martedì 11 giugno 2019

Gorduras saturadas ajudam a perder peso!




"São as gorduras que estão te deixando gordo?" É hora de dissipar esse mito.

Não há nada mais falso e, nos últimos tempos, cada vez mais estudiosos chegam à mesma conclusão: as gorduras não são nossos inimigos. Ao contrario, podem salvar nossas vidas.
Quando você come gorduras saudáveis ​​em uma refeição (como óleo de coco, manteiga orgânica, ghee ou manteiga de cabra orgânica), isso retarda a absorção de alimentos e dura mais tempo sem sentir fome.

Uma série de estudos vem comprovando que uma dieta pobre em gorduras não tem nenhuma influência na diminuição do risco de ataques cardíacos, nem do risco de morte. Além do que, as pessoas que adotam esse tipo de dieta não têm nenhum resultado significativo na balança.

As funções das gorduras saturadas no nosso corpo
Elas constituem pelo menos 50% das membranas celulares (e de fato, nas gorduras do leite materno estão presentes cerca de 48%).

Desempenham um papel vital na saúde dos nossos ossos. Para que o cálcio seja bem integrado aos ossos, cerca de 50% da gordura da dieta deve ser saturada.

Elas são necessárias para o uso correto de ácidos graxos poliinsaturados. Os ácidos graxos ômega 3 são melhor preservados nos tecidos quando a dieta é rica em gorduras saturadas.

O ácido palmítico é uma gordura (saturada) encontrada ao redor do músculo cardíaco e o protege.
Estudos recentes não tem conseguido mostrar nenhuma associação significativa entre o consumo de gorduras saturadas e riscos de problemas cardiovasculares. Pelo contrário, a gordura saturada tem mostrado ter efeito protetor!

Nem todas as gorduras saturadas são animais. Há também algumas de origem vegetal, que até recentemente também não eram recomendadas, como a do coco, cujas propriedades benéficas estão cada vez mais emergendo (para o bom funcionamento da tiróide e, graças ao ácido láurico contido nela, devido às suas propriedades antibacterianas e antivirais).

Gorduras animais, colesterol e até mesmo gorduras saturadas vegetais, demonizadas por muito tempo, agora começam a ser parcialmente reavaliadas, mas a reavaliação prossegue muito devagar, e nas diretrizes "oficiais", nos conselhos dietéticos populares e na opinião pública são ainda vistas como prejudicial e deve ser evitado.

Algumas pessoas, de fato, precisam adotar uma dieta pobre em gorduras saturadas. Por isso, é muito importante que você consulte o seu médico e fala os devidos exames antes de mudar sua dieta drasticamente.

Gorduras que podem prejudicar sua saúde

- Óleos de sementes refinadas e margarinas

Mais e mais pessoas estão substituindo as gorduras animais, como manteiga, por óleos refinados e margarinas.

A dietética tradicional os identifica como produtos light e saudáveis, mas a realidade é outra: o consumo de margarinas e gorduras vegetais hidrogenadas é muito perigoso!

Na verdade essas gorduras:
- causam pressão alta
- aumentam os níveis de colesterol
-aumentam os riscos de ataque cardíaco, câncer e outras doenças degenerativas.

Por esta razão, devem absolutamente ser eliminados da nossa dieta.

As gorduras trans, que está em outra classe de gorduras, também é extremante prejudicial, pois são produzidas a partir das exposição de óleos vegetais poli-insaturados de um processo químico que envolve a alta temperatura, o gás de hidrogênio e um catalisador de metal.

Inúmeros estudos mostram que as gorduras trans levam à resistência à insulina, inflamação, acúmulo de gordura da barriga e aumentam drasticamente o risco de doença cardíaca.

Coma alimentos ricos em gorduras saturadas, monoinsaturadas e ômega 3, mas fuja das gorduras trans e dos óleos vegetais processados, pois esses são os verdadeiros vilões da sua saúde e do seu emagrecimento.



https://www.energytraining.it/

mercoledì 5 giugno 2019

Viver além do conceito “Certo/Errado




Crescer significa aprender. E nós aprendemos, comparando-nos com as nossas escolhas. Certo ou errado são dois resultados das nossas escolhas. Nós somos o que pensamos. Nós temos o poder de escolher livremente o que pensar.
O pensamento cria a ação. Se o nosso pensamento é construtivo e harmonioso, o resultado será o bem; se o nosso pensamento é destrutivo ou disarmônico, o resultado será o mal.

Há uma lei, um princípio, uma causa, uma Fonte de Poder, na qual estamos todos conectados, e o bem ou o mal são apenas palavras cunhadas para descrever o resultado da nossa ação, ou do nosso cumprimento ou não cumprimento dessa lei. O resultado do nosso pensamento é regido por essa lei imutável!

Nossas vidas não estão sujeitas aos caprichos ou instabilidades de qualquer tipo. Elas são governadas por uma lei estável. Esta estabilidade é a nossa oportunidade, porque estando de acordo com a lei podemos alcançar o efeito desejado com precisão invariável. É a Lei que faz do Universo um grandioso hino à harmonia. Se não fosse pela lei, o Universo seria um caos em vez de um Cosmos.

As divergências culturais diferenciam também, o julgamento comportamental do indivíduo. Os seres humanos acham natural observar o comportamento de uma pessoa e conectá-la ao seu background cultural que irá criar os habitos de pensamento. Esse background cultural é o que, na realidade, determina o julgamento que fazemos a uma açao ou pessoa; e os hábitos, são o que causam os resultatos obtidos.

Como substituir os maus-hábitos e ser feliz!
Cada linha de pensamento, tem a certeza de produzir seu resultado no caráter, na saúde e nas circunstâncias do indivíduo. Os métodos pelos quais podemos substituir os hábitos que nos trouxeram somente efeitos indesejados, com hábitos de pensamento construtivo, são fundamentais. O caminho mais rápido para alterar um pensamento arraigado, ou uma idéia promotora, é o de reverter a seqüência de pensamento-palavra-ação. Executar a ação sobre a qual você pretende haver um pensamento novo. Em seguida, pronunciar as palavras das quais você deseja ter um novo conceito. Faça isso com muita frequência e você terá uma mente treinada para pensar de uma forma totalmente renovada.

Lembra-se daquele velho ditado: Pense antes de agir? Bem, Nem sempre funciona dessa forma. Se você quiser mudar um pensamento arraigado, você deve agir antes de pensar. Quando você quiser mudar um pensamento arraigado, aja de acordo com a nova idéia que lhe veio em mente. Mas você deve fazê-lo rapidamente, caso contrário, sua mente irà suprimir essa idéia antes que você perceba. Por isso, aja rapidamente quando a oportunidade se apresenta, e se você fizer isso com bastante frequência, sua mente vai acabar aceitando a idéia. Será o seu novo pensamento.

O que é certo, o que é errado?
As idéias de "certo" e "errado" variam muito conforme a cultura, a época, religião, lugar, muitas vezes da pessoa. Você pode mostrar-lhes que o que algum dia já foi considerado certo, por exemplo, enviar à fogueira sob a acusação de bruxaria, hoje é considerado errado.

A filosofia e a religião têm se debruçado ao longo dos textos ancestrais, meditado sobre tudo que os cerca para tentar conseguir algum vislumbre sobre o que verdadeiramente significa certo e/ou errado, pois o seu diferencial deturpa o real sentido de tudo que existe.
Para se praticar o certo, a humanidade inventou leis e mais leis, como referencial de que as pessoas que não estivessem nestes parâmetros estariam erradas, todavia, estas leis têm refletido as vontades de quem está no poder, criando seus códigos de costumes, que quase sempre não significam o que é certo espiritualmente. Para respaldar melhor esta questão, verifica-se que quem confeccionou alguns destes ditames atribuiu a um ser divino a ordem maior na elaboração de princípios para que todos seguissem fielmente sem questionamentos e nem desobediência, porque são ordens de Deus. Com as leis, aplicaram-se as maiores arbitrariedades universais em nome de um Criador Maior que não iria passar ordens para fazer o errado em nome do certo, como a história está repleta de fatos que mostram a truculência de seres humanos em nome de um suposto Pai celestial.

