martedì 24 giugno 2008

Os parâmetros de beleza? Agora, são as mulheres que escolhem!



Basta con as peitudas ao silicone! Basta lábios pneumáticos. Agora é a vez do Bum-Bum.

O bum-bum? É a parte mais expressiva do ser humano. Palavras de Tinto Brass, regista italiano de filmes hot. E assim, o “back side” feminino italiano ( e não só), entra em ebulição. Tudo por culpa do “traseiro prosperoso” proposto pelas brasileiras.
Bastou um piscar de olhos e o mito dos seios perfeitos e inflados já era! Foi largamento superado pelo mito glúteos de mármores.
É certo que as mulheres de hoje deram um bom salto avante e continuam a desfrutar, sempre mais, de maior liberdade e de um crescente sucesso, em vários setores sociais e político. O índice de Empowerment feminino, a nível mundial, analisado pela Avon 2007, é de 64, em uma escala de 0 a 100. Isso significa que as mulheres do mundo todo, cobrem já dois terços do caminho pra alcançar uma percepção de empowerment completa, sempre sonhada. Nos países desenvolvidos, o índice é de 70; naqueles em via de desenvolvimento é de 61. Mesmo assim, existe uma grande parte das mulheres, infelizmente, que continua a ser escrava de um sistema que a transforma em propriedade do mesmo sistema mediático, imperialista e machista.
Começo de verão na Europa. A mídia não perde tempo a impor o diktat ridículo de como ficar em dia com a “beleza”. Na era do todos jovens e bonitos, entre silicone e bisturís de cirurgia estética, a beleza se transforma em uma mercadoria, como outra qualquer. E muitas mulheres correm atrás das correções para adequar-se. Somos, assim, transformadas em propriedade do inconformismo mediático, ditado por uma sociedade prevalentemente falocrática? Parece ser assim.
A pergunta crucial é: será possível que os critérios de valorização assumidos pela sociedade, referente à perfeição física, sejam sempre imutáveis e “certinhos” enquanto o nosso corpo sempre modificável e “derrubado”?
Na cultura dos países pobres, as mulheres devem ser gordas pois a gordura faz parte do modelo ideal de beleza feminina e as mulheres são forçadas pelos maridos ricos a nutrirem-se além da medida, para se transformarem em um adequado status simbol. Já nos países ricos e industrializados, o físico idela è aquele esbelto, linear, os maridos não precisam demonstrar “nutro-a, logo, existo”.
Já na versão masculina, os homens não são submetidos aos mesmos critérios estéticos, mas intervêm aqui, outros parâmetros de valores, como o sucesso econômico, o poder. Como dizia Don King, a proposito de Mike Tyson: qualquer homem que disponha de 42 milhões de dólares, parece belo como Clarak Gable.
Existe, porém, um denominador comum em todos esses estilos de parâmetros da beleza: a fraqueza feminina. Tanto nos países ricos como nos pobres, é evidente que todas as culturas patriarcais, idealizam, sexualizam e preferem a fraqueza feminina. Nós, mulheres, queremos sair da gaiola do comando masculino, mas, pelo visto, continuamos a ser vítimas conscientes dos truques deles.
É uma realidade concreta a de que, nenhum sistema caracterizado por uma supremacia masculina pretende conceber a força como parte integrante da femilidade. Quer seja raça branca, negra ou amarela.
Na Etiópia e parte da Ásia, as mulheres se submetem a verdadeiras torturas para agradar ao macho, usando no pescoço vários anéis e cavilheiras pesadas de metal, exibindo, ao mesmo tempo, uma boca desdentada, considerada lindíssima, submetendo-se a extrações dentária – coincidentemente, próprio os dentes necessários à mastigação, dessa forma, deixa aos homens a já tão escassa ração protéica. Na China, os pés de loto – cruel tradição das aristocráticas chinesas – que eram enfaixados dolorosamente, por toda a vida, tortura essa, erotizada como necessário componente do fascínio feminino, pra não dizer uma pré-condição ao matrimonio.
Todos esses sinais de beleza, exibidos pelas mulheres, implicam restrições de liberdade e sofrimento. Os homens, podem até fazerem coisas ridículas, mas nunca os veremos caminhar em uma tempestade de neve, com uma graciosissima abertura na ponta dos sapatos. Phil Donahue
O fato é esse: se deixarmos tolher-nos a liberdade de sermos como nos convém, inevitavelmente continuaremos a ser escravas do imperialismo machista.
A beleza autêntica, não pode manifestar-se na forma, número de medidas, ou nas diferentes idades. Cremos que chegou o momento de passar pra o mundo um novo modo de sermos únicas. Está na hora de mudar registro porque, no mundo todo, as mulheres mandam sinais inequivocáveis nesse sentido.
Chegam sinais de insatisfação, de vontade e necessidade de uma mudança radical de rota, dando um BASTA porque, grande parte das mulheres de todo o mundo, já compreendeu que, a idéia e o padrão da beleza feminina, foram e são condicionados há bastante tempo, pelo confronto com modelos forçados, logo, não autênticos.
O mass média é consciente de que a mulher – o sexo fraco – é vulnerável e suscetível ao comando, logo, manipulada e plasmada à vontade. A mídia já explorou demais o lado A, agora, façamos com que elas comecem a modificar o lado B e assim, o lado Business é garantido.
Se adquirirmos a sã consciência de que os critérios de beleza refletem imposições e restrições da sociedade, podemos exercitar o poder que temos sobre eles pra modificá-los e alterá-los como nós quisermos.
Devemos entender que somos bonitos na nossa individualidade e unicidade, o que significa repôr o poder de decidir o que é bonito dentro (e fora) de nós e não nas outras pessoas ou “autoridades” externas.
Significa decidir qual comportamento é sadio e positivo e qual expressão corporal é mais apropriada, natural, funzional, tanto pra o nosso bolso como pra o nosso happyness. Dito isto, podemos entender que, a definição de beleza deveria estar na possibilidade e capacidade que cada um de nós possue para transmitir a beleza do nosso ser autêntico, não esculpido por fontes externas.

