ver com aquilo que o dinheiro realmente representa.

O dinheiro é simplesmente representante do fluxo da energia que está por trás dele - nada mais, nada menos. Não há nada inerentemente bom ou mau sobre o papel e as moedas que usamos para representar este fluxo.

Você deve aceitar o fato de que é merecedor da abundância da riqueza. A prosperidade em sua vida deve representar o elo da crença de que você a merece. À mercê de crenças totalmente infundadas, aprendemos que o dinheiro não traz benefícios e que a riqueza não leva aos céus mas as boas ações, que apenas poucos são merecedores... Enquanto seres terrenos, é honroso aceitar e desfrutar de todas as riquezas que o Universo propõe à humanidade. Tudo è simplesmente ENERGIA! E como qualquer energia, você pode usá-la, para o beneficio ou não, de si mesmo e dos outros.

Não é a natureza do dinheiro em si que determina a maneira pela qual as pessoas o obtem e o usa. O dinheiro em si não cria condições de abundância ou escassez. O dinheiro não tem controle nem sobre você, nem sobre os outros e não fornece interesses adquiridos. O dinheiro não te faz sofrer pela sua falta. O dinheiro simplesmente responde à entrada de energia da pessoa que ganha e o gasta.

Para ser capaz de parar de ceder o seu poder ao dinheiro, é preciso se destacar e olhar o dinheiro pelo que ele é. Não há nada para julgar em mérito ao dinheiro. Ele, por si só, não causa o bem ou o mal.

Você só pode receber aquilo que dá

A riqueza ou a posição prematuras, não poderão, porém, ser mantidas quando não são obtidas em conformidade com as Leis Naturais. O ser humano, assim como o Universo, há uma plenitude. É, por natureza, “cheio”. Você nao pode acrescentar mais água em um copo cheio, mas pode trocar parte dessa água. Você só pode receber aquilo que dá, Essa troca é necessaria para manter um equilibrio de “entrada” e “saída”. Aqueles que procuram obter, sem dar, descobrirão que a lei da compensação restaura inexorávelmente o exato equilíbrio. Quando você começar a perder, quando pense que algo lhe foi tirado, não reclame nem dê a culpa a ninguém. O motivo é que seu copo está muito cheio ao ponto de não caber mais nada, e o Universo está apenas tirando parte dele para manter o equilibrio.

O fluxo de energia sob forma de corrente elétrica, a partir da perspectiva do dinheiro.

Se você quiser atrair um fluxo maior de dinheiro em sua vida, você precisa fazer alguns ajustes energéticos em seus pensamentos e em seu ser. Nós controlamos o dinheiro, e ele responde às energias que fazemos circular no mundo. Não é o dinheiro que nos deva controlar, mesmo que às vezes possa parecer dessa maneira.

Você pode usar a energia que o dinheiro representa para tornar a sua vida terrena rica e cheia de alegria, ou você pode usar essa energia para se infligir dor e sofrimento. A nova ciência e a física quântica hoje confirma que tudo é energia. Tudo o que conhecemos como realidade criada, na verdade é energia em movimento sob a forma de ondas sonoras que vibram a um determinado nível de freqüência. São os padrões das ondas sonoras que formam a matéria densa e a natureza transparente da terra, tornando-as mais leve do que os planos etéreos e, até as dimensões mais elevadas, onde tudo é um padrão em movimento de luzes e cores. É o ritmo das vibrações ou freqüência das ondas, que determina a natureza de sua manifestação na realidade.

O dinheiro é simplesmente matéria assunto, em si mesmo. É papel ou metal. Não tem um poder próprio, nem tem uma própria força. O seu fluxo é determinado pela corrente eletromagnética do pensamento que lhe está por trás. É o pool coletivo desses pensamentos eletromagnéticos, na consciência planetária, que determina a natureza dos sistemas monetários do mundo. Os pensamentos e os sistemas de crenças que temos em relação ao dinheiro e à abundância, representa as manifestações do nosso alinhamento de frequência sobre este plano. Estes são, de fato, apoiados e reforçados por semelhantes pensamentos e sistemas de crenças da maioria da humanidade.

Mas você pode, contudo, ter o controle de sua corrente eletromagnética que vai criar a forma em que a energia por trás do dinheiro irá fluir em sua a vida. Se você procurar manter os cabos livres, a energia que é representado pelo dinheiro fluirá dentro e fora, sem problemas e regularmente.

A Lei do Equilibrio do Universo ou lei da Compensação – Cap. 10

Criando Abundancia - Cap. XIII


Fonte: Fonte: A Chave Suprema – C.Haanel