Quando se fala em certo e/ou errado não há como deixar de lado a problemática do direito, não como peça formal de um judiciário, mas como um parâmetro de liberdade que todos têm, cuja limitação humana toma para alguns o conceito de certo, e para os demais a reprovação do que está errado. Dentro destes conceitos, a liberdade individual aparece como uma limitação inconsciente, ao considerar que as pessoas ultrapassam o seu nível de liberdade em detrimento das liberdades alheias.
Justamente para coibir os excessos de liberdade de uns sobre os outros é que surgiram as leis, as normas, como objetivo de minorar a fúria de alguém sobre os demais, tudo isto porque o certo, e o errado ainda são incógnitas para a maioria dos habitantes do planeta.

O Poder da consciência coletiva
Tudo o que acontece, todas as experiências são projetados para criar oportunidades. Não devem ser consideradas como "obras do diabo", "castigo divino", "recompensas celestiais" etc. É o que pensamos, fazemos e a nossa relação a estes eventos, que irão dar um significado ao termo. Os eventos e as experiências, são criados por nós mesmos, individualmente ou coletivamente.
A consciência coletiva é muito poderosa e muitas vezes consegue suprimir aquela individual, se não tomar cuidado.

Quando se pensa que alguém tenha feito algo "errado", a sentença depende não tanto pelo que essa pessoa fez, mas do tempo e do lugar em que ela fez. Errado é um termo relativo, significando o oposto do que chamamos de "certo". O certo ou errado são apenas definições que atribuímos aos eventos e circunstâncias, de acordo com as nossas decisões em questão. E o que constitue a base das nossas decisões são nossas próprias experiências.

Não existem erros nem acasos.
Inegavelmente, o certo e/ou errado quando não se tem consciência de si próprio, quando as condições pessoais não conduzem ao pensar, o certo parte claramente do pragmatismo, do que se vai convencionando pela experiência e daí se cria a relatividade do termo a passos lentos sem o raciocinar intelectualmente falando. Não se pode dizer que isto acontece do mesmo modo no ocaso do século XX, tendo em vista que o nível intelectual é diferente do daqueles que viveram nos primórdios da humanidade, cujos conceitos foram surgindo pela convivência diária entre todos. No final do século XX, o nível de raciocínio é muito grande, já tendo entendimento do certo e/ou do errado não mais pelo pragmatismo, mas pela formação de uma consciência, de uma libertação da ignorância que sempre dificultou o progresso do ser humano de todos os tempos.

Todos os erros que cometemos, não passam de erros por ignorância. A aquisição do conhecimento e do seu conseqüente poder é o que determina crescimento e evolução. A identificação e demonstração do conhecimento é o que constitui o poder, e este poder é espiritual, e esta força espiritual é o poder que reside no coração de todas as coisas, é a alma do universo.
Esta sabedoria é o resultado da capacidade dos homens de pensar e o pensamento é a semente da evolução consciente da humanidade. Quando o homem deixa de avançar em seus pensamentos e idéais, suas forças imediatamente começam a desvanecer e a sua fisionomia, gradualmente, manifesta essa mudança de condições.

Se você tem sido fiel ao seu ideal, você entenderá quando as circunstâncias estão prontas para materializar seus planos, e os resultados serão na exata proporção de sua fidelidade ao ideal.
O ideal firmemente mantido, é o que predetermina e atrai as condições necessárias para seu cumprimento. É desta forma que você pode tecer a roupa do espírito e do poder na trama de sua inteira existência; é assim que você pode viver uma vida maravilhosa e ser sempre protegido contra qualquer dano; é desse modo que você pode se tornar uma força positiva, mediante a qual, as condições de opulência e harmonia possam ser atraídas para você. Sem nada de bem ou mal, certo ou errado.

Lembre-se: A ação é o pensamento que floresce, e as condições são o resultado da ação, então, você sempre tem em sua posse as ferramentas com as quais, certamente e inevitavelmente, criará ou não a si mesmo, e alegria ou sofrimento será a recompensa. A Lei decorre eternamente até a transcendermos.


Fonte: O sistema da chave mestra, Conversando com Deus
http://www.eumed.net/libros-gratis/2006b/lgs-comp/1e.htm

giovedì 30 maggio 2019

La guarigione quantica o non-locale accantona la illusione della separatività




I nostri corpi sono una proiezione olografica della nostra coscienza e sono la somma totale di ciò che crediamo e pensiamo di noi stessi.

La nuova fisica indica con veemenza che siamo tutti collegati olisticamente in un dominio condiviso che è più sottile del livello fisico e che chiamiamo subspace (subspazio), campo zero, vuoto fluttuante, o campo scalare.

La base biologica di questo campo, la possiamo trovare nella comunicazione cellulare. Nel fluido extracellulare tra ogni cellula del corpo umano, c’è l’ingresso al livello quantico. Alcuni studi sulla membrana cellulare e la comunicazione infracellulare ci hanno condotto ad una comprensione sul fatto che la comunicazione finale possa essere veicolata da pacchetti di energia di luce, i fotoni.

Guarigioni “Miracolose” - guarigione quantica o non-locale (a distanza)
Quando se parla di guarigioni “miracolose”, in grado appunto di modificare la realtà istantaneamente e a distanza, in genere la maggior parte di noi ha una reazione di scetticismo o incredulità.

Il pilastro fondamentale su cui si basa la guarigione a distanza, è che la realtà materiale può essere in qualche modo influenzata da una forza immateriale e sottile. In termini più precisi potremmo intendere questa forza come energia.
In altre parole potremmo dire che una magia, una guarigione o un miracolo, a tutti gli effetti sono atti energetici.

Einstein ci spiega come massa ed energia non sono concetti opposti ma sono due facce della stessa medaglia: ovvero la massa che noi percepiamo come solida e concreta non è nient’altro che energia.

Quella che noi chiamiamo realtà materiale è semplicemente energia condensata.
Quando operiamo a livello energetico possiamo quindi influire sulla materia, visto che la materia e l’energia sono intrinsecamente connesse.

Se applichiamo intenzionalmente la guarigione, sembra che possiamo influenzare il corpo-mente e i campi di energia di altri individui, animali, piante e persino dell’intero pianeta.
La guarigione quantica o non-locale accantona la illusione della separatività, a cui il nostro sistema percettivo tridimensionale ci dice di credere.

Se riusciamo a cambiare le convinzioni che abbiamo su noi stessi, e in tal modo cambiare l’energia che definisce il nostro campo energetico umano, allora potremo cambiare l’impronta energetica alla quale si conformano i nostri corpi.

Tutte le componenti dell’essere umano, da quelle percepibili dai nostri sensi a quelle meno note come anima e psiche, dialogano a livello sottile, quantico, e tra loro c’è un continuo scambio di energia ed informazioni che fa sì che l’uomo, se sta bene, rimanga in uno stato armonico.

Quando corpo, mente e spirito rispondono in risonanza, si ristabilisce una integrità olistica. Dispositivi di diagnosi medica come la PET (Tomografia ad emissione di positroni), la MRI (l’imaging a risonanza magnetica), la fMRI (La risonanza magnetica funzionale) spesso producono risultati che consentono affermazioni sulla dimostrabilità di un campo di energia umana che coesiste con il corpo fisico.

Le interazioni fisiologiche delle tecniche di riequilibrio dello stress emozionale, come la meditazione e l’autoipnosi, hanno profondi effetti sia nella salute che nella malattia.

Il Campo Intelligente
La fisica quantistica ha permesso anche la scoperta di quello che viene definito il cosiddetto campo quantico, cioè un campo intelligente che lo stesso Planck definì come una forza che fa vibrare le particelle atomiche e che tiene insieme quel minuscolo sistema solare che è l’atomo.

Abbiamo compreso quindi una verità straordinaria, ovvero che ogni cosa esistente nell’universo è immersa ed è parte di questo campo intelligente che tiene tutto unito e compatto e che mette in comunicazione ogni parte con tutte le altre.

Noi stessi facciamo parte del campo quantico e siamo composti di pura energia, siamo tutti interconnessi in una grande rete quantica.

Quindi quella che chiamiamo magia o miracolo non è altro che un’informazione, o per così dire una forma di energia, che si propaga all’interno della rete quantistica.

Nessuno sa veramente come funziona la guarigione non locale, ma il legame empatico è un aspetto importante. La teoria del caos descrive come la guarigione “emergente” dipenda da principi non locali dell’auto-organizzazione della natura stessa.

