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lunedì 16 dicembre 2019

Saber pedir desculpas pode ser tão difícil quanto poderoso.




O grande problema do orgulho é a polaridade.
O orgulhoso acredita que para um estar certo, o outro tem que estar errado. Ou que abraçar o que o outro diz, é “se rebaixar”. Essas percepções limitadas trazem separação e desacordo, que é o inverso do princípio universal de harmonia. Paz, alegria, amor, felicidade, construtivismo só existem com harmonia e acordo. Logo, o orgulho é um obstáculo para a concretização de relacionamentos sólidos.

A principal causa do orgulho é o medo. O medo de estar errado, o medo de falhar, o medo de errar. Reconhecer de haver errado e admitir isso, parece corresponder à diminuição de nós mesmos; parece perder poder, perder uma imagem positiva de nós mesmos em relação aos outros ...
A pessoa tem medo de não ser aquilo que quer mostrar fora. Ou quer se autoafirmar dentro por achar que é o melhor caminho. Assim, se infla em orgulho para se defender dos ataques externos e não deixar os sentimentos internos virem à tona. Joga-se a culpa em quem está fora quando algo dá errado e toma-se todos os méritos para si quando algo dá certo.

Por que é tão difícil pedir desculpas?
A maior parte de nós, geralmente acredita que estamos certos, quando somos contestados. Essa é uma das causas do porquê seja tão difícil pedir desculpas?
Partimos sempre da suposição de que o que fazemos é correto, enquanto o que os outros fazem é frequentemente errado. Ou seja, os seres humanos acham muito difícil admitir seus erros, porque, geralmente, cada um de nós está sinceramente convencido de não ter cometido nenhum erro!

O orgulho ferido nos joga para outras emoções mais densas, como vergonha, culpa, apatia, tristeza ou raiva. Pois sua base de segurança está focada em terrenos arenosos, como conquistas externas, ideologias e ideais (eu estou certo). Quando um desses aspectos cai por terra, a realidade surge e traz a sensação de grande sofrimento pelo autojulgamento e auto recriminação (eu estou errado).
O gesto de pedir desculpas é complicado por várias razões e, por várias outras razões, é necessário e virtuoso.
Reconhecer que estamos errados é como ir contra a corrente, seria como ter que subir a corrente do nosso pensamento, que naturalmente flui em uma única direção, a de estarmos convencidos de haver dito e feito a coisa certa.

O antídoto para o orgulho é a gratidão
A gratidão nos protege do aspecto de superioridade e de agente causador do sucesso. Passamos a nos enxergar como uma peça da engrenagem e não a própria engrenagem.
Agradecer significa “deixar a graça descer”. Entender que aquilo que temos e fazemos é um reflexo do que somos. Que nos foi permitido exercer um governo, uma responsabilidade temporária sobre aqueles bens materiais, funções sociais, cargos ou pessoas. Até mesmo sobre o nosso corpo físico, emocional e mental.

O orgulho enxerga a causa que traz a ilusão de que conquistamos por nosso mérito exclusivo. A gratidão enxerga o contexto que permite a sincronicidade para que as coisas aconteçam perfeitamente como tinham que ser.

Quem se desculpa, demonstra ter boa auto-estima; aqueles com baixa auto-estima são aqueles que acham mais difícil se desculpar. Pedir desculpas significa mudar, e mudar sempre é difícil porque implica mudar a ideia que temos do mundo, especialmente a ideia que temos de nós mesmos, porque estamos apegados demais à nossa visão do mundo, dos outros e de nós mesmos. É ter que sair da nossa zona de conforto, e nem sempre é fácil.

Pedir desculpas pode ser tão difícil quanto poderoso.
Sorry / Is all that you can’t say / Years gone by and still / Words don’t come easily / Like sorry like sorry”
(“Desculpe. É tudo o que você não pode dizer”), canta o músico afro-americano Tracy Chapman em uma música inesquecível do final dos anos 80. Re-escutá-la pode ser uma boa ideia, porque sugere, de uma maneira simples e poderosa, como o ato de dizer "me desculpe" possa ser tão difícil quanto poderoso. Mas pedir desculpas não é suficiente: devemos fazê-lo bem e com sinceridade.

A Harvard Business Review descreve vários tipos de desculpas ineficazes:
-Existem as desculpas formais, vazias de qualquer sentimento autêntico. Apenas palavras ditas de maneira reticente e apressada, sem envolvimento substancial. Elas são inúteis.
-Há também desculpas excessivas, repetidas e irritantes, que colocam o ferido e seus sentimentos de remorso no centro do relacionamento e, paradoxalmente, forçam a pessoa ferida a confortar quem lhe causou o dano.
-Há, ainda, as desculpas incompletas. Dizer apenas “me desculpe” pelo que aconteceu, significa não reconhecer o proprio papel (e a propria responsabilidade) do que aconteceu e não se comprometer em evitar que uma situação semelhante aconteça novamente no futuro. Fácil demais...

