giovedì 24 maggio 2007

Use seu lado 'bicho' produtivamente

Em cada mulher se esconde um ser natural e selvagem, uma força potentissima formada por instintos, criatividade passional e um saber ancestral que a mulher possue no próprio patrimonio genético e que séculos de cultura e civilização sufocaram, domaram e até anularam, canalizando em um estereótipo rígido de submissão. E' a "Medusa" da mitologia grega. Esse "bicho", ou "raiva" ou "ira" assim como o medo, a agressividade, o desejo sexual, sao basic Instint, natural na alma feminina e presente no reino animal. Esse bicho qdo vem fora, pode ser direcionado da forma que quisermos. A raiva é uma energia potentissima e deve ser explorada e usada pra atingir certos objetivos. Pra isso é importante saber converter o impulso da própria cólera em força positiva e produtiva. A raiva é uma energia potente e deve ser explorada e usada pra atingir certos objetivos, demonstar raiva é até útil pois estimula a produção de adrenalina, que o organismo emprega pra se defender de alguma ameaça à sua integridade, de modo geral. E' uma descarga fisica e emocional. O problema é que, cada pessoa reage de modo diferente à esse instinto, que se não for canalizado e controlado de maneira racional, pode ser danosa, podendo levar a ações destrutivas. A raiva é normal, é humana, é real mas pode ser também uma arma letal; esse ímpeto agressivo deve ser adestrada coerentemente com o fim de atingir a autenticidade de nossa existência sem provocar danos aos outros nem a nós mesmos. Somos bichos, somos animais mas, se somos também racionais, devemos admitir que a dinâmica da raiva é uma operação psicológica complexa que precisa ser primeiro reconhecida, depois compreendida e finalmente ser afrontada de modo consciente. Uma raiva indiferenciada e indiscriminada pode contaminar e destruir uma inteira existência. O livro "Mulheres que não têm medo do fogo" de Mary Valentis e Anne Devane. fala como cada mulher age de forma diferente diante à explosão da raiva. Posso dizer que quase sempre tenho a raiva sob o meu dominio e ajo com ela da forma que me apraz. Talvez seja até uma forma maquiavélica de comportamento porque ajo assim pra haver sempre 100% da razão, não porque quero ser pacífica. Eu tenho uma capacidade incrivel de suportar, mas é uma forma mais de defesa que de benevolência, pois quero os 100% pra poder me vingar ou soltar os cachorros, não me conformo com 90 nem 99% e aí, quando possuo o total percentual na mão, deixo a vitima encurralada, sem saída, e a revanche é completa. Ajo assim com tudo, com amizades, com fuxicarias, com traição em geral. Eu dou sempre uma oportunidade aos outros, antes de fazer um julgamento ou de admitir que estão errados. E acho que é mais facil se viver dessa forma. Quase nunca tenho arrependimento de ter tomado alguma decisão no setor humano. A mulher, acostumada desde a infância a ser boazinha, é muito hábil em camuflar os sentimentos agressivos e esconder atrás de uma doença fisica ou mental. Pode ser camuflada na manipulação, no comportamento passivo-agressivo, no cansaço crônico ou na ameaça de suicídio. Alguém vai ficar ferido e isso não é legal.Soltem o bicho mas tenham cuidado pra o bixo não pegar vocês mesmos nem os outros, pois nao é justo. Atentção ao autolesionismo que quase sempre se faz gratis.Eu, particularmente, jamais vou contribuir pra aumentar o desespero de alguém, seja de que forma for. Se alguém me diz: estou desesperada, sou desgraçada, estou no inferno, vou me matar e por aì vai - eu jamais contribuirei ou condividirei o mesmo estado de ânimo, mesmo se eu estivesse mais pra baixo que qualquer outro no mundo. Se alguém se encontrar em desespero de vida, não vai achar em mim uma aliada nem uma cúmplice pra reforçar ainda mais a fraqueza de espírito.Corroborar pode até servir de consolo: "ah, viu aì, pensa como eu, nao estou sozinha nessa desgraça, pobre de mim..."mas pode fazer alongar, ainda mais, a estrada do sofrimento. E' bem melhor ser zen pra o bem que arrazoador pra o mal. Estou certa?
Fonte: RealityBook online