Dal caos “emerge” un campo e influenza direttamente i campi di energia corpo-mente dell’organismo. Crediamo che l’entrainment terapeutico, presente nella situazione di guarigione, possa essere intenzionalmente amplificato dalla mente, per mobilizzare il processo di guarigione.

L’inconscio svolge un ruolo in una guarigione del genere, perché tutti i modelli usati durante la guarigione, si trovano negli archivi olografici del nostro inconscio. Non è possibile differenziare la guarigione locale da quella non locale. Tutta la guarigione è sostanzialmente in remoto (a distanza), indipendentemente da quanta distanza ci sia tra il guaritore e il paziente.

Presumiamo che un dispositivo cibernetico diventi ora una terza messa a fuoco della coscienza nei processi di guarigione, tradizionalmente visti come implicanti solo la coscienza di due persone.

Da un punto di vista spirituale, quando accade la guarigione, il processo avviene a un livello di energia, dove tutta la coscienza è una. Di conseguenza, per definizione, il dispositivo cibernetico ha la forma di una coscienza eletttromagnetica che può anche manifestarsi a un livello energetico dove tutta la coscienza è una.

Il fatto che la guarigione non locale scateni emozioni e sia controversa, non significa che dovremmo smettere di cercare una relazione più profonda tra la psiche, la materia e i campi di energia umana.

Al contrario, richiede che ci sia una ulteriore esplorazione e applicazione, con mente e cuore aperti. Sebbene la ricerca sia importante, la scienza occidentale è ossessionata dalla sciocca ripetizione di cercare i più piccoli dati, escludendo tecniche e metodologie utili. Ci può essere un modo per equilibrare che sia di buon senso e umano.

La guarigione non locale, modulata da principi e metodologie della Dissonance Resolution Meditation (DRM) e del feedback quantico (QBF), è radicata in modelli che descrivono principi di non località di irrilevanza spazio-temporale, quando si tratta di andare dalle dimensioni della meccanica quantistica ai livelli più sottili dei campi quantici, del subspazio quantico e della teoria delle stringhe.
Inoltre, con questa teoria Einstein ci spiega chiaramente che anche lo spazio e il tempo sono relativi, addirittura oggi – grazie alle nuove scoperte della fisica quantistica – è stato dimostrato che passato, presente e futuro non esistono realmente.
Esiste piuttosto un eterno momento presente: si è dimostrato infatti che le particelle possono viaggiare nel tempo e nello spazio in maniera simultanea è completamente svincolate da ogni logica di spazio-tempo.

Questa teoria è assolutamente aderente agli insegnamenti spirituali che ritroviamo nei Veda, gli antichissimi testi sacri dell’induismo.

Insomma il mondo quantico ha completamente rivoluzionato tutte le conoscenze che avevamo e il nostro modo di pensare, offrendoci una visione più ampia, quella delle infinite possibilità.

Ecco che in questa ottica la magia o i miracoli assumono un senso molto più concreto è meno astratto. L’impossibile diventa possibile e la magia, intesa come evento soprannaturale, forse fa proprio parte della natura. Allora diventano possibili anche i miracoli: una guarigione miracolosa non è altro che un cambio di stato “quantico”.



venerdì 24 maggio 2019

Un computer quantistico è riuscito a vedere 16 futuri differenti




A differenza dei computer classici, che memorizzano le informazioni come bit (cifre di 0 o 1), i computer quantici codificano le informazioni in bit quantici o qubit. Queste particelle subatomiche, grazie alle leggi della meccanica quantistica, possono esistere in due stati diversi - 0 e 1 - allo stesso tempo.
Memorizzare più esiti diversi in un singolo qubit potrebbe far risparmiare una tonnellata di memoria rispetto ai computer tradizionali, specialmente quando si tratta di fare previsioni complicate.

In uno studio pubblicato il 9 Aprile sulla rivista Nature Communications, Mile Gu, un assistente professore di fisica alla Nanyang Technological University di Singapore, insieme ai suoi colleghi, usando un nuovo simulatore quantistico ha dimostrato di essere in grado di prevedere i risultati di 16 diversi futuri.

Questi possibili futuri sono stati codificati in un singolo fotone (una particella di luce quantistica) che si spostava su più percorsi contemporaneamente mentre passava attraverso diversi sensori. Poi, i ricercatori hanno sparato due fotoni, e hanno monitorato il modo in cui i potenziali futuri di ciascun fotone sono stati divergenti in condizioni leggermente diverse.

È possibile generare contemporaneamente tutti i futuri possibili e osservarli tutti, per scegliere quello migliore?

Nella realtà macroscopica, quella che conosciamo e che è dominata dalle leggi della fisica classica, sicuramente no. Ma gli scienziati, oggi, hanno provato a farlo nel mondo invisibile dell’infinitamente piccolo attraverso il computer quantistico. Un gruppo coordinato dall’università di Griffith ha sviluppato un prototipo di dispositivo quantistico che è in grado di generare contemporaneamente tutti gli scenari futuri possibili – in questo caso non si tratta di situazioni reali ma di stati quantistici.

Non si tratta di prevedere il futuro ma di produrre simultaneamente, attraverso un complesso algoritmo quantistico, tutti i potenziali esiti di una determinata operazione, per poter scegliere al meglio.

In ogni istante moltissime possibilità
Ogni scelta che ci si presenta può portare a diversi esiti: ad esempio nel film Sliding doors si vedono scorrere due futuri molto diversi. Moltiplicate il tutto per il numero di scelte che si presentano in ogni istante e avrete un’idea di quanti possibili futuri esistono ogni giorno.

“Quando pensiamo al futuro” - sottolinea Mile Gu, che ha sviluppato l’algoritmo quantistico alla base del prototipo - “ci confrontiamo con una vasta gamma di possibilità. Queste possibilità crescono esponenzialmente in ogni istante, mano a mano che si va nel futuro.
Anche se avessimo soltanto due diverse strade da scegliere ogni minuto, in meno di mezz’ora si sarebbero creati 14 milioni di possibili futuri”. Insomma, si tratterebbe di un mare di futuri che non conosciamo.

Una sovrapposizione quantistica
Gli autori hanno realizzato un dispositivo che potesse riprodurre una sovrapposizione quantistica. Per farlo hanno sviluppato un particolare processore quantistico, in cui i possibili esiti (dunque i futuri) di un determinato processo decisionale sono rappresentati dalla posizione dei fotoni, i quanti di luce.
Studiando questa sovrapposizione di stati fisici, puramente teorici, gli autori, partendo da considerazioni matematiche, hanno sviluppato l’algoritmo capace di esaminare tutti questi futuri.

È quanto avviene nel caso ampiamente studiato del gatto di Schrödinger, che si trova in una scatola e che è contemporaneamente vivo e morto: lo stato di vita e quello di morte rappresentano una somma matematica e sono entrambi possibili con la stessa probabilità. E soltanto quando si verifica un intervento dall’esterno, cioè un osservatore apre la scatola – in altre parole si compie una scelta – si determina con certezza se il gatto è vivo oppure morto. Questo è quanto hanno realizzato i ricercatori, ma non solo con due futuri possibili, ma con tanti futuri.

"Immagina che ci sia una scatola, e al suo interno c'è una moneta", ha spiegato Gu. "Ad ogni fase del processo, qualcuno scuote un la scatola e la moneta ha una piccola probabilità di essere lanciata."
A differenza di un lancio di monete tradizionale, in cui il risultato ha sempre le stesse possibilità di essere testa o croce, il risultato di ogni lancio di moneta perturbato dipende dallo stato in cui si trovava la moneta durante il passaggio precedente.

Tanti futuri possibili
Gli scienziati hanno dimostrato che il dispositivo riproduce i vari futuri possibili, ognuno con la sua probabilità di accadere. In altre parole, realizza una sovrapposizione quantistica di multipli futuri potenziali. E ciascun futuro è associato a un certo peso, ovvero a una probabilità che possa verificarsi. Attualmente il prototipo riesce a simulare al massimo 16 futuri possibili, mentre in linea teorica l’algoritmo sottostante ne può generare numerosissimi. E il risultato va verso lo sviluppo di computer quantistici ancora più potenti.