-E há as desculpas negadas: “ei, não é minha culpa!”
Pelo menos são sinceras porque é o ego que fala e se recusa a admitir qualquer culpa. Esse tipo de desculpas não é apenas ineficaz, mas contraproducente pois aumenta o dano infligido e prejudica definitivamente a possibilidade de salvar o relacionamento.

Admitir os seus erros é sinal de autoconhecimento e maturidade
Quando você se recusa a pedir desculpas,você está tentando gerenciar suas emoções. A recusa está ligada à preservação da autoestima e, portanto, a um comportamento defensivo por parte de quem erra. Se pressupõe, portanto, de adquirir na recusa, poder e controle que se traduzem em sentimentos de autovalorização. Um pedido de desculpa pode ser encarado como algo ameaçador, uma incapacidade, afetando diretamente a autoconfiança e a autoestima.
Em vez disso, abrir-se aos outros, admitir o próprio erro e se desculpar diante de quem se sentiu ofendido, é extremamente terapêutico e fortalecedor. Damos ao erro um valor negativo, mas é importante compreender que ele pode levar ao aprendizado. É preciso lidar com os erros de forma mais leve, sem tanto auto cobrança"
Se desculpar envolve um amadurecimento e para isso é preciso revisar nossas atitudes e entender que reconhecer um erro não significa saber menos ou ser uma pessoa errada mas, ao contrário, demonstra empatia e preocupação com os sentimentos do próximo, ganho de inteligência emocional e auto-responsabilidade, aprendizados sobre a vida nas diferentes situações.

“Ao contrário do que a sociedade nos apresenta, não devemos nos menosprezar por errar em algum momento. Todos erramos em atitudes e palavras em fases da vida, afinal, somos seres em construção. Portanto, compreender que errar faz parte da vida e assumir esses erros é importante para amadurecermos como pessoa", ensina a psicóloga Gabriela Bandeira.

Mais do que "dar o braço a torcer", assumir que estamos errados é aprender a lidar com a avalanche de sentimentos que o orgulho pode nos causar, dentre eles a vergonha e a sensação de inferioridade perante o outro. Além disso, quando reconhecemos os nossos erros e nos desculpamos por eles, conhecemos melhor as emoções e as reações à elas, o que gera autoconhecimento e demonstra maturidade: "Isso nos faz crescer e fortalecer como pessoas e, consequentemente, faz com que consigamos construir relações mais verdadeiras com o outro", finaliza Gabriela


https://dilei.it/psicologia/
https://www.queroevoluir.com.br/

martedì 26 agosto 2014

O medo faz envelhecer



Precisamos de envelhecer?
Os antigos sábios, famosos pela sua longevidade, acreditavam que o envelhecimento era um "erro do intelecto" (em sânscrito, aparadha Pragya). Este erro é aquele das pessoas se identificarem somente com o corpo físico.
A consciência faz uma enorme diferença no processo de envelhecimento, porque, apesar de todas as espécies superiores envelhecerem, somente os seres humanos são capazes de saber o que está acontecendo com eles, e de poder traduzir o que sabem de seu próprio envelhecimento.

O desespero pelo envelhecimento faz com que você envelheça mais rápido. Aceitando o envelhecimento, se evita muitos sofrimentos, tanto físico como mental. Nosso medo de envelhecer e nossa crença profunda de que fomos feitos para envelhecer, transformam-se no próprio envelhecimento; uma profecia que se realiza por ter sido formulada e que foi gerada por uma imagem auto-destrutiva. Para fugir desta prisão, precisamos reverter as crenças sustentadas pelo medo. Em lugar de acreditar que o seu corpo degenera com o tempo, alimentar a crença de que ele é um corpo novo a cada minuto. Em vez de crer que seu corpo é uma máquina sem mente, alimentar a crença de que ele está impregnado com a profunda inteligência da vida, cujo único propósito é sustentar você. Estas novas crenças não são apenas mais agradáveis de se conviver; elas são verdadeiras — nós experimentamos a alegria da vida através de nossos corpos, portanto é apenas natural acreditar que nossos corpos não estejam voltados contra nós e sim que desejam o que nós desejamos.