L’uomo IMMORTALE Esiste Veramente!









Chi sarebbero questi immortali? (Non vorrei che qualcuno dicesse: Berlusconi è la prova)




Secondo l’autore del libro “Manuale Pratico del Vampirismo”, Nelson Lianno Jr, il mito dell’uomo immortale esiste dai primi registri storici dell’umanità. Alcuni dei libri più antichi come la Bibbia e Le Mille e Una Notti citano personaggi che vissero un’esistenza incalcolabile. Attraversarono secoli diffondendo un’opera di carattere mistico e finirono per diventare leggende della saggezza. Molti di questi personaggi usavano il nome di Dio per realizzare rituali di sangue contro esseri umani. Questi uomini che se passavano per profeta, maghi, poeti o sacerdoti, potrebbero essere stati i primi vampiri a lasciare le scie di sangue in torno al pianeta.

Gli Uomini che non Devono Morire” sono abbastanza sviluppati, possiedono un grande potere che li libera di qualsiasi influenza mistica di quelli simboli. Eppure, è doveroso precisare che una gran parte di loro è costituita dei vampiri che hanno fatti più bene che male all’umanità, questo perché Gli Uomini che non Devono Morire sono originati dai rituali esoterici che catturano la bipolarità delle energie della natura da cui riprendono la capacità di preservazione corporea per andare avanti liberi dalle influenze maligne concentrate nei demoni.

Carlos Klimick, scrittore e ricercatore brasiliano, afferma di sì. Secondo lui, loro ci sono dall’inizio dei tempi. Le sue storie coinvolgono diverse leggende; le sue guerre e passioni incorniciano innumerabili miti. Gli immortali sono esseri umani – dichiara Klimick – che non invecchiano mai e possiedono poteri e capacità sovrannaturali e sono sterili.
Non sono tutti uguali. Per ogni immortale c’è una strada che porta all’immortalità. In ogni caso, un immortale già nasce tale, vale a dire, un mortale non può diventare immortale.
Gli immortali non conoscono le sue origini, né quale sarebbe il loro proposito nel mondo. Nel percorso della storia, loro hanno accolto diverse spiegazioni su chi sono loro: figli di dei, guardiano dell’umanità, legittimi sovrani dell’umanità e via dicendo. Molti furono grandi eroi, re, mostri di diverse mitologie.

Il professore di Antropologia e Storia Università di Roma, Federico Cagliostro afferma:
Contrariamente a quello che si possa pensare, gli immortali sono si, in effetti, invincibili e soprannaturali esseri, ma come tutte le creature che popolano il nostro mondo anche loro hanno un punto debole: se privati della testa con un taglio netto di una lama, essi muoiono, rilasciando una specie di "energia" che gli immortali comunemente usano chiamare "reminiscenza". Essi, la desiderano, la bramano più di ogni cosa, fanno della reminiscenza la loro ragione di vita. Secondo loro, alla fine, smetteranno di venire al mondo e saranno attirati verso una terra, come fanno gli uccelli che seguono i flussi migratori, affinché si possano sfidare, fino all'ultimo, il quale riceverà la ‘Ricompensa’".