A Mulher e a Emoção

Leggi in italiano
Com a emancipação da mulher, muitas coisas foram modificadas com relação a uma parte fundamental e essencial do caráter feminino: a emoçãoNos dias de hoje, a sociedade civil em todo o mundo, observa com preocupação o aumento da frequência dos crimes violentos, dos suicídios e abusos de drogas por parte das mulheres, sem falar de tantos outros indicadores de desequilíbrio emocional.Creio que, no afã de tentar obter a igual oportunidade dos homens, nós mulheres, nos esquecemos um pouco da capacidade fundamental do coração – a emoção e a capacidade inter-pessoal. Estas capacidades são tão essenciais quanto aquelas intelectuais, pois servem pra equilibrar a racionalidade.A mulher se parece muito com o planeta Terra: 80% de flexibilidade, ou seja, água/emoção. Não podemos negar, por mais que queiramos nos aproximar do sexo forte.Alguns anos atrás, a mulher era a parte pacificadora da sociedade, porque dava uma maior atenção à competência social e emocional, e sendo assim, havia mais capacidade de gerenciar a própria cólera em relação a si mesma e aos outros. Hoje, a mulher, com um rítmo de vida muito mais frenético, se encontra no dever de se confrontar com uma nova realidade que possa criar uma compatibilidade entre razão e emoção, porque a racionalidade é guiada pelo sentimento. Afirmava Daniel Goleman: ‘Quanto mais intenso for o sentimento, muito mais dominante é a emoção – e mais eficiente a racionalidade’.

Exterminio de Massa

Leggi in italiano
Maio de 2005. Larry Barris comunica o número da sua carta de crédito falsificada e adquire pelo correio, de uma sociedade de fornecimento biomédico do Mary Land, - “American Type Culture Colletion” de Rockville - três ampôlas contendo “Yersina pestis”, o bacilo que causa a peste.
Os bacilos foram modificados geneticamente para se tornarem extremamente letais, projetados para resistirem a mais de 30 antibióticos e às normais terapias antisépticas.

Junho de 2005. Terroristas infiltrados nos grandes centros comerciais, escolas e parques de divertimento, disseminam, secretamente, bactérias que provocam a peste, contagiando grande parte dos inadivertidos americanos.
Uma semana depois, os médicos diagnosticam a doença em 50 pessoas. Segue-se uma rigorosa terapia antibiótica mas esses pacientes não dão sinal de melhora.
Nos dias seguintes, o contágio se expande. Difunde-se um pânico coletivo. Explodem polêmicas e tumultos em toda parte. O sistema de assistência médica entra em “tilt”. Os Estados fecham as fronteiras. A economia começa a dar sinal de fraqueza.
Um mês após a disseminação da bactéria, a doença se difunde em bem 25 estados americanos e em outras 15 Nações. Gera o caos mundial. Os programas normais televisivos foram suspensos para transmitir ao vivo, notícias proveniente de cada ângulo do globo.
A esse ponto, 50 mil pessoas já foram contagiadas e quase 5 mil foram mortas. Os entendidos calculam que no prazo de 3 semanas, o número subirá a 2 milhões e metade dessas morrerão.
Simultaneamente, outros grupos terroristas contaminam bovinos, injetando agentes patogênicos nos alimentos. Cães e gatos, improvisamente enloquecem, constrangendo os seus donos a abatê-los por medo de terem sido infectados com o vírus da raiva.
Toneladas de peixes procuram a terra firme, e alí morrem envenenados por uma substância, ainda não identificada.
E’ setembro. Início do período escolar. Na fila, centenas de mães seguram firme a mão dos seus filhos e dão a enésima olhada no folheto ilustrativo recebido na entrada: “em caso de contaminação, ingerir imediatamente uma pastilha de potássio iodado; no caso de ouvir tocar a sirene, evacuar a àrea, sem pânico, sómente pela saída de emergência.
ATENÇÃO: Os pais deverão munir-se do contador “Geyger amarelo” que identifica objetos radioativos e do kit ante-efeito “They day after” disponíveis nos centros autorizados. Verificar, por favor, se possuem o selo amarelo consentido pelos “Centers for Disease Control and Prevention”.