É possível parar o processo de envelhecimento.
"É hora de parar de dar crédito ao todo-poderoso fora e começar a dar crédito ao onipotente dentro de nós, como fizeram os Mestres. E se a verdadeira divindade e a verdadeira potência do planeta estivessem escondidos nos seres humanos, em vez de estaren nos anjos do céu, ou em grandes edifícios com fachadas imponentes? Os seres humanos gostam de ceder o proprio poder a outros, humanos ou não, visto que a maioria não confia em si mesmo. Mas e se você pudesse equilibrar a sua saúde  e bloqueiar o processo de envelhecimento?
O tempo agora está mudando. Você está começando a ver alguma coisa na próxima geração e na sucessiva: uma vida mais longa, sem a ajuda da ciência. Irá começar a acontecer automaticamente e será um mistério para os biólogos. Por que os seres humanos começam a viver tanto tempo agora? Eles dirão: "Talvez seja a alimentação. Talvez seja por causa disso ou daquilo. Talvez seja a ausência de doença, porque nós estamos curando”. Darão uma variedade de razões e nenhuma delas será correta, porque eles não conhecem a energia do que vocês fizeram e como ela afeta o DNA. Em contraste com toda a poluição que vocês estão bombeando para o meio ambiente, os seres humanos começarão a ter vidas mais longas. "
É tudo uma questão de se pensar de forma diferente? Nao. Se trata de você tocar o rosto do Criador dentro de sua estrutura celular.

As coisas que não estão em nossa realidade, são inconcebíveis para nós.

 Em cada um de nós, habita uma realidade que jaz, além de todas as mudanças. Bem no fundo, desconhecido dos cinco sentidos, existe uma essência íntima do ser, um campo de não-mudança, que cria a personalidade, o ego e o corpo. Este ser é a nossa essência — quem somos nós de verdade. Não somos vítimas do envelhecimento, da doença e da morte. Essas coisas são parte do cenário e não daquele que vê, o qual é imune a qualquer forma de mudança. Este que vê, é o Espírito, a expressão do ser eterno. Estas são suposições vastas, componentes de uma nova realidade, e no entanto, todas são alicerçadas nas descobertas que a física quântica fez, há quase cem anos. As sementes deste novo paradigma, foram plantadas por Einstein, Bohr, Heisenberg e outros pioneiros da física quântica, que perceberam que o modo, geralmente aceito de ver o mundo físico, era falso. Embora as coisas lá fora pareçam ser reais, não há qualquer prova de sua realidade, independente do observador. Não há duas pessoas que compartilhem exatamente o mesmo universo. Cada visão do mundo, cria seu próprio mundo.
Você é muito mais do que seus limitados corpo, ego e personalidade. As regras de causa e efeito, tais como você as aceita, reduziram-no ao volume de um corpo e à duração de uma vida. Na realidade, o campo da vida humana, é aberto e sem limites. Uma vez que você se identifique com essa realidade, a qual é consistente com a visão quântica do mundo, o processo de envelhecimento se modificará fundamentalmente
. (D. Chopra)

As crianças estão assumindo características quânticas
"Cada molécula de ar sabe quem você é. Cada partícula de poeira no planeta, sabe quem você é. Tudo faz parte de um sistema que vocês mesmos criaram, o sistema da força vital. Tudo o que está sobre a terra, todas as coisas, são projetadas por um criador que está dentro de você, no seu DNA. A mudança que esse Planeta está atravessando é o seu despertar para isso e, neste processo, você está se tornando mais quântico. O DNA começa a mudar. É sintonizado, em um nível quântico, com a Grade Cristalina. Ou seja, ele começa a mudar não só em você, mas também em cada criança que nasce. Pode-se dizer que o campo do DNA humano "olha ao redor" no nascimento e coleta a energia que lhe é oferecida pela Grade Cristalina. Essa, então, é a energia inicial que terá para toda a vida. Portanto, tudo o que você faz agora, afeta a energia da terra e até mesmo a consciência da humanidade no futuro. Pense sobre isso. Durante eras, nada foi mudado. A natureza humana tem sido sempre a mesma e, por isso, vocês viram somente guerra e frustração. Agora isso está mudando e foram vocês quem criaram."

A célula envelhece porque não recebe informação do nosso consciente!

Deixe-me levar-lhe ao processo de divisão celular. Pouco antes da célula se dividir, é necessário que o projeto clone a si mesmo. O projeto é disponibilizado pela célula estaminal. Esta obtém suas informações, a partir da parte quântica do DNA, que nunca mudou, desde que você nasceu. Ela permaneceu estática, uma vez que nada jamais a alterou... e, pelo fato de que vocês não acreditam que seja modificável, vocês aceitaram de envelhecer. Não existindo nenhum esforço consciente de informar alguma coisa para ela, essa célula continuará lá, imodificável, exatamente como sempre foi.
A célula que está para se dividir "fala" com a célula estaminal e diz: Vamos fazer a mesma coisa de sempre? Mudou alguma coisa? E a célula estaminal “fala” com a célula que está dividindo-se: Faça uma outra idêntica. Então você vai se renovar, exatamente como da última vez, sem nenhuma alteração.