Per determinare il funzionamento del dispositivo gli autori si sono basati sulle teorie del premio Nobel per la fisica Richard Feynman. L’idea è questa: quando una particella viaggia da un punto A ad un punto B, non segue necessariamente un singolo percorso. “Al contrario, percorre simultaneamente tutte le strade possibili che la collegano al punto di arrivo”, spiega la coautrice Jayne Thompson della Nanyang Technological University a Singapore. “Il nostro lavoro studia in maniera estesa questo fenomeno e lo manipola in modo da realizzare un modello statistico di questi futuri possibili”.

L’intelligenza artificiale
“Il nostro approccio consiste nel mettere insieme una sovrapposizione quantistica di tutti i possibili futuri per ciascun processo decisionale”, aggiunge Farzad Ghafari, ricercatore dell’Università di Griffith, che ha coordinato lo studio. “Facendo interferire queste sovrapposizioni l’una con l’altra, riusciamo ad evitare di osservare singolarmente ciascun futuro possibile, uno alla volta”.

L’autore spiega che molti algoritmi di intelligenza artificiale, sviluppati oggi, riescono a osservare che piccoli cambiamenti nel loro comportamento possono portare a esiti futuri molto differenti. “Per questo, le nostre tecniche – chiarisce Ghafari – possono permettere a questi sistemi quantistici di intelligenza artificiale di imparare in maniera più efficiente l’effetto delle loro azioni”. In altre parole, in futuro questi sistemi potrebbero essere in grado di studiare le conseguenze delle loro azioni e regolarsi in base a questa conoscenza: un obiettivo da sempre agognato da noi esseri umani, ma per noi impossibile da raggiungere.

Un giorno, man mano che i computer quantici diventano più grandi, più potenti e più comuni, ha dichiarato Gu, simulatori come questo potrebbero essere espansi per vedere infiniti futuri in una sola volta.


https://www.wired.it/scienza/lab/
https://tech.everyeye.it/notizie/

martedì 14 maggio 2019

A prosperidade deve representar o elo da crença de que você a merece




 A gratidão desbloqueia a abundância da vida. Ela torna o que temos em suficiente, e mais. Ela torna a negação em aceitação, caos em ordem, confusão em claridade. Ela pode transformar uma refeição em um banquete, uma casa em um lar, um estranho em um amigo. A gratidão dá sentido ao nosso passado, traz paz para o hoje, e cria uma visão para o amanhã. Melody Beattie



Todos nós temos muitas crenças sobre o dinheiro que não têm nada a ver com aquilo que o dinheiro realmente representa.
O dinheiro é simplesmente representante do fluxo da energia que está por trás dele - nada mais, nada menos. Não há nada inerentemente bom ou mau sobre o papel e as moedas que usamos para representar este fluxo.Sendo energia, ele também só existe quando está em movimento.
Você deve aceitar o fato de que é merecedor da abundância da riqueza. A prosperidade deve representar o elo da crença de que você a merece. À mercê de crenças totalmente infundadas, aprendemos que o dinheiro não traz benefícios e que a riqueza não leva aos céus mas sim as boas ações. Enquanto seres terrenos, é honroso aceitar e desfrutar de todas as riquezas que o Universo propõe à humanidade. Tudo è simplesmente ENERGIA! E como qualquer energia, você pode usá-la, para o beneficio ou não, de si mesmo e dos outros.

Crescemos em uma cultura onde o dinheiro é visto como algo sujo, demoníaco ou que apenas poucos são merecedores.
Não é a natureza do dinheiro em si que determina a maneira pela qual as pessoas o obtem e o usa. O dinheiro obtido ilegalmente ou desonestamente, não é ruim ou sujo. O dinheiro em si não cria condições de abundância ou escassez. O dinheiro não tem controle nem sobre você, nem sobre os outros e não fornece interesses adquiridos. O dinheiro não te faz sofrer pela sua falta. O dinheiro simplesmente responde à entrada de energia da pessoa que ganha e o gasta.
Para deixar de ceder o seu poder ao dinheiro, é preciso se destacar e olhar o dinheiro pelo que ele é. Não há nada para julgar em mérito ao dinheiro. Ele, por si só, não causa o bem ou o mal.

Atraindo um maior fluxo do dinheiro
Se você quiser atrair um fluxo maior de dinheiro em sua vida, você precisa fazer alguns ajustes em seus pensamentos e em seu ser. Nós controlamos o dinheiro. Não é o dinheiro que deve nos controlar, mesmo que às vezes possa parecer dessa maneira.
Você pode usar a energia que o dinheiro representa para tornar a sua vida terrena rica e cheia de alegria, ou você pode usar essa energia para se infligir dor e sofrimento. Se você estudou alguma coisa sobre a nova ciência e a física quântica, saberá que tudo é energia. Tudo o que conhecemos como realidade criada, na verdade é energia em movimento sob a forma de ondas sonoras que vibram a um determinado nível de freqüência. São os padrões das ondas sonoras que formam a matéria densa e a natureza transparente da terra, tornando-as mais leve do que os planos etéreos e, até as dimensões mais elevadas, onde tudo é um padrão em movimento de luzes e cores. É o ritmo das vibrações ou freqüência das ondas, que determina a natureza de sua manifestação na realidade.

Nossos pensamentos são correntes eletromagnéticas
Quando o fluxo de corrente elétrica se comporta como deve ser, a eletricidade funciona perfeitamente. Sendo o nosso próprio pensamento, uma forma de corrente eletromagnética, o mesmo deveria valer por aquilo que se manifesta em nossas experiências de vida. Se não houver uma avaria no equipamento, nenhum bloqueio de corrente, então a nossa realidade deve funcionar perfeitamente.

Você pode obter tudo que desejar.
A corrente dos nossos pensamentos é, naturalmente, também uma questão de freqüência ou a taxa do ritmo da vibração sonora. Quando a corrente dos nossos pensamentos é bloqueada pela vibração densa e mais lenta de outros pensamentos, a corrente não pode levar à manifestaçao desejada. A realidade que experimentamos na nossa vida poderá estar muito longe do pretendido. A razão para isso reside nos pensamentos do medo, da dor, da impotência e culpa, que são muito densos e de vibração inferior.
Estes baixos pensamentos terão o efeito de bloquear e de provocar um curto-circuito na nossa corrente criativa, no nosso poder, concedido por Deus, de manifestar a realidade que escolhermos. Como a corrente elétrica que chega em sua casa, se não for concertada a disfuncionalidade, continuará a dar problemas e sua vida não vai funcionar de modo eficaz.

Considerando com atenção este conceito de fluxo de energia sob forma de corrente elétrica, a partir da perspectiva do dinheiro.
O dinheiro é simplesmente matéria assunto, em si mesmo. É papel ou metal. Não tem um poder próprio, nem tem uma própria força. O seu fluxo é determinado pela corrente eletromagnética do pensamento que lhe está por trás. É o pool coletivo desses pensamentos eletromagnéticos, na consciência planetária, que determina a natureza dos sistemas monetários do mundo. Os pensamentos e os sistemas de crenças que temos em relação ao dinheiro e à abundância, representa as manifestações do nosso alinhamento de frequência sobre este plano. Estes são, de fato, apoiados e reforçados por semelhantes pensamentos e sistemas de crenças da maioria da humanidade.
Mas você pode, contudo, ter o controle de sua corrente eletromagnética que vai criar a forma em que a energia por trás do dinheiro irá fluir em sua a vida. Se você procurar manter os cabos livres, a energia que é representado pelo dinheiro fluirá dentro e fora, sem problemas e regularmente. Saiba que qualquer coisa que você criar com o poder de seus pensamentos se manifestará em sua experiência.
Então, a chave para ser completamente auto-determinado em relação a seus pensamentos e àquilo que se manifesta em sua vida por meio deles, não está em sua mente pensante. Está em suas emoções. O poder da manifestação encontra-se em seus sentimentos, não no que você pensa.
Existem, atualmente, novas energias no Planeta que permitem mudanças nos nossos padrões de crenças, mas elas precisam ocorrer através de um processo interno de aceitação e amor por nós mesmos.