Pelas ruas, os exércitos, perfeitamente adestrados para combaterem-se fisicamente, se encontram agora, perfeitamente incapazes de combaterem os inimigos, criaturas que não possuem uma consistência sólida e que desafiam todas as leis naturais.
A única coisa tida como certa, no momento, è que, nessa guerra ninguém sairà vencedor.

Ambos suavam, apesar do frio talhante, sentindo um aperto nas vísceras. Os seus olhos se encontraram. O General Bill Stwart suspirou profundamente, descarregando a tensão:
“Ok, inspetor Jo-Beverly. Missao cumprida”.
O inspetor apertou a mão do general. O frêmito que percorria o seu corpo, fêz ressonância no corpo do general, passando como uma descarga elétrica, através do suor que molhava a palma das suas mãos. “Ok, general Stwart. Missão cumprida.

Esse è somente o espectro de um cenário assustador, uma exercitação com a ajuda de um computador, para simular o que poderia acontecer, se houvesse um ataque terrorístico desse gênero. E’ uma forma dramàtica pra demonstrar como somos vulneráveis a um ataque de armas biológicas por parte dos terroristas que, para cultivar um arsenal biológico, basta somente 1 dólar. E’ o valor que se gasta pra produzir substância capaz de matar os habitantes de uma àrea de 1Km quadrado. E’ também uma terrificante realidade da possibilidade do uso bélico de agentes patogênicos, por parte das potentes nações.
Felizmente, è somente uma simulação que talvez esteja próximo a se verificar…!

A nossa Consciencia sobrevive à Morte?


Chato falar disso, né? Será por medo, desprezo ou falta de curiosidade? Os dois últimos são muito improváveis pois, pelo menos uma vez na vida, se pensa, de carreirinha, no que poderá acontecer conosco quando passarmos pra o Além Vida. Mesmo que muitos afirmem de não se importar com o que acontecerá consigo depois da morte, acho que bem dentro se preocupa e como! Então, o único problema mesmo é o medo de pensar e “atrair” a famigerada.
A Morte é o maior mistério da humanidade. Pressupondo que existam provas concretas da sobrevivência da consciência ou, pelo contrário, não se tenha dúvidas de que ela irá dissolverá junto com a matéria, a única coisa certa é que ninguém sabe de preciso o que sucede depois da morte. Tentando desnudar esse mistério, o escritor David Brown reuniu algumas das mentes mais iluminantes e criativas desse planeta, pra discutir sobre o argumento. Resumiu tudo em um livro – Reflexões sobre o iminente apocalipse.