O DNA “sabe " – foi projetado para alongar a vida - “O atributo mais importante que queremos ilustrar é o seguinte: O campo interdimensional do DNA "sabe". Isso quer dizer que ele é construído para prolongar a vida. Ele sabe quem você é. Contem o esquema de sua santidade, e é uma das ferramentas mais importantes que você tem para a saúde, para a alegria, para abrir a porta. Está tudo no campo de DNA, e não no cérebro. E nesta verdade, deve haver celebração. Isto evita de ter que criar o que você pensa de haver necessidade.
Existe uma energia quântica, o sagrado em vocês, que sabe do que você precisa, talvez, até melhor do que você! Tudo que você tem a fazer é conversar com a sua parte quântica e informar. Entendam: o DNA é mais do que química! É um campo e um portal. Estas coisas são os mecanismos do Espírito Santo. Estas são informações avançadas. Há quem sabe como isso funciona e atribuiu-lhe uma geometria sagrada. Isto é verdadeiro e correto. Se trata, realmente, de um campo.

Então, gostaria de viver mais de cem anos? Que tal reescrever o potencial do seu DNA... as partes quânticas que falam com as células estaminais e lhe permitem de viver uma vida mais longa? 

E assim, querido Ser Humano, você tem a capacidade de retornar a um poder, que você pensou de ter perdido, em que os seres humanos poderão viver mais tempo, sem destruir o meio ambiente. Kryon
Dentro da consciência Humana, existe a capacidade de falar com o DNA, de controlá-lo, de trabalhar com ele, e de fazer parte dele. Portanto, um dos maiores segredos nunca antes revelado, é a nossa capacidade de ser responsável pelo nosso próprio corpo e suas funções básicas.


A  consciência move a Terra. A consciência é a responsável pela vibração do planeta. A nova ciência, já prova que, até mesmo alguns processos do próprio planeta, podem ser afetados pelo pensamento Humano. Os 90% do DNA podem realmente fazer parte de algo muito maior do que a nossa biologia pessoal. 

domenica 18 settembre 2011

Os 9 Medos do Ser Humano

Todo o Poder do ser humano està na Consciência. Os nove atributos do medo - é uma exposição, a revelação de que o Ser Humano pode criar o matiz de luz ou de escuridão que desejar. Você perceberá que, algumas das coisas de que tem mais medo... são da sua inteira responsabilidade! Sua e de mais ninguém!

A coragem não é a ausência do medo, mas a disposição de não permitir que ele impeça você de caminhar. O medo faz parte de você, não você do medo. Não deixe que a parte domine o todo. Não se deixe dominar pelo medo, porque nada nos domina sem a nossa permissão.
É na dualidade, característica do «humanismo», que se encontra o desafio.


Primeiro medo - o medo semente

Existe uma vibração energética, que emerge da própria essência do seu ser – das camadas interdimensionais do DNA. Trata-se do medo semente.
Muitos chegaram a este momento particular das suas vidas com os sentimentos e os atributos do «investigador». Vivem aquilo que reflete a escolha que fizeram. Alguns, perceberam muito cedo que não se conformavam com as explicações disponíveis a respeito da espiritualidade. Não foram simples seguidores, não fizeram as coisas como era «esperado» que fossem feitas. Desenvolveram, uma filosofia espiritual própria.
Sabem onde encontrar o próprio núcleo, sabem onde está o Profeta, sabem onde está o Livro – enfim, sabem que esses elementos espirituais de cada religião da Terra, estão dentro deles. «Descascam a cebola» da dualidade até encontrarem, e poderem usar, o seu próprio núcleo espiritual. Sabem que no seu interior há honestidade, aptidão, integridade, manifestação e alegria. Estes, são os trabalhadores da Luz!
Será o seu caso? Se é, podemos dizer que vocês já passaram por este despertar... embora nem todos se dêem conta disso. Alguns só agora começaram a prestar atenção a estas filosofias. Os sentimentos deste planeta estão, atualmente, deslocando-se para uma energia que, no passado, somente os xamãs, monges, curadores experimentaram pessoalmente – algo sagrado e sábio – uma energia que se glorifica e cuja verdade pertence aos xamãs. Não obstante, aqui está, agora, à disposição das massas. No fundo, vocês estão a presenciar a chegada dos «Segredos das Escolas dos Mistérios» às estantes das livrarias populares - uma revelação que assusta alguns de vocês.
Este é o medo seminal, o medo semente. Há quem deseje depositar este conhecimento numa estante qualquer e esquecê-lo. Mesmo hoje, alguns se dizem: Não desejo receber esta informação». Sabem por que dizem isto? Porque muitos aqui viveram isso, e fizeram-no e, quando o fizeram sofreram e muitos
morreram na fogueira por causa disto, pelo que fizeram.
Não, não foi nada agradável.
Bom... eu tenho aqui boas notícias: a «cela» onde se fecharam com essa verdade, sobre a qual não querem falar, está sendo demolida. Assim sendo, é bem provável que precisem enfrentar essa verdade.
O medo seminal é o medo da iluminação, o medo de «descascar a cebola» da dualidade.
É o medo de encontrar o «profeta interno».
Esta é a sua verdade... mas nós dizemos que se trata de um falso medo. Esta vibração está presente para que, constantemente, avaliem o que é real e o que não é. Este medo é, frequentemente, o «construtor» da cela em que se encontram fechados. A piada é que vocês são anjos de Deus! No entanto, aí estão, em um canto da cela, perguntando-se se o que está acontecendo (ou lendo) aqui é real ou não!
Se estes argumentos lhes dizem alguma coisa, então, considerem que foram preparados para isto! Esta energia tem o seu nome e, finalmente, chegou o momento de reivindicarem essa condição.