O segredo da gratidão
É de fundamental importância, ter um relacionamento harmonioso com a Inteligência Modeladora. Um estado de perfeita união mental com Deus. O segredo de todo o processo de correção e redenção da mente, pode ser resumido em um único termo: gratidão.

A gratidão conduzirá a sua mente a seguir o percurso através do qual você poderá alcançar os seus objetivos; lhe manterá em íntima harmonia com o pensamento criativo e lhe impedirá de cair na mentalidade da competição. Nós somos Substância Pensante, e esta toma sempre a forma daquilo em que pensamos. A mente grata, está constantemente fixa no melhor, por isso, tende a se tornar melhor; ela toma a forma ou o caráter daquilo que é o melhor e receberà o melhor. Além do mais, a fé nasce da gratidão. A mente grata espera continuamente coisas boas e essa expectativa se transforma em fé.
A reação da gratidão sobre a mente, produz a fé; e a cada onda de agradecimento que sai de nós, aumenta a nossa fé. Quem não possue sentimento de gratidão, não pode manter uma fé profunda e duradoura; e sem uma fé profunda, não se pode ser rico com o método criativo.

Abandone os conceitos e padrões de crenças que limitam a prosperidade:
O dinheiro honesto é ganho com suor do rosto.
- Quem nasce pobre morre pobre.
- O rico fica mais rico, o pobre fica mais pobre.
- Deus ama os pobres.
- Dinheiro não traz felicidade.
- Dinheiro que vem fácil vai fácil.
- Só os pobres alcançam os reinos dos céus.
- Não tenho sorte.
- A vida dura molda homens fortes.
- Não posso cobrar por algo que recebi de graça.
- Quem guarda sempre tem.
- Dinheiro não cai do céu.
- Ganho meu dinheiro com sacrifício.
- Nada é fácil para mim.


mercoledì 8 maggio 2019

I fisici hanno scoperto che le grandi piramidi concentrano energia elettromagnetica




Le onde elettromagnetiche sono ovunque attorno a noi, continuamente. Le irradia il Sole con la sua luce, ma le producono anche radio e tv, i forni a microonde e praticamente tutti gli apparecchi tecnologici che l’Uomo ha inventato. Ma a volte – lo sperimentiamo quando “non c’è campo” per il nostro cellulare o cade il collegamento wi-fi- in determinate aree risultano più deboli. Per testare il modo in cui queste onde si comportano in strutture massicce come le piramidi, i ricercatori hanno proceduto per ipotesi.

C’è energia elettromagnetica nelle stanze e sotto alla base della Grande Piramide di Giza. – Lo studio pubblicato online sulla rivista Journal of Applied Phisics, si intitola “Proprietà elettromagnetiche della Grande Piramide.

Un team di fisici russi ha dovuto creare un modello ideale di piramide e sulla base di complessi calcoli ha potuto stimare come le onde elettromagnetiche sulla lunghezza d’onda da 200 m a 600 m vengono disperse o assorbite dall’antica costruzione.
Usando la cosiddetta “analisi multipolare”, hanno così scoperto che i campi elettromagnetici sono più intensi nelle camere interne– chiamate “Stanza del Re” e “Stanza della Regina”, anche se non vi è alcuna prova che vi siano mai stati sepolti i sovrani dell’Antico Egitto- e sotto la sua base.

La piramide di Cheope
Ansa - I fisici dell’University di San Pietroburgo e il tedesco Laser Zentrum di Hannover hanno condotto uno studio con i metodi della fisica ed è emerso che “riesce a concentrare l’energia elettromagnetica, e precisamente le onde radio, sia nelle camere interne sia nella base».
Si potrebbero così progettare nanoparticelle ispirate alla struttura di questo edificio, che siano in grado di riprodurre un effetto analogo nel campo dell’ottica, da utilizzare per ottenere celle solari più efficienti. , condotta dai
I fisici erano interessati alla struttura della tomba del faraone Cheope perché «volevano vedere come le onde radio si distribuiscono» nella complessa conformazione dell’edificio.

Sulla base di queste ipotesi è stata messa a punto una simulazione matematica, che rivela come la Grande Piramide «può concentrare le onde radio nelle sue camere interne e sotto la base, un po’ come una parabola». Questo avviene perché «la lunghezza d’onda delle onde radio, compresa 200 e 600 metri, è in un certo rapporto rispetto alle dimensioni della piramide», spiega Tullio Scopigno, fisico della Sapienza di Roma.
Significa che, per avere lo stesso effetto con altri tipi di radiazioni che hanno lunghezze d’onda diverse (come la luce) sono necessarie strutture di dimensioni differenti: precisamente, occorrono dispositivi in miniatura. «Ecco perché i ricercatori prevedono di progettare nanoparticelle, delle dimensioni di qualche milionesimo di millimetro, e a forma di piramide, in grado di riprodurre effetti simili nel campo ottico, da usare nelle celle solari».

Della presenza di una «strana energia» parla anche l’antropologo bosniaco Semir Osmanagich, già docente a Houston, scopritore delle Piramidi di Visoko a due passi da Sarajevo. Sono 5 piramidi di dimensioni ragguardevoli, la maggiore delle quali – battezzata Piramide del Sole – è assai più grande di quella di Cheope. Ed è costruita con giganteschi mattoni di calcestruzzo. Ma l’aspetto più clamoroso è la datazione, confermata dal radiocarbonio: la grande piramide bosniaca risale al 29.000 avanti Cristo.

Per l’ufficialità accademica, la nostra civiltà risalirebbe ad appena 6.000 anni fa, cioè all’epoca della scrittura cuneiforme mesopotamica. Più recente la scoperta della civiltà Arappa della valle dell’Indo, risalente a 11.000 anni fa. Quasi allo stesso periodo è attribuita la scrittura “danubiana” (di origine sconosciuta) identificata in Romania.
lo storico Nicola Bizzi, utilizzando materiali inediti, custoditi in Toscana e riprodotti in epoca rinascimentale, data l’origine della presunta “civiltà atlantidea” attorno al 19.000 avanti Cristo. Sarebbe stata letteralmente cancellata da due devastanti cataclismi, il primo attorno al 10.800 e il secondo nel 9.500, innescati entrambi da una pioggia di comete. Il livello dei mari si sarebbe alzato di 150 metri, cambiando la geografia del mondo. Le attuali isole Azzorre sarebbero quel che resta di En, la maggiore delle 7 entità macro-insulari di Atlantide: un continente oceanico esteso da Gibilterra al Golfo del Messico.

La nostra storia è da riscrivere
Di recente, il giornalista ed etnografo Graham Hancock ha citato studi geologici che confermano che la Sfinge di Giza avrebbe almeno il doppio degli anni che le vengono attribuiti dall’egittologia. E’ stata erosa da millenni di piogge: secondo i climatologi, può essere avvenuto 10.000 anni fa, quando l’Egitto non era ancora un’area desertica e aveva un regime climatico tropicale, con precipitazioni quotidiane.
L’ennesima conferma del fatto che la nostra storia sia da riscrivere proviene dal sito archeologico turco di Göbekli Tepe, risalente a 11.500 anni fa: un monumentale complesso di culto con statue e templi, decorazioni e iscrizioni. Quanto alle piramidi egizie, i faraoni se le ritrovarono dunque già fatte, e magari senza neppure sapere chi le avesse costruite? Tuttora, l’egittologia non sa come possano esser state edificate. E i fisici russi e tedeschi adesso scoprono che sono “macchine” perfette per concentrare energia.

A sconcertare, rilevano in molti, è il perdurante silenzio sulle scoperte archeologiche che si vanno susseguendo in questi anni, al punto da spingere i più critici a parlare di “storia proibita”. Tanto per dire: l’esistenza delle Piramidi di Visoko non è ancora stata “digerita” dall’intera comunità scientifica, nonostante i 1.500 giovani archeologi che le stanno esplorando, a turno, da anni.

Lo stesso Osmanagich rivela che le piramidi, nel mondo, sono migliaia – ma è come se non se ne volesse parlare. Bizzi menziona qualcosa come 90 piramidi presenti addirittura in Europa, di cui almeno 15 in Italia. Una specie di tabù: le piramidi – non certo monumenti funerari, ora lo si è capito – rinviano inevitabilmente alla misteriosa identità dei loro costruttori, evidentemente in possesso di conoscenze fisiche molto avanzate.