La Ricompensa, già, ma da chi e da che cosa e soprattutto che cos'è?
Attualmente i nostri studi – continua Cagliostro - non hanno un'idea precisa ma solo congetture di inquietanti risvolti, basate su una cosa che c’è tuttora sconosciuta. Parlando di inquietanti risvolti si teme che gli immortali esseri, in tutto e per tutto identici all'uomo, nell'aspetto e nella personalità, soggetti, quindi, a sentimenti di odio e di amore di compassione e pietà ma anche di sadismo e spietatezza, raggiungendo con la "Ricompensa", l'ultimo stadio evolutivo della loro specie, un unico e singolo individuo che racchiude le esperienze e le capacità di tutti gli immortali che per ora sono vissuti, trasformandolo in un essere perfetto, che agli occhi di noi umani possiamo definire un "Dio". – O demonio, già che ci siamo? - “Un "Dio", si, è questo il timore che abbiamo e che, a metà dell'1800, ha portato scompiglio e una scissione tra gli osservatori, nacque così la "Fratellanza Ombra" la quale politica si allontana di molto da quella di noi, Osservatori, ovvero di non interferire con il normale flusso dello svolgimento della loro, se possiamo definire, " immortale scala evolutiva" ma credono che se un'immortale raggiungesse tale stadio sarebbe la fine per il genere umano, con risvolti apocalittici.
Il loro modo di adoperare, spesso violento, mira al totale annientamento di questa razza cugina all'uomo per evitare che avvenga l'adunanza finale. Noi osservatori non possiamo tollerare come uomini di scienza, che qualcuno interferisca sulla evoluzione dei cugini dell'uomo basandosi su una sciocca deduzione imprecisa, ma affidandosi al libero arbitrio che risiede negli uomini e di conseguenza anche negli immortali."

Ma, chi sono questi immortali? (Non vorrei che qualcuno dicesse: Berlusconi è la prova)
“Generalmente gli immortali si dividono, a sua volta, in tre tipi di razze, – Va avanti il scienziato – “ma non in razza di tipologia somatica bensì più di un rapporto di fraterna alleanza accomunandoli in clan o famiglie con leggi che vanno al di là dell'obiettivo comune della reminiscenza.
I buoni, sono i più comuni, quelli che amano la compagnia aiutano chi soffre o chi è in difficoltà pur mantenendo il loro terribile segreto di assassino per natura e non per scelta, che comunque preferiscono evitare la lotta e se ne sono costretti, uccidono non per desiderio di farlo ma per una ben ragione che si perde nella notte dei tempi. A volte gli immortali hanno conti in sospeso con i suoi simili che risalgono anche centinaia di anni prima e non sempre ci è dato sapere il motivo che spinge due immortali a combattere non per la reminiscenza, ma vendetta? Denaro? Più studio gli immortali e più trovo analogie negli uomini.
I Kurgan sono i più difficili da seguire e da poter trovare notizie su di loro, sono perennemente in movimento, in viaggio per il pianeta per scovare altri immortali e assorbirne la reminiscenza, sono frenetici caotici pazzi criminali ma con un cervello molto fino e imprevedibile, sono forse i più forti e temuti della loro razza proprio per il motivo che li spinge a migliorare e potenziare il loro potere, spero che mai e poi mai uno di questi esseri possa un giorno ricevere la ricompensa.
I Vili, gli immortali che utilizzano ogni stratagemma che va al di la del tradizionale modo di affrontare in duello altri immortali, ho visto negli ultimi 10 anni, 3 immortali perdere la vita cadendo in trappole appositamente congegniate, ho visto dei Vili utilizzare addirittura armi da fuoco pur di raggiungere il loro obiettivo, stranamente però non si possono definire persone malvagie ma, forse, immortali che hanno paura o scarsa fiducia nelle proprie capacità per questo tendono a combattere in modo sporco. Quando non sono a caccia di teste, sono dei comunissimi cittadini, non amano spostarsi o viaggiare ma preferiscono stabilirsi e aspettare passivamente il loro destino. In una mano hanno la loro spada ma nella tasca interna della giacca una magnum44. Forse la cosa che mi affascina di più di questi "cugini" è che loro nascono già immortali non sanno di esserlo fino a quando una morte violenta rivela la sua vera natura nel suo "risveglio" a nuova vita, gli immortali più potenti a volte riescono addirittura a percepire la loro natura immortale ancora prima che essa si riveli. Come facciano è un mistero ma la cosa che è sicuramente certa è che prima o poi ne resterà soltanto uno...”
Mah!

giovedì 12 giugno 2008

Gli uomini preferiscono il Lato B – I media il lato Business.