Segundo medo – Para as mulheres

Há outros medos, comuns à Humanidade; dois deles estão relacionados com o gênero a que pertencem: masculino ou feminino. Apresentamos esta matéria a este grupo iluminado, porque sabemos que estes medos também os afligem. Fazem parte da dualidade e surgem das profundezas de cada Ser Humano. Moram nas camadas interdimensionais do DNA e fazem parte do «humanismo» que lhes é entregue quando chegam ao planeta.
Mulheres, vocês têm medo de ser abandonadas.
Bom permitam que a irmã Kryon lhes diga uma coisa: há grandes mulheres que receiam ser abandonadas.
Não se manifesta em todos os casos, claro, mas ocorre tão frequentemente que deve ser mencionado. Mulheres: Precisam concentrar-se no que este medo representa. Abandono por parte de quem? Poderiam responder:
«Ora essa! Medo de ser abandonada por outros humanos.»
Bom... então tenho aqui uma informaçãozinha para vocês. Sabem o que é o «companheiro de alma»? Sabem o que é a «alma gêmea»? Vocês vivem todas as vidas para encontrar essa pessoa, única, que as satisfará, que sempre estará presente e nunca as abandonará. Desejam apaixonar-se por essa energia. Mas... será que existe?
Poderá existir? Podem estar felizes com uma relação mas, lá no fundo, sempre se perguntam se o «tal» não terá passado ao seu lado. Quem está com vocês será «ele», de fato?
Repetimos o que já dissemos: a sua totalidade não está encarnada na Terra. Ou seja, aquilo que vêem quando se olham no espelho, não é o que são; é apenas uma peça - a parte que está na 4ªD e existe na dualidade.
Há outra parte que, embora «separada», está com vocês permanentemente. Chamam-lhe o Eu Superior!...
Há «partes» suas que contatam com a sua própria energia. Nem tudo o que são se encontra aqui.
Há componentes do outro lado do véu, que estão para além do que conseguem ver - fazendo coisas que nem lhes passa pela cabeça!
Tudo isto faz parte do plano de apoio para o seu livre-arbítrio e livre escolha.
Finalmente, deixem-me dizer o seguinte: a energia da «alma gêmea», do «companheiro de alma», é o profundo desejo de cada Ser Humano se enamorar e se unir com o seu «resto».
Sabem, isto é uma questão espiritual, que mostra as suas tonalidades espirituais sempre que pensam no assunto, não é assim?
Quando este casamento se celebra num nível interdimensional, vocês sintonizam-se com vocês mesmas. É uma fusão que ocorre através da energia da chamada «Malha Cósmica Universal», que passa através do véu e «toca» a sua mão, uma parte de Deus. Uma vez isto feito nesta Nova Energia, querida Ser Humano, aquele «dar o nó» permanece sólido. Nesse momento, encontraram a «outra metade» que nunca se afastará, a «metade» por quem podem apaixonar-se à vontade, e que nunca lhes abandonará. Jamais voltarão a estar «sozinhas». Nunca mais!
Podem percorrer este planeta, podem ir seja para onde for, que não voltarão a ter outro pensamento de abandono... porque tal será impossível. As energias que verdadeiramente importam, as energias do «tal», são aquelas a que, agora, dão a mão... para sempre. Daqui resulta um Ser Humano equilibrado, livre de medos.
Desta forma, com certeza reconhecem que este medo não ocorre por perderem alguma oportunidade oculta com outro Ser Humano. Este «casamento» é algo que sempre está disponível, para vocês, através de vocês.