Sob implacável pressão da ciência materialista, nós nos identificamos quase totalmente com o corpo físico, de modo que a idéia de que uma parte de nós sobrevive à morte do corpo físico é difícil de engolir. Nas últimas décadas, vários cientistas e médicos pesquisadores de várias universidades do mundo estão desestigmatizando o paradigma do século XXI, mostrando evidências de que a consciência de fato sobrevive à morte física.
Despak Chopra e Ram Das, acreditam que existem aspectos da nossa consciência que sobrevivem à morte. “Quando o corpo morre, consciência permanece intacta” afirma Chopra “A consciência perde somente o veículo de sua expressão”. Afirma que aquilo que pensamos sobre a morte, pode condicionar o que acontecerà efetivamente no além. Assim como aqui nessa vida, nós somos o resultado do que pensamos – nossas atitudes são frutos do nosso pensamento – assim também, o que acontecerà depois da morte, dependerá das nossas expectativas sobre ela. Os ateus, por exemplo, que crêem que quando se morre se penetra em um vazio total, poderão fazer uma experiência desse tipo, quando morrerem; quem é convicto de que lhe espera um paraíso, com oásis de bem-estar e vivência fantástica, jamais experimentadas na Terra, terminará indo pra um lugar semelhante.
Dos entrevistados por Brown, somente poucos admitiram de aceitar a morte como ela é , ou seja, um mistério.

E eis aqui um bom argumento pra estimular a imaginação, levando-a a um nível bem mais profundo. Serve também pra desestabilizar o fantasma do medo. A forma melhor pra perder o medo daquilo que nos ameaça é afrontá-lo. Com a Morte, um face-to-face não é aconselhável. Não conheço ninguém que, vendo-a na cara, conseguisse escapar. O melhor é dissecá-la nos seus membros e artilhos, se aprofundar nos seus mistérios e dizer: Tà bom, dona Morte, te conheço sem te ver, não vai me pegar de surpresa, não!
Cada um a conhece com os olhos da própria imaginação!

sabato 19 maggio 2007

Storia d'Amore (?)

Pierluigi Dico… (hummm) / dico, Diaco
Giornalista, “cattolico”, Dee-Jay
Non fa proprio differenza / Sia per lui, sia per lei…

Un avvertimento alle donne / Stiate sempre allerta
Lui è un sostenitore / Della coppia troppo ‘aperta’.

Intervistato da “A” / Spara veramente grossa
Non so se é insolente / O soltanto un faccia tosta

Sono un cattolico singolare / La chiesa mi perdoni
Ma è straordinario per me / Aver il senso della perversione

Sono un credente agguerrito / Posso bene vi spiegar
Credo in Dio e nel Paradiso / Nessuno può questo negar

Ho letto tutti i libri / Di Rossetti e di La Pira
Conosco tutta la storia / Del democratico cattolicesimo
Non sono soltanto coca / Spinelli, sesso e birra

“Sono d’accordo con Mastella” / Risponde l’Onorevole Dee-jay
Niente Pacs, niente Dico
Sotto le mie coperte / Sono solo ca… miei
Ho vissuto insieme / Con un lui e con una lei

Tutto colpa di una frittata / Mangiata da loro sullo scoglio
Ho odorato. Ecco fatto! / Non ho dubbio... io li voglio!

Lo sa bene la mia mamma / Cattolica conservatrice
Pensate che a scuola / Fino a quindici anni d’età
La mia mamma cattolica / Mi preparava per mangiar
Non pane, niente bruschetta / Ma soltanto la schiscetta.

Mi sono innamorato pazzo / Da quella coppia ‘aperta’
Ma dopo tre mesi soltanto / Scappano dalla mia coperta

Loro hanno vinto, io ho perso / Sono stato un co…one
Sedotto e abbandonato / Dalla frittata? Nemmeno un boccone.

Oggi resta la malinconia / Della nostra intimità
Loro per me – una famiglia / Io per loro… solo una novità.