Credevamo di conoscerla bene, la Piramide di Cheope, ma ora sappiamo che così non è. Viene anch’essa da Atlantide, l’altro grande tabù della nostra archeologia? Per Bizzi, secondo la tradizione misterica eleusina – perseguitata dal Cristianesimo e costretta alla clandestinità dopo l’Editto di Tessalonica voluto da Teodosio nel 380 – veniva proprio da Atlantide-En la civiltà minoica che colonizzò il Mediterraneo. Era la cultura egea a saper innalzare le piramidi, che ancora oggi nessuno sa spiegare come furono costruite e a cosa servissero?

“Abbiamo dimostrato che la piramide disperde le onde elettromagnetiche e le focalizza nella regione del substrato". Si tratta di una deduzione che, non solo svela misteri inerenti la costruzione, ma che potrebbe costituire un modello per progetti di nanoparticelle efficienti: lo afferma Polina Kapitainova, Ph.D. e membro della Facoltà di Fisica e Tecnologia della ITMO University.




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mercoledì 1 maggio 2019

Os modelos mentais condicionam todas as nossas interpretações e ações






Diferentes modelos mentais podem motivar diferentes percepções, sentimentos, opiniões e ações. 

Nossos pensamentos e atitudes são reflexos de modelos mentais que representam e guiam a visão de mundo de cada um. Esses mecanismos psíquicos têm impacto direto em tudo o que fazemos no dia a dia.

Muitas vezes naturalizamos tanto determinados padrões, que acreditamos serem os únicos e verdadeiros e agimos apenas de acordo com eles, abrindo mão de um infinito leque de possibilidades que a vida nos oferece.

Cada indivíduo tem o seu próprio modelo mental - o qual é o conjunto de sentidos, pressupostos, regras de raciocínio, inferências - resultante de todas as experiências, historia de vida e situações profundamente arraigados, que influem na nossa maneira de compreender o mundo e nele agir. Os modelos mentais são o filtro pelo qual enxergamos o mundo a nossa volta o que nos leva a fazer determinada interpretação.

Operam permanentemente de modo subconsciente, na nossa vida pessoal, no âmbito profissional em nossas organizações sociais, ajudando-nos a dar sentido à realidade e nela operar com efetividade. Os modelos mentais condicionam todas as nossas interpretações e ações. Eles definem como percebemos, sentimos, pensamos e interagimos.

As diferentes percepções, opiniões e ações não constituem um problema em si mesmas. Elas se tornam conflituosas, quando cada pessoa acredita que a sua maneira de ver as coisas (de acordo com seu modelo mental) é a única “razoável”. Cada um acredita que seu modelo é o modelo válido. Em vez de utilizar as diferentes percepções para expandir suas perspectivas e integrá-las em uma visão comum, cada um dos interlocutores se aferra ao seu próprio ponto de vista. Em vez de indagar sobre o raciocínio do outro para compreender seu modelo mental, os interlocutores travam uma batalha para definir quem tem razão, quem tem a interpretação “correta” da realidade.

A impossibilidade de perceber, implica na impossibilidade de agir. Enquanto o cão responde a um apito ultra-sônico, a pessoa nem o ouve. Enquanto o morcego opera na mais absoluta escuridão, a pessoa se perde.

Modelos Mentais Coletivos
A cultura é um modelo mental coletivo. Como define Edgard Schein, “a cultura é um padrão de pressupostos básicos compartilhados, aprendidos por um grupo durante o processo de resolução de seus problemas de adaptação externa e integração interna. Esse padrão de pressupostos funciona bem o suficiente para ser considerado válido e, portanto, apto para ser ensinado aos novos membros como a maneira correta de perceber, pensar e sentir os temas referentes ao grupo”.
As ideias se aglutinam em um modelo mental coletivo que organiza a (realidade) de uma cultura.

Dentro de qualquer grupo (famílias, profissões, organizações, indústrias, nações), os modelos mentais coletivos se desenvolvem com base em experiências compartilhadas. Ao longo de sua história, os membros do grupo precisam enfrentar desafios. Em resposta, eles desenvolvem uma forma habitual de interpretar as situações e empreender ações. Isso vai se transformando numa parte do modelo mental coletivo e passa de geração a geração como o “conhecimento” do grupo.
O problema é que, com seu retrocesso à noite dos tempos, tal conhecimento perde sua raiz experiencial e se transforma numa verdade absoluta. Em vez de ser “a maneira pela qual nosso grupo respondeu efetivamente aos desafios do passado”, tem-se agora “a única maneira correta de responder aos desafios do presente e do futuro”.

Os desafios às crenças compartilhadas criam ansiedade e entrincheiramento. Mudar os pressupostos culturais é um processo extremamente árduo.

As experiência moldam o modelo mental que a pessoa utiliza para navegar pelo mundo.
Do mesmo modo como as experiências coletivas de aprendizado se transforma na cultura, as experiências pessoais de aprendizado se alojam nos estratos mais básicos da consciência e criam predisposições automáticas a interpretar e agir.

Há premissas do modelo mental que as pessoas adotam desde a mais tenra infância, mesmo antes de terem alguma capacidade de reflexão crítica. Ao longo da vida, essas ideias recebidas de maneira inconsciente se mantêm subjacentes à infinidade de juízos, atitudes e comportamentos que a pessoa considera “óbvios”.

Isso é especialmente perigoso quando o modelo mental está “ancorado” numa situação histórica não resolvida. Nesses casos, a pessoa pode ficar presa num circuito repetitivo, recriando simbolicamente alguma experiência traumática e tentando mudar seu resultado. 

As experiências pessoais, a biologia, a linguagem e a cultura forjam cada modelo mental particular.
Esse modelo leva a pessoa a se associar com certos indivíduos e não com outros; a pensar de uma certa maneira e rechaçar outra; a empreender certas ações sem sequer considerar outras; a decidir o que é aceitável e o que não é. Cada pessoa funciona a partir do seu modelo mental e vive naturalmente na “sua” (realidade). Mas essa (realidade) talvez não seja a mesma percebida pelos outros, cuja biologia, linguagem, cultura e histórias pessoais são diferentes. Todos os seres humanos vivem na mesma realidade, mas a experimentam subjetivamente de maneira diversa.
Portanto, é fundamental mergulhar em diferentes culturas, disciplinas, experiências e linguagens sem perdermos nossas origens.

A consciência humana em todo o mundo, e durante séculos, foi vítima de um tipo de alucinação coletiva produzida por uma perspectiva falaciosa do pensamento condicionado por percepções ilusórias.

A humanidade tem sido condicionada por séculos por ideologias muitas vezes absurdas que aprisionam a liberdade interior e distorcem a percepção da realidade. Estamos convencidos de que somos indivíduos separados, dotados de EU e de livre arbítrio, guiados pelo pensamento e pela razão, de acordo com os rígidos padroes da sociedade.

Assim, nos afastamos da inteligência da natureza e de nossa interconexão com ela, perdemos o contato com a alma e a vida real. As crenças e conformismo inibem a intuição, a inteligência e a espontaneidade.

A confusão e a conflitualidade que afligem a sociedade e os indivíduos em todo o mundo, dependem do fato de que a percepção convencional compartilhada é egoicamente polarizada e é por isso que a normalidade passa a ser patológica, enquanto a liberação (o se libertar) dos enganos mentais, a clareza perceptiva de uma mente livre de condicionamento. e do passado, se tornou uma condição tão rara q passou a ser mitologizada: em vez de chamá-la de estado natural, ela é chamada de iluminação, de modo que o ego pode ser livre em sua busca vã.

O despertar interior que transforma nossa relação com a realidade, não é um pensamento ou um novo modo de pensar, mas a percepção clara da realidade e dos limites do pensamento, que nos liberta do castelo das ilusões em que estávamos perdidos. Mas não é o eu que pode se libertar a si mesmo: é a verdade que liberta, não o teu esforço para se libertar …

"Não vemos as coisas como elas são; vemos as coisas como nós somos." Máxima judaica expressa no Talmude.