Terceiro medo – para os homens

O irmão Kryon deseja falar agora para os homens presentes nesta sala: vocês têm medo do fracasso!
Este é um medo essencial desta cultura. Vocês têm as suas próprias expectativas, as expectativas da sua cultura, as expectativas da sua família – e todos eles esperam que vocês tenham êxito! Diga-se de passagem que isto é apresentado sob uma forma linear.
Como é que sabem o que é o fracasso? Encontram-se demasiado concentrados na meta!
Homens, ouçam: há muitas carreiras que podem seguir. Há imensas histórias de êxito e, todas elas, se encontram umas por cima das outras no enquadramento temporal do «agora». Não obstante, vocês não podem ver que assim é. O que, frequentemente, consideram um fracasso faz com que caiam de joelhos... para poderem continuar com o trabalho que vieram fazer!
Quando andam por aí pensando que talvez tenham fracassado ou com medo do que os possa levar a fracassar, nós dizemos que talvez, somente talvez, a situação esteja a conduzindo-os para onde pediram para estar.
Talvez esteja levando-os para uma encruzilhada de caminhos onde, finalmente, podem dar-se conta de algo inconveniente, evitar, o que os levará a afastarem-se dessa situação, a terem a possibilidade de se dirigirem para aquilo que, verdadeiramente, lhes trouxe aqui.
Constantemente o coração humano é pressionado com um «Estou falhando... Vou fracassar»... Muitos dos presentes, tiveram a intenção de seguir um certo caminho, um caminho que consideram progressivo, o que os levou a graduarem-se na área que escolheram seguir e que corresponde ao esquema linear que traçaram. Todavia, não conseguem ver a beleza desta programação, tal como não compreendem que, interdimensionalmente, não precisam de aprender uma coisa depois da outra (forma linear). Algumas vezes, aquilo que, num determinado momento, consideram como estúpido, pode vir a transformar-se numa questão essencial.
Não se julguem a si mesmos, nem determinem o resultado; ao contrário, celebrem o lugar exato em que se encontram agora.
Sabem uma coisa? Isto também está relacionado com o medo número sete (ver adiante). Para mim, todos os nove medos estão ocorrendo simultaneamente. Quando chegarmos ao «medo sete» verão como isto se relaciona.
Homens, estão ouvindo? Nem todas as coisas são o que parecem ser. O que vocês, na sua 4ªD, consideram como um caminho, como um meta, ou um êxito, pode ser que não passe do início de algo diferente. Há coisas que não sabem. Há coisas que só lhes serão reveladas à medida que forem caminhando, no tempo linear. Portanto, não se julguem a si mesmos. Parem diante do Espírito e digam: Diga-me o que tenho que saber!
Conseguem festejar o ponto em que a sua vida se encontra, independentemente do que possa estar acontecendo? Podem levantar a mão e dizer que tudo está certo? Podem dizer: «Eu sou divino?»
Bendito seja o Ser Humano que entende isto, porque, então, também entende que a sua calibração com a Grade Magnética, e com a Nova Energia, traz êxito e manifestação aos olhos de Deus. Assim sendo, quem julgam vocês que experimentou o fracasso? Este medo é um condicionamento Humano, o qual é anulado através da compreensão espiritual.
Outro ponto: Ao longo do caminho, tentaram fazer coisas das quais logo se descartaram por não terem resultado imediatamente? Repeliram-nas dizendo que a energia que lhes dava suporte não rendia nem recompensava os esforços? Lembram-se do relógio do Espírito? É atemporal!... Em nenhuma circunstância têm que se convencer que o que tentaram fazer no passado, continua a não funcionar agora, nem funcionará no futuro.
Pensem só no tempo imenso que gastaram!... Talvez tenha chegado o momento de rever este assunto: pode ser que não tenha funcionado no passado, mas talvez possam experimentar outra vez, agora. Saiam do enquadramento do tempo linear!

Os Seres Humanos podem criar qualquer energia que desejem, através do seu poder da co-criação. Todos podem ir aos lugares mais obscuros e criarem ali a vibração que desejarem. Mas também são capazes de manifestar o poder obscuro, se assim quiserem. Sim, é verdade. Por acaso julgam que o poder da consciência humana está limitada somente à criação de coisas luminosas? Claro que não. Não... dentro do livre-arbítrio. Podem criar qualquer matiz. São precisos muitos matizes para criar a escuridão, mas isso é algo que está acontecendo permanentemente; essa tem sido, aliás, a forma através da qual muito foi manifestado no seu planeta. Esse velho paradigma depende da consciência da massa populacional escravizada pelo medo – o que aumenta o poder da escuridão.