Ancora ironia con Clima pazzo nel Maurizio Costanzo Show

martedì 15 maggio 2007

Diffondiamo la Pace

UNA GRAN PARTE DELLE GUERRE POTREBBE ESSERE EVITATA SE L'UOMO RISPETTASSE DI PIÙ' LA LEGGE DELLA NATURA UMANA
"...Per quale motivo gli uomini non s’impegnano ad approfondire la conoscenza perfetta della natura umana? Mai ebbe un vero approfondimento nelle leggi fondamentali per la comprensione dell'animo umano. Ha, invece, un progresso fondamentale nell'applicazione dei metodi scientifici delle cose materiali, a scapito della conquista dello spirito.Possiamo pensare, se vogliamo, che il ritardo nello scoprire i principi basici per il successo nel rapporto umano sia dovuto all'ignoranza del fatto che esistono leggi immutabili ed esterne che governano il comportamento umano, così com’esistono leggi immutabili che governano l'universo, che non possiamo violare senza subire le punizioni. Il ritardo nel miglioramento delle relazioni umane è dovuto anche al fatto che, quando violiamo una delle leggi del comportamento umano, la penalità può arrivare anche dopo molti anni e quando essa arriva - e questo è inevitabile - può darsi che non colleghiamo l'accaduto con la punizione. Innanzi tutto, non sempre ammettiamo quell'errore il quali è giustificato dalle circostanze. Questo, però, non succede con la violazione delle leggi dell'universo perché la penalità è immediata. Che cosa succede quando violiamo la legge della gravità, buttandoci dal decimo piano? Il castigo è fatale e immediato.- Quindi, a causa del ritardo del castigo dopo l'infrazione di una legge delle relazioni umane, generalmente non ci accorgiamo dei molti errori che commettiamo e così, rallentiamo il processo del perfezionamento dei rapporti tra le genti.- Quando l'uomo comincerà ad imparare dagli esempi più semplici che esistono evidentemente benefici, premi materiali e soddisfazioni spirituali quando si ubbidisce alle leggi della natura umana, allora, commetterà meno errori, perderanno gran parte della sua miopia mentale e collaborerà con più efficacia allo sviluppo dello spirito e penserà in ogni modo con gioia e soddisfazione a quanto si ottiene, quando serviamo ai nostri simili con buona volontà e meno interessi personali.
Eliude Santana

O Mito Da Super-mulher

É possível para uma mulher, conciliar vida doméstica e carreira sem cair na mediocridade? Lá onde a natureza autêntica da mulher foi substituida por outras autênticas fábulas, administradas osmoticamente por uma sociedade discordante, subsiste um conhecimento sublimado, às vezes subversivo. A sublimação, por sorte existe em cada mulher, mesmo sob forma de ficção ou de mentira mesmo.Existe o mito da super-mulher: aquela que pensa de ser capaz de representar vários papéis ao mesmo tempo sem tocar o alicerce da inabilidade. Sustentar que nós mulheres podemos nos sair à perfeição, desempenhando os papéis de mãe, esposa, amante, companheira e além de tudo fazer carreira não è somente um blefe mas uma coisa impossível. Sabemos que è inadmissível mas nos inganamos da mesma forma, fingindo de conciliar muito bem todos esses papéis que nos propomos (ou que nos propõem), somente pra poder passar um perfil da mulher vencedora”.As mulheres, principalmente as da nossa geração, aprenderam ainda em tenra idade, das instituições sociais, apoiadas pelas revistas femininas, a forma mágica pra serem sempre sexy, jóvem, manager e mãe, uma mulher em carreira, sempre em ascensãoSe pensamos em poder exercer todas essas tarefas sem cair na mediocridade, ou somos umas pobres loucas extremistas, resíduo bélico dos tempos radicais, ou então nossa geração feminina sofreu uma queda dramática e desenfreada do hormônio da concretização.”É verdade que não devemos ser escravas do conformismo, da banalidade que nos faz massa, mas não podemos pretender de sermos tão ecléticas ao ponto de convergirmos todas essas funções sem descermos ao nível da incompetêcia. Devemos aprender a aceitar essa condição sem imposições externas. Não è nenhuma desonra. Uma manager não deveria haver sentimento de culpa por não conseguir ser uma super mãe ou uma bomba sexy, e vice-versa; pelo contrário, deveria tirar uma profunda satisfação em conseguir conciliar todas essas coisas, englobando dentro de um parâmetro aceitável, mesmo sendo medíocre.”É dessa mentalidade que a maioria das mulheres ainda não são dotadas. Não devemos perder a estrada da realidade: è irrefutável o fato de que não podemos nos dedicar ao filho recém-nascido, dar de mamar, levantar de noite pra fazer a mamadeira, acordar às cinco pra escolher o que vestir; levar o filho maior pra escola, preparar reunião, tomar decisões, discutir sobre negócios e ainda manter o sex appeal. Meio-dia, depois de mastigar alguma coisa velozmente, pegar a criança na escola ou levar o menor ao médico, voltar ao trabalho com a cabeça fresca pra enfrentar novos problemas. Mas...à parte toda essa imposição da mídia de querer nos fazer adotar o mito da ‘supermulher que tudo pode’ pra poder entrar nos parâmetros da mulher de sucesso, por que diabos devemos nos expor a tanto estresse, correndo o risco de falir e renunciar? Afinal de contas, devemos fazer alguma coisa por nós mesmas também, não, meninas?”