Le donne continuano a essere schiave di un sistema che la rende una proprietà dello stesso sistema mediatico, imperialista e maschilista. Vogliamo uscire dalla gabbia del commando maschile, ma continuiamo a essere vittime consapevoli dei loro trabocchetti. 

Basta con le tettone! Basta le labbra a cannotto. Adesso tocca al Bum-Bum.
Il sedere? La parte più espressiva di un essere umano. Parola di Tinto Brass. E il "back side” femminile entra in ebollizione. Tutto colpa del sedere prosperoso, proposto dalle "brasiliane".
E’ bastato un batter di ciglia e il mito del seno perfetto è stato già surclassato da quello di glutei marmorei – il Bum-Bum, appunto, come lo chiamano in Brasile.
E’ vero che le donne di oggi hanno dato un passo liberatorio avanti e continuano a godere di una sempre maggiore libertà e di un crescente successo nei vari settori sociali e politico. L'Indice di Empowerment femminile a livello mondiale, analizzato da Avon 2007 è 64, in una scala da 0 a 100. Questo significa che le donne di tutto il mondo hanno coperto due terzi del cammino per raggiungere una percezione di empowerment completa, da sempre sognata. Nei paesi sviluppati, l’indice è 70; in quelli in via di sviluppo è 61.
Nonostante a ciò, le donne continuano a essere schiave di un sistema che la rende una proprietà dello stesso sistema mediatico, imperialista e maschilista.
Comincia l’estate. I media cominciano a imporre il diktat ridicolo di come stare in passo con la “bellezza”. E le donne corrono al riparo. Nell’epoca del “tutti giovani e belli”, fra silicone e bisturi della chirurgia estetica, la bellezza è diventata una merce come le altre. E le donne se adeguano alla perfezione. Siamo, quindi, diventate proprietà dell’inconformismo mediatico, dettato da una società prevalentemente fallocratica.
Possibile che i criteri di valutazione assunti dalla società, riguardo alla perfezione fisica siano sempre immutabili e “giusti” e i nostri corpi invece, sempre modificabili e sbagliati?
La cultura dei paesi poveri, le donne devono essere grasse perché la grassezza è parte integrante dell’ideale femminile e le donne sono costrette dai mariti ricchi a nutrirsi oltre misura per diventare un adeguato status simbol. Nei paesi ricchi e industrializzati, invece, il fisico ideale è quello snello, non c’è bisogno che i mariti dimostrino “la cibo, quindi, sono”.
Già la versione maschile, gli uomini non sono sottoposti agli stessi criteri estetici, ma intervengono altri parametri valutativi come il successo economico, il potere. Come diceva Don King, a proposito di Miki Tyson:
Qualunque uomo che disponga di 42 milioni di dollari sembra bello come Clark Gable.
C’è, però, un connotato comune a tutti questi stili di parametri della bellezza: La debolezza. Sia nei paesi ricchi o poveri, è evidente che tutte le culture patriarcali idealizzano, sessualizzano e preferiscono le donne deboli. Noi donne vogliamo uscire dalla gabbia del commando maschile, ma continuiamo a essere vittime consapevoli dei loro trabocchetti. E’ una realtà di fatto che nessun sistema caratterizzato da una supremazia maschile concepisce la forza come parte integrante della femminilità. Che siano razze bianche, nere o gialle.
In Etiopia e parte dell’Asia, le donne se sottomettono a torture per gradire il maschio, portando al colo, degli anelli e pesanti cavigliere di metallo saldate, esibendo, allo stesso tempo, una bocca sdentata, considerata bellissima, sottoponendosi a estrazioni dentarie – guarda caso quei denti necessari alla masticazione, in modo a lasciare agli uomini il già limitato apporto proteico disponibile. In Cina i piedi di lotto - crudele tradizione delle aristocratiche cinesi – che venivano fasciati dolorosamente per tutta la vita, tortura erotizzata come necessaria componente del fascino femminile, nonché precondizione al matrimonio.
Tutti questi segni di bellezza, esibite dalle donne, implicano restrizioni di libertà e sofferenza.
Gli uomini possono anche fare cose ridicole, ma non li vedrete mai camminare in una tempesta di neve con una graziosissima apertura sulla punta delle scarpe - Phil Donahue.