Quarto medo – O medo de si mesmo

Este não é, de forma nenhuma, um medo seminal; ele é bem da 4ªD!
Há uma parte de vocês que sabe – Ah!, como sabe! – que pode criar a escuridão, se assim quiser. Assim, vocês têm medo de ir onde sabem que podem criar a escuridão.
Alguns, nesta sala, já tiveram que entrar em lugares depressivos. Encontraram-se com isso, bem de perto; conhecem o horror e o bloqueio que tal provoca, no resto do seu cérebro; sabem qual é a forma de pensar, que tipo de pensamentos impera nesses lugares, e sabem o que se sente. Ora, tendo estado ali, têm medo de voltar para lá. Este é o medo de si mesmo. Não se passa tal coisa com todos vocês, mas ocorre em alguns casos, inclusive entre aqueles que estão lendo estas páginas. A potencialidade de o Ser Humano ser poderoso em todos os matizes da luz e da escuridão, cria, frequentemente, o medo de, ao visitarem a escuridão, poderem ficar por lá. Isto é o medo de si mesmo.
Alguns poderão dizer: «Bom, isso não se passa comigo». Pode ser que sim. Mas, repito, através do DNA, pode emergir qualquer um dos inúmeros matizes da luz, do mais escuro ao mais claro. Quem foi a lugares escuros sabe o que aquilo é... e não pretende voltar lá. É disto que estou falando.
Mas, eis um toque de esperança: o Espírito Humano não permanecerá grudado num lugar onde exista a intenção de o transformar. Não há força alguma que o possa vencer... a não ser vocês mesmos. Poderão ficar doentes e deprimidos por um tempo, mas jamais a sua consciência permanecerá num estado em que não desejem estar. Mesmo na depressão mais obscura, há um parte de vocês que grita: «Este não sou eu!» Tal pensamento, por si só, irá ajudá-los a regressar. Por vezes, os Faróis de Luz se fecham para reparos; outras vezes, precisam mesmo de descanso. Mas continuam a ser Faróis, colocados em zonas onde ajudarão outros a encontrar os seus caminhos. Mesmo quando está às escuras, o Farol sabe qual é o seu propósito.

Quinto medo – O medo do lado obscuro

Agora, vamos abordar aquilo a que se chama «o medo do obscuro». Aqui têm uma informação, que sabem intuitivamente: essa coisa de «lado obscuro», pura e simplesmente não existe!
Através de toda a história da Humanidade, em todas as culturas, os Humanos relacionaram a energia da escuridão com outra entidade, outro poder, que, por desejar ascender, tudo faz por agarrá-los e derrubá-los.
Ao longo da sua infância, tiveram medo dos «monstros» e outras entidades que estavam ali para «agarrá-los» Há quem tente passar-lhes a idéia de que, quem não pensa de certa forma, será capturado por entidades obscuras ou corre o sério risco de ser «possuído». Isto não é verdade, nem nunca foi!
São os Humanos que criam o seu lado obscuro, pois têm poder da luz, tal como têm poder da escuridão.
Permitam-me ser mais especifico, pois alguns perguntaram: «Kryon, é possível que Seres Humanos tenham uma vibração tão baixa que lhes permita criar obscuridade noutra pessoa?» A resposta é. Claro que é possível!
Um exemplo: o que é que acontece quando tentam encontrar o caminho para um certo lugar, numa casa quase às escuras? De repente, a pequena luz que facilitava a deslocação... desaparece.... e logo vocês ficam congelados! Agora, vejam: O que ocorre se o «caminho» que tentam encontrar é a sua linha de vida? Vocês começam logo a sentir medo, ficam sem poderem se mexer. Sem luz, de repente, começam a perguntar-se que «outra coisa» pode estar ali... desatam a ouvir coisas... enfim, o medo começa a possuí-los. Mas afinal, o que é que aconteceu? Bom, a luz, simplesmente, apagou-se; vocês, porém, criaram as condições para que o medo surgisse e fizesse o seu trabalho.
Há Humanos do outro lado capazes de vos enviar escuridão? Sim, há... e sempre houve quem estivesse em condições de fazer isso. Por acaso, queridos Seres Humanos, a capacidade de escolherem entre a escuridão e a luz não lhes parece natural? Por acaso não faz sentido que a consciência se veria limitada se só pudesse enviar luz? No entanto, eis aqui o que também têm que saber – isso não vai continuar durante muito mais tempo!
O exemplo que acabamos de dar pode ser horripilante, a menos que quem esteja dentro da escuridão daquela casa, disponha de uma luz adicional. Reparem, não há igualdade nos matizes de luz; cada um deles é uma energia em si mesmo. Podem manifestar o matiz que desejarem, mas aquele que manifestarem tem a sua própria vibração.
Há muito tempo atrás, informamos que a luz é ativa e que a escuridão é passiva. Os matizes possuem energias vastamente diferentes. Quando se encontram numa casa escura e abrem uma porta, não é a escuridão que sai para o exterior; é a luz que entra! O que é que isto ensina em relação ao poder da luz?
Ensina que os matizes de nível vibratório mais elevado são mais ativos e mais poderosos; ensina que é mais fácil e mais rápido gerar uma energia positiva. São precisos mais Humanos para criar uma baixa vibração do que para criar uma mais elevada.
Considerem uma casa cheia de gente, totalmente às escuras. Se chegar um Trabalhador da Luz, toda a casa se ilumina. Àqueles que têm medo do escuro, vou dizer o seguinte: têm medo porque ainda não compreenderam o seu poder de se transformarem num Farol de Luz. Podem estar na situação mais obscura; podem estar rodeados daqueles que – às dezenas e dezenas – tratam de lhes envolver em escuridão, no entanto, um só Ser Humano iluminado anulará toda a escuridão!
Agora, a diferença entre escuridão e luz, assim como o que está permeando, recebeu um incremento como nunca recebera. E, aqueles que continuam entretidos criando obscuridade, sentem cada vez mais dificuldade em encontrar lugares sem luz. Compreendem isto? Qualquer entidade individual que se tenha manifestado através do véu, deu-lhes esta informação: vocês, queridos Humanos, estão capacitados para criarem qualquer tipo de vibração. Tempos houve em que quase tudo possuía um lado obscuro... tão escuro que os segredos foram ocultados durante séculos.
Por acaso notaram, nos últimos tempos, alguma diferença no que diz respeito às conspirações e segredos? De fato, nada disso consegue manter-se, durante muito tempo, nessa energia!
Pensam que todas as revelações com que se deparam são apenas coincidências? Dado que os níveis mais elevados estão sendo «abertos», segredos e conspirações deixaram de ter a «baixa vibração» para se agarrarem. Não têm, porque vocês iluminam esses «terrenos» com a sua luz! Isto ocorre na política, nos negócios... até ao nível dos governantes dos países.
Agora, o tema é: Responsabilidade. Acabou o tempo dos «escondidinhos».
O que é que isto lhes diz sobre a luz e a escuridão? E sobre o equilíbrio no seu planeta?