Fonte: Web

mercoledì 24 aprile 2019

Einstein e Gödel: quando due geni passeggiavano nei vialetti di Princeton





Le passeggiate di due geni
A Princeton Einstein abitava al 112 di Mercer Street e Kurt Gödel – da tutti riconosciuto come il più grande logico dopo Aristotele - stava in una villetta accanto alla sua. Ogni giorno andavano insieme all’Institute e insieme tornavano. Nei verdi vialetti di Princeton le loro passeggiate facevano parte del paesaggio. Di che cosa parlavano?

E’ probabile che un tema delle passeggiate di Einstein e Gödel fosse il tempo. Non quello meteorologico, il tempo fisico. La cosa strana è che per entrambi il tempo è una finzione. Quindi discutevano del nulla? Cavarsela con questa battuta sarebbe semplicistico. Bisogna capire in che senso il tempo è una finzione. Nonostante si chiami relatività, Einstein concepisce la sua teoria per dare alla fisica un fondamento assoluto: qualsiasi osservatore in ogni punto dell’universo deve trovare nei fenomeni a cui assiste, le stesse leggi. Affinché ciò accada, è necessario che a luce nel vuoto abbia sempre la stessa velocità (299 792, 458 chilometri al secondo) in qualunque sistema di riferimento. Ma perché questo valore sia assoluto c’è un prezzo da pagare: rendere relativi il tempo e le distanze. Così, tempo e spazio, indissolubilmente legati, diventano elastici, non si può stabilire la simultaneità di due eventi lontani, non esiste più un “adesso” universale.

Gödel era la persona giusta per apprezzare questo paradosso. L’essenza del suo teorema di incompletezza (“nessun sistema matematico può essere corretto, completo e decidibile” presuppone un’affermazione paradossale del tipo “questa affermazione non può essere dimostrata”. Ora, delle due, l’una: se l’affermazione può essere dimostrata abbiamo una falsità e il sistema non è corretto; se invece non può essere dimostrata, allora l’affermazione è vera ma, non potendo essere dimostrata, il sistema è incompleto. Come se non bastasse, Gödel scopre anche l’esistenza di affermazioni che non sono decidibili, cioè delle quali non si può provare né che sono vere né che sono false, e per prudenza su questa soglia ci fermiamo.

Che la natura del tempo fosse una questione cruciale sia per Einstein sia per Gödel si deduce anche da un curioso dono che Gödel fece ad Einstein per il suo settantesimo compleanno. Scavando nella relatività generale, il logico matematico escogitò un modello di universo a tempo circolare nel quale un dato istante dopo un lunghissimo intervallo, torna al punto di partenza e così via all’infinito. Nell’universo di Kurt, Albert avrebbe potuto compiere settant’anni un numero illimitato di volte.

Discorsi tra Geni… non si discute!
Anziché esserne lusingato Einstein si spaventò. Se la relatività ammette i viaggi a ritroso nel tempo – ragionò – non può essere vera perché entra in contraddizione con la realtà fisica: potremmo risalire a un’epoca antecedente la nostra nascita e uccidere nostro nonno rendendo impossibile la nostra esistenza. Il dono di Gödel era avvelenato, apriva una crepa nella teoria fondamentale della fisica, il capolavoro indiscusso di Einstein. Con logica ferrea Gödel lo rassicurò: se il viaggio nel tempo fosse possibile, allora sarebbe il tempo ad essere impossibile; infatti un passato che può essere rivisitato e cambiato, non è realmente passato. Per Gödel, il tempo, come Dio, o è necessario o non è nulla; un Dio che non sia intrinsecamente necessario, semplicemente non è.

La prova matematica dell’esistenza di Dio
Negli anni trascorsi a Princeton Gödel prosegue i suoi studi, sviluppa una sua teoria cosmologica, ma le sue idee non decollano. Il senso di colpa per la sua presunta scarsa produttività lo tormenta. Nel ‘58 pubblica quello che sarà il suo ultimo articolo; anni dopo scriverà una dimostrazione ontologica dell’esistenza di dio, non un dio religioso ma un dio logico, che però non pubblica per timore che sia fraintesa e strumentalizzata.

Forse nelle loro passeggiate il genio della fisica e il genio della logica parlavano anche di donne. In quell’ambito avevano affinità e differenze. Storie extraconiugali causarono il divorzio di Einstein dalla prima moglie Mileva Maric. La seconda, Elsa Einstein in Lowenthal, cugina di primo grado di Albert e a sua volta divorziata, quando diventò Elsa Einstein, non si curò dello sfarfallare del cugino-marito e per lui fu soprattutto una raffinata badante. Gödel sposò Adele, una divorziata cattolica più anziana di lui che faceva la ballerina in un locale notturno di Vienna dall’insegna programmatica: “La falena”. La coppia rimase unita fino alla fine. Adele seppe essere più di una badante: fu un supporto sicuro contro le fragilità del compagno. Quando Adele morì, Kurt precipitò ancora più a fondo in episodi allucinatori e comportamenti maniacali. Peraltro il grande logico era così inflessibile da diventare illogico. Credeva nei fantasmi, temeva di essere avvelenato, durante il colloquio per ottenere la cittadinanza americana cercò di convincere il suo interlocutore che la Costituzione americana conteneva una contraddizione tale da rendere possibile la dittatura. Albert, più pragmatico, lo dissuase dall’insistere.

Le vite di Einstein e Gödel non furono parallele come quelle di cui scrisse Plutarco, ma simmetricamente opposte. Einstein visse nel 1905 il suo anno magico producendo in pochi mesi i lavori sull’effetto fotoelettrico (che gli darà il Nobel), sul moto browniano (che confermò l’esistenza degli atomi) e sulla relatività (che rifondò le leggi della fisica). La relatività fu generalizzata nel 1916 e comprovata con l’osservazione di un’eclissi di Sole nel 1919. Questi lavori diedero a Einstein una popolarità immensa. L’anno magico di Gödel fu il 1930, quando pubblicando il teorema di incompletezza rifondò la matematica, ma nonostante questo formidabile risultato Gödel rimase pressoché sconosciuto.

Tra i due spiccavano anche differenze di comportamento. Einstein aveva un aspetto trasandato, Gödel indossava giacca, cravatta, cappotto scuro e cappello Borsalino. Einstein amava la musica colta, Gödel le canzoncine del film “Biancaneve e i sette nani”. Einstein parlava con tutti, Gödel a stento con se stesso.

Però tra loro Einstein e Gödel parlavano. Di che cosa esattamente non sappiamo. Pare di politica, di fisica, di filosofia, del più e del meno. Di Gödel, oltre al genio, Einstein apprezzava l’irriverenza. Kurt era l’unico che avesse il coraggio di dargli torto, per questo motivo Albert considerava un privilegio conversare con lui.
L’aneddoto più bello su Kurt Gödel è di Albert Einstein che diceva di essere andato a Princeton «solo per avere il privilegio di camminare insieme a Gödel sulla via di casa».



Fonte:

lunedì 15 aprile 2019

Um evento espaço-temporal é um momento de intenção congelada


Experiências, tanto mentais quanto laboratoriais, mostraram inexoravelmente que nossas concepções da realidade são completamente inadequadas, quando comparadas ao mundo da mecânica quântica, ou seja, ao reino do infinitamente pequeno.

Nosso cérebro é uma ferramenta quântica que causa o colapso das funções de onda, que existem como possibilidades antes que as percebamos como eventos espaço-temporais. Portanto, o cérebro toma as possibilidades e as realiza em eventos espaço-temporais. É uma ferramenta quântica que converte possibilidades em realidade. Ele toma o não-manifesto e o torna manifesto, tanto na imaginação quanto como uma experiência sensorial.

Colapso da Função de Onda
Diz-se colapso da função de onda quando o conjunto de todos os estados possíveis descritos por ela (os chamados "auto-estados") é drasticamente e instantaneamente reduzido a apenas um. Se por exemplo estamos estudando a posição de um elétron, o colapso da função de onda representa a passagem da "superposição" (onde o elétron provavelmente ocupa várias posições) para a posição única em que a encontramos no momento da observação / medição.

Toda percepção é o colapso das funções de onda em um mar de possibilidades em constante transformação e movimento, e a minha percepção congela parte dessa realidade externa, mas, mesmo no momento em que a percebo, ela desaparece. É um fenômeno em movimento no mar de possibilidades. Todas as coisas existem como um mar de infinitas possibilidades e tudo existe como puro potencial. O potencial não tem começo nem fim. É apenas um potencial.