Il fatto è questo: se lasciamo toglierci la libertà di essere come ci pare, inevitabilmente continueremo a essere schiave dell’imperialismo maschile.
La bellezza autentica non può manifestarsi in forme, taglie, colori ed età diverse. Pare che sia arrivato il momento di raccontare al mondo un nuovo modo di essere uniche.
È ora di cambiare registro perché, in tutto il mondo, le donne mandano segnali inequivocabili in tal senso. Arrivano segnali di disagio e di insofferenza, di voglia e bisogno di un cambiamento radicale di rotta, dando un BASTA perché grande parte delle donne di tutto il mondo, ha già capito che, per troppo tempo, l'idea e i canoni della bellezza femminile sono stati condizionati dal confronto con modelli forzati, quindi fasulli.

I Media sanno che le donne, il sesso debole, sono vulnerabili e suscettibili ai comandi, quindi, manipolate e plasmate a piacere. Hanno già sfruttato abbastanza il Lato A. Adesso facciamo che loro comincino a esplorare a piacere il Lato B e così, il Lato Business è garantito.

Se acquistiamo la ferma consapevolezza che i criteri di bellezza riflettono imposizioni e restrizioni della società, possiamo esercitare il potere che abbiamo su di essi, per modificarli e alterarli come vogliamo noi.
Dobbiamo capire che siamo belle nella nostra individualità e unicità, il che significa riporre il potere di decidere cosa è bello dentro (e fuori) di noi e non in qualche persona o autorità esterna.
Significa decidere quale comportamento è sano e positivo e quale espressione corporea è più appropriata, naturale, funzionale e gioiosa per noi.
Detto questo, possiamo capire che, la definizione di bellezza dovrebbe essere nella possibilità e capacità che ognuno di noi possieda per trasmettere la bellezza del nostro sé autentico, non scolpito dalle fonti esterne.

Gamei por uma pluma!



Alvorecer.
Um momento mágico, aquele entre o adeus da noite e o bom-dia da manhã.
Da janela, um panorama irresistível pra quem não fechou os olhos por toda a noite.
Saio pra envolver-me naquele lençól fantasioso, ao encontro de um abraço abstrato que só uma alma vagante pode sentir.Aquele momento fugente, dura o tempo de um bater de olhos.
Quero mergulhar, sem reservas.Sinto o leve roçar da areia debaixo dos meus pés nús, o perfume da brisa nos meus cabelos.Tiro aquele ténue baby-doll que envolve o meu corpo, me deito sobre a areia fresca, fecho os olhos e deixo q a intimidade daquela manhã, me seduza.
É uma sensação indecifrável, cognitiva dos espíritos superiores.
Nada, ninguém poderá atordoar o encanto daquele momento.
Existe somente a natureza: o céu, o mar... entre eles, estou eu!
A sensualidade me penetra por osmose, onde quer que exista um póro.
E nessa narcose, sinto a maciez de uma pluma, roçagar a auréola do meu seio.
Que percepção delirante! Sinto um maravilhoso mix de sensualidade e conforto.
Me abandono àquela doce carícia, sem impor fronteira, sem abrir os olhos...
Tenho medo que aquele momento se esvaneça. Gostaria de agarrá-lo por toda a eternidade...
A pluma se move lentamente... circunscreve os meus seios, preenche os meus desejos.
É a primeira vez que eu gamo por uma pena. É o amor...
Continua a descer, demarcando as linhas do meu corpo nú, até os pés.
Sobe de novo... entre minhas pernas, estaciona no púbis. Se embaraça nos pelos crespos e tenta mergulhar dentro. Um arrepio voluptuoso se apodera do meu corpo e me faz tremer!
É amor... o verdadeiro amor!
Estar pra invadir-me um malicioso e infantil orgasmo, mas... paradoxalmente, o mais profundo e incontenível(?).
Naquele exato momento ad hoc, a pluma desaparece... não sinto mais a sedução das suas carícias. Os meus olhos continuam serrados. Ainda é cedo.
Espero ainda o seu retorno. Impaciente e posuida pelo temor de não mais sentir pousar em mim, as suas sensuais carícias.
Sinto correr um rio de desejos entre as minhas pernas.
Abro os olhos, devagarinho... Não sei o que as minhas pupilas poderão encontrar, o que estarão à procura, os meus desejosos olhos.
Talvez, um lindo cavaleiro dos olhos verdes, que, em pé diante de mim, nú e ansiante, assim como eu, espera que eu lhe abra docemente as minhas pernas, para poder possuir-me, inebriado como o viajante do deserto, quando encontra um oásis.
Mas quando abro os olhos, não o vejo.. não tem nenhum cavaleiro a olhar-me, nem mesmo uma miragem para consolar-me.
Vejo uma astuto gaivota escapar velozmente, voando e assobiando, talvez, rindo da minha patética vergonha. Vi então, uma simples pluma branca, submersa na água do imenso mar da minha bramosia!
Ah, como é doce sonhar...! Somente os sonhadores sabem viver... e morrer!