giovedì 10 maggio 2007

Piccolo Racconto

La vita è un Sogno!

Un pomeriggio piovoso girando tra gli scaffali del supermercato, Fernanda, insegnante al liceo scientifico e alle prese con le cure per la fecondazione assistita, sorprende una bambina seduta vicina al banco delle merendine. Nonostante l’evidenza, Fernanda si accorge presto di essere l’unica a vedere quella presenza, e persino a poterle parlare. La bambina le disse di chiamarsi Carlotta, di aver sette anni e di essere lì per compiere una missione: restituire il bambino che è dentro a ciascun adulto. Fernanda sorrise e quasi accarezzò quei capelli lisci e castagni. Continuò girando e prendendo i prodotti che le interessavano.Con il carrello pieno si recò alla cassa e prima di andarsene via si voltò per salutare la bambina. Quello che vide la fece rabbrividire: la bambina, in una frazione di secondo, andò trasformandosi da un bebè che gattonava, passando per tutte le fasi di crescita fino a una donna adulta, e quella donna era lei, come se stesse guardandosi allo specchio, vestito e pettinatura compresi. Quella presenza la fissò e, alzando la mano destra, le disse: “Arrivederci”. Fernanda, credendo di aver fatto un sogno ad occhi aperti, s’allontanò.A casa iniziò a sistemare la spesa e con non poco stupore si accorse di aver preso, inconsapevolmente, soltanto prodotti per bambini, con tanto di Pamper’s, omogeneizzati, calzini, body e una montagna di merendine.
Dopo nove mesi Fernanda ebbe una bambina, coi capelli lisci e castani, e la chiamò Carlotta.
Eliude Santana

mercoledì 9 maggio 2007

L'Illustre Sconosciuto

(E' un p0' lunghino.... ma vale la pena. Lo giuro.)