O que é informação?
A informação é um mar de possibilidades à espera de perguntas a serem feitas. O universo tem a forma de uma onda? O universo é em forma de partícula?
É a sua pergunta que força o universo a fazer uma escolha. Antes da pergunta ser feita, o universo não fez nenhuma escolha. Assim que fizermos a pergunta, o universo é forçado a responder.
Portanto, nos níveis mais fundamentais da natureza, o universo é um mar de possibilidades infinitas que são forçadas a fazer escolhas para eventos espaço-temporais, uma vez que tenhamos feito a pergunta. O universo é um enorme ponto de interrogação, antes de se tornar real.

John Wheeler diz que “o universo permanece ambíguo, um caldo quântico que flui incessantemente, até que um ser consciente o observe. Esse Ser consciente, pode ser uma abelha, um camaleão, ou pode ser um de nós. Sem consciência, o universo não se constrói em uma forma física”.

Deus não joga dados com o universo
Einstein estava muito desconfortável com certos aspectos da física quântica. Um deles era a correlação não-local. Outro era o princípio da incerteza de Heisenberg. De fato, quando Heisenberg foi explicar o princípio da incerteza a Einstein, Einstein pronunciou a famosa frase: "Deus não joga dados com o universo", porque nossas leis mecanicistas dizem que, se soubermos o suficiente sobre o universo, seremos capazes de prever tudo.

O efeito do observador significa que, a menos que seja observado e até o momento da observação, o universo existe apenas como uma possibilidade. Enquanto você observar, em outras palavras, sem um consciente ser senciente, o universo não existe. John Wheeler.

Como funciona uma correlação não local
Se você tem duas partículas subatômicas, A e B, e estas colidem, elas trocam alguma energia e informação, então A se torna A1 e B se torna B1: elas são levemente alteradas, o mesmo como quando você e eu nos batemos, nos encontramos e trocamos ideias, nos tornamos levemente mudados, trocamos informações e tambèm energia. Em níveis mais fundamentais, quando partículas subatômicas se colidem, elas trocam energia e informação. Nós então dizemos que A1 começa a se mover em direção a uma extremidade do universo e B1 se move em direção extremo oposta do universo, mas por toda a eternidade eles permanecem instantaneamente correlacionados.
Isso significa que, se eu souber o que A1 está fazendo, poderei dizer o que B1 está fazendo. Se eu souber onde está A1, poderei dizer onde está o B1. Sabendo isto, ou seja, conhecendo uma qualidade de comportamento de A1, poderei dizer sobre a qualidade do comportamento de B1.

A distância no espaço é também a distância no tempo
Agora há um fato estabelecido de que existe na natureza um nível fundamental em que tudo é instantaneamente relacionado a todo o resto. Isso nos dá uma prova matemática e experimental do que podemos chamar de onisciência, omnipresença ou onipotência - onde tudo é relacionado, tudo é organizado, tudo é instantaneamente conectado com todo o resto.

Einstein se sentiu desconfortável porque pensou do ponto de vista de todos os fenômenos existentes no espaço-tempo, mas o que isso descreve é ​​um domínio que está além do espaço-tempo e da causalidade, fora dos domínios do espaço-tempo. Agora, os cientistas reconhecem totalmente que não se pode explicar a biologia sem invocar a correlação não-local. Como pode o corpo humano ter pensamentos, tocar piano, matar os germes, elimina toxinas e ter crianças, tudo ao mesmo tempo? E, enquanto faz tudo isso, correlaciona todas as atividades com todas as outras atividades, tudo instantaneamente, sem mediar a atividade das células do fígado com as células renais, com a "fabricação" de um novo bebê.

Não só isso, mas o nosso corpo está acompanhando o movimento das estrelas ao fazer isso, porque os ritmos biológicos que chamamos de corpo são na realidade os ritmos do ecossistema e do universo. Tudo, além de estar correlacionado com todo o resto, é também instantaneamente correlacionado. Não há tempo, não há energia envolvida, porque a energia está no espaço-tempo. Não usa sinais de tempo ou sinais de energia: é instantâneo. É a base do que chamamos de sincronicidade. As correlações não-locais são os aspectos mais impressionantes e dominantes da atividade da natureza. É conhecido matematicamente, é conhecido do ponto de vista da física quântica - é totalmente conhecido experimentalmente.

A proliferação da incerteza/indeterminação
Observamos o princípio da incerteza de Heisenberg: todos os fenómenos são simultaneamente forma de onda e forma de partícula até que o experimento seja executado, e depois eles são uma ou outra coisa. Se você mede um, então você exclui o conhecimento do que o outro é.
Então, se eu medir a posição, excluo o conhecimento do momento. Se o conheço como uma partícula, então não posso conhecê-lo como uma onda ao mesmo tempo. Não tem nada a ver com as limitações de nossas metodologias experimentais, tem a ver com as leis da natureza.
Além disso, quando começo a fazer cálculos nesse nível da natureza, tenho que usar números irracionais. Um número irracional é um número que não pode ser conceituado. Portanto, o infinito é um número irracional: não pode ser conceituado. Para calcular os comportamentos fundamentais do universo, devo usar números irracionais que não posso conceituar.

A criatividade começa com a incerteza. A incerteza é realmente a razão para a criatividade nesse nível, que é a quarta propriedade do domínio quântico. É criativo. E é criativo devido à proliferação de incerteza.
Se você tem certeza de tudo, onde está o espaço para a criatividade? Se eu sei tudo, então isso é o fim da história, pois quanto mais eu não sei, mais espaço existe para a criatividade. Essa criatividade, em seu caráter, é quântica. Isso significa que tem algo a ver com a cura, porque toda cura é criatividade biológica. Toda reabilitação é criatividade biológica. A natureza está constantemente criando.

Mas olhe para fora: Toda Essa Criação Está acontecendo agora mesmo! Não aconteceu há muito tempo, acontece neste exato momento. No nível quântico, os fótons colapsam, as funções de onda precipitam como eventos espaço-temporais e nossos cérebros são ferramentas quânticas que traduzem o colapso das funções de onda em... uma árvore. Mas aquela árvore está de fato nascendo e está morrendo na velocidade da luz exatamente agora. Deus está criando isso. Se você não acredita em Deus, então um campo relacionado à mecânica quântica causal não-local está criando-o!
Um mistério está criando e está fazendo isso agora. Toda a criação não está apenas acontecendo neste momento do agora. Mas algumas propriedades inesperadas, que são totalmente imprevisíveis, surgirão enquanto essa criatividade continua, porque a criatividade repete a si mesma, os padrões de colapso se repetem e então, improvisamente, surgem saltos quânticos que são chamados de propriedades inesperadas. Isso significa que eles não existiam antes e você não sabia o que eles seriam antes de existirem.
Nós estamos aqui como seres humanos e lá fora há chimpanzés que compartilham 99,999% do mesmo DNA. Mas, até onde sabemos, os chimpanzés não perguntam quem é Deus e se têm alma, ou qual é a natureza da existência. Para isso, um salto quântico foi necessário. A criatividade da natureza é quântica.

Vamos observar a evolução biológica. Vemos que é pontuada por essas descontinuidades. Na física quântica, há descontinuidades quando uma partícula subatômica se move de um lugar para outro sem atravessar o espaço intermediário. Por isso agora ele está aqui e depois está lá e não passou nem aqui nem lá. É também instantâneo: assim que desaparece aqui, reaparece lá sem qualquer desfasamento temporal.

Qual é a definição de uma alma?
Os pontos discutidos aqui são as qualidades da alma. Por quê? Porque a alma não é uma coisa, é um campo de possibilidades infinitas. A alma é onisciente, a alma prolifera e abraça a indeterminação para criar e a alma co-cria com Deus.
Deus permanece imanifesto a menos que você participe. E nisso ha uma enorme profundidade.

A alma é o observador que interpreta através da memória e faz escolhas através do desejo.
Cada um tem um observador, cada um observa baseado-se na memória e na interpretação e cada um tem um campo comum que são as infinitas possibilidades, as correlações não locais, a indeterminação/incerteza, a procriação e a criatividade.

O observador é a alma, o processo é a mente e o corpo físico é o objeto.


fontes: scienzenoetiche.it
          StazioneCeleste.it