mercoledì 4 giugno 2008

A alternativa milagrosa para a gasolina que o lobby da "Mão Invisível" JAMAIS permitirá










Assim como outras extraordinárias invenções e descobertas alternativas, que se fossem produzidas e aplicadas no mercado, poderiam mudar radicalmente a economia mundial, o etanol corre o risco de ser evaporado ou englobado pelo lobby da mão escondida - o governo sombra que gerencia a economia mundial – Muitos novos projetos, de grandiosa importância, são constantemente censuradas em pról dos interesses econômicos de ordem superior. E por trás dessas manobras, se celam os serviços secretos do governo sombra americano e a potentissima Comissão para a Energia Atômica.
A cultivação de cereais e cana-de-açúcar para a produção de biocarburante, parece que tem os dias contados. Segundo informações colhidas pela revista italiana Panorama, é uma “meaça até mesmo para a Amazônia e define projetos como o Etanol, um “falso mito”. Especulações em bolsa, investimentos multi-bilionários, lucros records... o biocarburante, que deveria ser a alternativa milagrosa à gasolina – (o bode expiatório contra o aquecimento do planeta) – “corre o risco de causar mais danos que benefícios”. – Assim descreve Panorama.
O preço de um tanque cheio de carburante, de um carro de alta cilindrada, equivale a dar de comer a uma pessoa por um ano inteiro, calcula o Banco Mundial.
A necessidade que cada país recorra a meios alternativos de energia, pra combater a especulação sem freios e por fim às chantagens do cartel da Opec, é um dado concreto. O que deixa, porém, um retórico ponto interrogativo é, até que ponto essa preocupação pela miséria alheia ou pela desmatação da floresta amazônia, é realmente sincera ou se por trás dessas protestas tem as impressões digitais da mão escondida, procurando, na realidade, proteger a hegemonia mundial daquilo que para ela é uma preciosa fonte de domínio, poder e chantagens para controlar e comandar o mundo.
No arranha-céu do Chicago Board of Trade, a mais importante bolsa que especula sobre a material-prima alimentar, centenas de intermediários fixam o preço do grão do trigo, soja, milho, aveia e outros produtos agrículas e, todos os dias, o boom é garantido. É uma corrida inarrestável que elevou a mais de 40%, no 2007, o preço dos cereais, empobrecendo a mesa do consumidor de todo o mundo, com o aumento de preço do pão, arroz, leite e carne. A chamada “agroinflação” que o mundo está provando.
Tá bom que a especulação dos cereais, faz crescer a espiral do preço que causa a carestia no mundo, mas... o que dizer do valor de US$150-160 por barril de petróleo, que golpeia pesadamente uma inteira cadeia de valores da produção, dos alimentos aos transportes?
E Lula (na època) corre em defesa da sua “criação": Não me venham dizer que o culpado pela inflação é o etanol – Comenta ele em viagem oficial à Holanda e República Checa - os alimentos têm subido porque os pobres do mundo começaram a comer.
Tem mais chineses comendo no mundo, mais indianos comendo no mundo, mais brasileiros comendo no Nordeste e na periferia do país, mais latino-americano comendo, mais gente de países pobres comendo, tem mais gente na África comendo. E tudo isso gera pressão nos alimentos.
Tá certo que o etanol do pobre-rico Lula, não poderá nunca, cobrir todo o espaço da procura energética do planeta, se muito, cobrirá, no máximo, uns 10% do mercado mundial em 20 anos, ocupando cerca de 45 milhões de hectares para a produção da cana – o que deixaria muita gente coçando a barba - mas o fator novidade, poderá tomar pé, sacudindo a inércia de muitos outros países que poderão incrementar novas modalidades alternativas energéticas, e isso poderá incomodar largamente o clã do petróleo.
Ninguém, nunca se perguntou, que fim tiveram inumeráveis notícias da existência de carros movidos a água ou a energia elétrica - que além do mais, não polui e custa pouco - capaz de suplantar largamente os veíulos a gasolina? Provas irrefutáveis confirmam a perfeita funcionalidade desses carros, mas a produção deles, assim disseram, contrastam com os interesses dos construtores de automóveis tradicionais, como também das multinacionais árabe-americanas que faturam trilhões vendendo a gasolina, obviamente. Esses e outros projetos, depois da notícia da descoberta, em pouco tempo desapareceram e ninguém ouviu mais falar. Por que será?