Oh uomo, stolto e ingenuo!
Come puoi venerare la tua vana intelligenza?
Quanto mediocre è il tuo sapere e quanto inconsistente è la tua scienza!
La sapienza non dipende dalla perspicacia umana.
Per caso il tuo sapere ti ha insegnato a riconoscere qual è l'eccellenza della Sapienza?
Considera le meraviglie di Dio!
Per caso tu sai come Egli le usa, e come fa risplendere il lampo dalle nubi?
Hai notizia dell'equilibrio delle nubi e delle meraviglie di quello che è perfetto in conoscenza?
Stendesti con Lui il firmamento, che è solido come uno specchio fuso?
Egli, l'Eccellenza del sapere, ti domanda:
"Dove stavi, quando gettavo le fondamenta della Terra?
Dimmelo, se hai intendimento.
Chi diede la misura, dimmi se lo sai! O chi stese le corde, delimitando il solco delle fondamenta? Su cosa poggiano le sue basi, o chi prese la pietra angolare?
Chi chiuse le porte del mare, quando questo irruppe dalla madre; quando io gli posi le nubi per vestito e l'oscurità per pannolino?
Quando io tracciai i limiti e posi cardini e porte, e disse: fino a qui verrai, e non più avanti, e qui si spaccherà l'orgoglio delle tue onde?
Per caso, da quando cominciarono i tuoi giorni, desti ordini al mattino, o facesti sapere all'alba il suo luogo, perché si aggrappasse all'orlo della Terra?
Per caso, hai incontrato le sorgenti del mare, o hai percorso il più profondo degli abissi?
Ti sono state rivelate, forse, le porte della morte, o hai visto le porte di questa regione tenebrosa?
Dov'è il sentiero per la casa della luce? E quanto alle tenebre, dov'è il loro luogo, perché le conduca ai suoi limiti e discerna le scorciatoie per la sua casa?
La pioggia, per caso, ha un padre? O chi genera le gocce della rugiada?
Da quale vento arriva il gelo? E chi dà luce alla gelata del cielo?
Le acque diventano dure come la pietra, e la superficie delle profondità si fa compatta.
Potrai tu legare le prigioni dei Sette-Stello, o liberare dai lacci l'Orione? O far apparire il signore dello Zodiaco, o guidare l'Orsa con i suoi figli? Conosce l'ordine dei cieli, o puoi stabilire la loro influenza sulla Terra?
Puoi alzare la tua voce fino alle nubi e far che l'abbondanza delle acque ti copra?
Ordinerai ai lampi di apparire e che ti dicono: eccoci qui? Chi ha dato sapienza agli strati delle nubi? Chi ha dato intendimento alle meteore? Chi può dare un numero alle nubi, o alle piogge del cielo, chi le può sgomberare?
E' per la tua intelligenza che vola il falcone, allargando le ali verso sud?

"Chi può contendere con il Grand'Ammiraglio e di seguito avere pace?
Ogni cosa è nuda davanti a Lui e non c'è coperta per l'abisso.
Egli stende il nord sopra il vuoto e fa fluttuare la Terra sopra il nulla.
Imprigiona l'acqua in dense nubi, e le nubi non si spezzano sotto queste…
Tracciò un circolo alla superficie delle acque, fino ai confini della luce e delle tenebre.
Le colonne del cielo tremano, e si spaventano alla sua minaccia. Con la sua forza fende il mare e con il suo sapere abbatte l'avversario…
Con il suo soffio schiarisce i cieli, la sua mano ferisce il drago più veloce.
E questi non sono che i contorni dei suoi sentieri!
CHE LIEVE SUSSURRO, CI FECE UDIRE SU DI LUI!!!
* Dalle massime bibliche.
Eliude Santana

AIUTOOO! Chiudete la televisione!

AIUTOOOO! CHIUDETE LA TELEVISIONE!

I talk show di oggi sono bugiardi, la tv è bugiarda. Anche i programmi dagli intenti socialmente più impegnati non cercano più di svelare realmente il Paese e le sue contraddizioni, ma partecipano anch'essi al grande gioco massmediatico». Lo sostiene Angelo Guglielmi, ex direttore di Raitre, in «Il Grande Talk», primo talk show dedicato alle analisi degli altri talk italiani, condotto da Massimo Bernardini.
Esiste la possibilità de cambiare la situazione? Eccome. Non se può vivere eternamente aspirando l'alito mortale del conformismo come un esercito di fantocci, servili alle ripetitività di palinsesti noiosi nella maggior parte comprati in scatole dalle società straniere. Insomma, divertimenti in franchising, sempre in prestito, mai originale.
Le nuove idee non trovano riscontro dal vecchio sistema televisivo, girando la palla sempre agli stessi nomi. E' necessario aprire le porte alle nuove idee e dare un'opportunità alle iniziative dai dilettanti. Delegare soltanto ai veterani significa restringere le risorse del futuro.
Sarà per questo che oggi non emerge più un Leonardo da Vinci, un Dante Alighieri, un Fellini, Emilio Gadda? Non credo che la mente delle ultime generazioni sia meno pensante nemmeno che i mostri sacri, i veri fenomeni dell'arte e della letteraria siano fermati nel tempo.
Bisogna aver più fiducia nelle nuove proposte, negli artisti/letterari dilettanti, è l'unica forma di far vedere produzioni innovative.