Carromovidos a água? Entraria em conflitos com os interesses dos produtores de carros tradicionais!
Ninguém nunca perguntou onde foram parar as inúmeras  notícia sobre a existência de  carros movidos a água ou a lentidão de se comercializar carros elétricos - que, aliás, não polui e é barato - capaz de suplantar largamente os veículos a gasolina? Muitos desses projetos são frequentemente comprados por essas mesmas empresas, cujos interesses possam ser ameaçados, e finalmente destruídos.
Inúmeras evidências provam a perfeita funcionalidade desses carros, mas a sua produção, assim disseram, contrasta com os interesses dos produtores de carros tradicionais, bem como as multinacionais árabes-americanas que faturam bilhões de dólares, vendendo a gasolina, é claro. Esses e outros projetos, após a notícia da descoberta, em um curto espaço de tempo, desaparecem e nunca mais se ouve falar. Como é possivel?
Ok, não é tão simples como muitos pensam: basta encher o tanque com água e ... uau! A extracção de hidrogénio a partir da água não é um procedimento complicado e pode ser banalmente obtido mesmo por imersão das barras de alumínio em água, mas para o carro manter um movimento constante, já é mais complexo, uma vez que se trata de um fenômeno não contínuo. A geração de hidrogénio ocorre simultaneamente com a formação de alumínio sobre a superfície das mesmas barras, e é interrompida quando já não existe mais superfície de alumínio para oxidar. Mas quando se trata de perturbar o clã do petróleo, vence a lei do mais forte. Nada pra ninguém. Por outro lado, que vantagem obteriam?

O último projeto que temos notícia, foi um protótipo apresentado a Nápoles, e se trata de um carro - o 600 - à tração térmica, elétrica, batizado com o nome de Athena. Quantos apostarão que o pobre Athena não terá longa vida? Pois é. Jà morreu...

A Fusão a frio com paládio... Um Grande Mistério!
Em março de 1990, Martin Fleiscmann e Stanley Pons declararam de haver realizado a fusão fria com o paládio, que poderia, dessa forma, fornecer energia que não polui o ambiente. A experimentação foi repetida muitas vezes com sucesso, em um laboratório italiano de Frascati. O problema, porém, era que isso poderia constranger muitas multinacionais a abandonar os lucros com a nuclear. Depois da notícia dessa experimentação, em pouco tempo de fusão a frio foi rotulado como ciência da sucata e relegado ao limbo de fraude, os dois cientistas, acusados de fraude e incompetência. Depois de alguma hesitação os grandes meios de comunicação ao redor do mundo condenaram definitivamente a experiência e os seus autores..
E tem mais! Soube-se que Stanley Pons, em outubro do mesmo ano, colocou a própria casa em venda e desapareceu sem deixar rastro. Qual seria o motivo? Não é dificil adivinhar. Quem sabe, até ameaçado por alguém!!!!
No entanto, ainda hoje a NASA e a Defense Intelligence Agency dos Estados Unidos, a Toyota e Mitos no Japão, Israel, Rússia e algumas universidades e institutos de pesquisa nacionais, como o INFN, continuam a cimentar-se nos mais importantes laboratorios do mundo para entender e avaliar as consequências e possíveis aplicações desta descoberta. Isto mostra claramente que não era uma farsa como muitos quiseram rotular essa descoberta.

O grupo A. De Ninno e A. Frattolillo, liderados pelo professor F. Scaramuzzi, demonstrou que, mesmo no titânio, quando absorve gás deutério a baixa temperatura, ocorre um excedente de energia e nêutrons são emitidos. O mesmo grupo de investigadores hoje, com uma cuidadosa experiência muito precisa, demonstrou, inequivocamente, a produção de elio4 pela célula electrolítica constituída por um cátodo de paládio e um ânodo de platina, imersos em água pesada.

O certo é que, o destemido Robert Watson, conselheiro científico do premier Gordon Brown
Teve a “coragem” que poucos tiveram, de ir contra a corrente pra tentar abater o mito do biocarburante, provocando os primeiros repensamentos na UE, especialmente na Alemanha, onde, no início de abril, foi decretado o primeiro stop ao plano de desenvolvimento do projeto etanol. A agência inglesa Rfa já está ultimando uma indagação “muito importante”, segundo Sue MacDougall que guia o staff, e dá as suas advertências: A nossa pesquisa vai permitir ao governo de influenciar a política européia, em base à melhor evidência científica do produto.

O homem falou também que, os carburantes NUNCA MAIS deverão ser derivados de plantas usadas também na alimentação. Ai de quem desobedecer o NUNCA MAIS!
Portanto, Nao hà duvida que o projeto etanol está correndo um grande risco de se evaporar... e se tornar “tudo perdido como lágrimas na chuva” (Film Bland Runner)

La bufala dei sondaggi d’opinione


Sondaggi d’opinione o fabbricanti di risposte? Così dovrebbero chiamarsi le persone che fanno domande imbecilli per la strada. Ma non si rendono conto di ciò in cui sono coinvolti? Si limitano a rivolgere le domande che gli dicono di fare e per cui vengono pagati, ovviamente. Non illudetevi pensando che i sondaggi fatti con criteri scientifici da istituti specializzati siano diversi. Persino quelli, di solito sono al servizio di chi li commissiona e di chi li paga. 

E’ chiaro come il sole che lo scopo di tali sondaggi non è mica valutare l’opinione pubblica, in modo a realizzare i desideri della gente ma sì, quello di “indirizzare” la pubblica opinione nella direzione voluta, quasi sempre tramite domande tendenziose, suscitando le risposte volute. Ed è subito una “realtà” creata ad hoc.
Questo è niente di meno che terrorismo psicologico, che rivela la debolezza di chi mette in giro notizie fasulle. E la gente penserà che, se l’ottanta per cento della popolazione sta dicendo è perché è vero. E quelli che hanno la debolezza mentale si adeguano velocemente, passando a ragionare della stessa forma. Impossibile che l’80% possa sbagliare, vero? Certamente! Ma solo per chi ha ceduto il cervello e la totale capacità di ragionare di testa propria.

Così, il cittadino divenne condizionato e privo della realtà. Non c’è neppure il bisogno di pensare, basta fare il salto dal fatto alla realtà programmata. Tra di loro dovrebbe esserci un valore ma ormai, fatto e valore sono un’unica cosa.
A volte, ciò che viene definito un "fatto" da essere accettato come tale, è il frutto di una selezione e di un’accentuazione arbitraria, operate dai “fabbricanti d’informazione", o da chi le designa, in funzione dell'idea aprioristica che essi si sono fatta. Un passe-partout quotidiano al quale siamo imperiosamente invitati a credere.

I Falsi Miti - Chi farà la Belen di turno?
A chi spetta decidere, ad esempio, che un certo personaggio sarà il personaggio della settimana, del mese, dell'anno? La molteplicità dei falsi miti quotidiani, che ricostituendosi incessantemente si fanno beffe della nostra obiettività, produce un effetto di confusione che scoraggia l'analisi critica. Il pubblico gioca soltanto un ruolo da coro tragico, chiamato a dire la sua dai sondaggi. Quindi, evidentemente manipolato.E' in funzione di un paradigma ideologico prestabilito che i media selezionano gli eventi che creano la realtà e poi, chiedere immediatamente ai cittadini di aderirvi e di sentirsene partecipi, quando, in realtà, non hanno avuto modo di scegliere. E a questo punto, scegliere corrisponde ad adottare i "valori" di coloro che lo definiscono.

Migliaia di frasi sospette, nei media e altrove, legittimano, ogni giorno, realtà sociali o economiche giudicate indiscutibili perché appartengono alla realtà del nostro tempo. Fidarci, ciecamente, delle opinioni maggioritarie fluttuanti nella sequela dei sondaggi, senza farci un ragionamento proprio, vuol dire navigare in piena ideologia. E l'ideologia prestabilita che ci impregna quotidianamente può provocare una scissione sociale e a essa si aggiunge la frattura mentale che divide nel loro intimo i singoli cittadini. E quando questi non sanno più dove sbattere la testa, chi mai ne trae vantaggio, se non i potenti? L'ideologia oggi, che parte dal reale per negare la realtà, conduce inesorabilmente a una forma di schizofrenia collettiva.