Ognuno può essere autore del proprio intrattenimento. Le abitudini, il sentirsi obbligati, il non fermarsi mai a riflettere su tutto ciò che la TV ci offre, fa perdere di vista il sentiero che ci porta alla realtà non stereotipata quindi, boicottiamo la televisione, imponiamo le nostre idee. E' l'unica forma di evitare l'indigestione a causa di prodotti scadenti.
Eliude Santana

lunedì 7 maggio 2007

Affascinante

Che splendide!
Che belle!
Nel infinito del cielo
Le affascinanti stelle

Guardo loro
Loro guardano a me
Che splendide!
Che belle!
Nell’infinito del cielo
Le affascinanti stelle

Ma... è giorno...
M'ingannavo...
Ah, lo so già!
Dormivo...
Forse, sognavo...

Ma… quelle stelle
Tanto splendenti
Tanto belle
Che vidi nell’infinito dei cieli
Posso ancora vederle
Amore mio… anche tu se vuoi
Nell’infinito
Degli occhi tuoi!

Autrice: Conceição Bernardino (Testo originale in portoghese)

Strafalcioni di Stampa

Frasi INCREDIIIIBILI (ma vere) tratte da autorevoli giornali di Rio di Janeiro come: “O Dia”, “O Globo”, “Extra”e Jornal do Brasil, negli ultimi mesi.
Io lo faccio, da brasiliana che sono, prima o poi, arriverà il turno di quelli italiani. :)

“La nuova terapia porta speranza a tutti quelli che ogni anno muoiono di cancro”. (Speranza nella tomba!!)
“Nonostante lo sciopero della meteorologia, il tempo s’è raffreddato intensamente”. (Allora il freddo si coalizzò al sindacato scioperante… ma pensa te!)
“I sette artisti formano un trio di talento” (hammmm!)
“La vittima fu strangolata a colpi di ascia” (Una nuova modalità di strangolamento… tanto per capire).
“Nel corridoio dello ospedale psichiatrico, i malati correvano come pazzi” (Molto naturale).
“Lei contrae la malattia, quando era ancora in vita” (Giura?).
“Pare che lei fu ammazzata dal suo assassino” (Eureka!)
“L’incidente è successo nel triste e celebre Rettangolo delle Bermude” (Accidente! Tre lati erano pochi?)
“L’anziano, prima di stringere il colo alla moglie fino ucciderla, si è ucciso” (Attenti a quei morti!)
“La polizia e il magistrato sono due mani di un solo braccio” (Che aberrazione!)
“Dopo un po’ di tempo, l’acqua corrente fu impiantata nel cimitero, per la gioia degli abitanti.”. (Sarebbe acqua santa per purificare l’anima…)
“L’aumento della disoccupazione nel mese di novembre fu di 0%” (ma... dove andiamo a finire!)
“I lettori ci perdoneranno per questo errore imperdonabile” (In nessun modo).
“Il presidente d’onore è un giovane settuagenario di ottantuno anni” (Che confusione!).
“Quattro ettari di grano turco furono bruciati. A principio, se tratta di un incendio” (Ah bè, sarebbe peggio se fosse una nevicata!)
“All’arrivo della polizia, il cadavere si trovava rigorosamente immobile” (Che cadavere disciplinato, cavolo!).
“Il cadavere fu trovato già morto, dentro dell’auto”. (No coment)
“Il sindaco andò a letto che stava bene e si svegliò morto” (Vi rendete conto!) Raccolta da Rita