Sexto medo – O medo de outras entidades

Este medo, também está relacionado com os anteriores, não é verdade? O medo das entidades! Muitos desejam relacionar a escuridão com uma certa entidade; outros, receiam tudo o que esteja fora da 4ªD.
Sim, seja lá o que for, se consegue atravessar uma parede, tem que ser péssimo!
Será que não compreendem que este medo refere-se ao núcleo daquilo que vocês são?
SERES HUMANOS: VOCÊS SÃO ENTIDADES INTERDIMENSIONAIS!
Sabem por que é que nem todos os seus componentes estão «dentro» do corpo? Se estivessem, então, as leis da Física da 4ªD não funcionariam com vocês. A multidimensionalidade é o seu estado natural... tal como decidiram e concordaram que fosse. Se lhes parece que são seres de 4ªD é, somente, porque concordaram -voluntariamente - que esse «estado natural» lhes fosse ocultado através da dualidade!
Lembrem-se do seguinte: qualquer anjo divino com que se tenham deparado, começou o seu discurso com as seguintes palavras: «Não tenham medo.» Claro! As entidades divinas no planeta sabem muito bem que o Ser Humano tende a recear o que não compreende.
Sim, há quem tenha medo das entidades do lado obscuro. A verdade, porém, é que não existe tal coisa!
Oh! muitos argumentariam: «Ora essa! Eu vi isto e aquilo..!» Pois eu lhes digo que isso não passa de uma projeção que outro Ser Humano lhes impôs... talvez, com a ajuda de outros, parados, silenciosamente, na retaguarda. Trata-se de um medo reforçado pelo seu próprio medo... um trabalho de cooperação. Pode o medo manifestar magia? Sim, pode... se vocês cooperarem! O medo pode mostrar qualquer coisa que desejem... por não existir qualquer luz que lhes permita ver a verdade!
Qual o significado disto? Atualmente, podem ajudar quem lhes envia escuridão... desde que aceitem a idéia de que podem ajudá-los! Se «apagarem a luz» todos eles estarão ali, à sua volta, assim como estará a tela negra onde tudo pode ser projetado. A «música» que dançarão na escuridão tem vários timbres... e todos infundem muito medo. Mas isso é da sua escolha. O que têm que saber é: tudo o que se passa é Humano, independentemente do «rosto» que lhes parece ver. Esta é a verdade.
Muitos receiam o que está acontecendo – precisamente aqui, neste momento. Dirão: «Há uma entidade chamada Kryon, que possuiu uma pessoa e está falando através dela, durante esta reunião.» Pois, deixem-me dizer-lhes que não é isso o que está acontecendo aqui, hoje. Notem o que estão sentindo aqui, agora? É medo ou segurança? O que está acontecendo aqui, pelo contrário, é uma fusão – de amor – entre o Ser Superior de um Humano e um Irmão/Irmã que lhes traz mensagens de amor, do outro lado do véu. E o que é que pedimos que façam com tudo isto? Pedimos que discirnam por vcês mesmos! Sempre lhes entregamos a decisão. Por acaso isto parece um truque? Parece como se tivéssemos um «plano»? Que engano! O nosso único «plano» é incrementar a sua consciência e amor... e logo nos retiramos, permitindo que os Humanos façam o resto.
Chegou o momento de se lembrarem da sua luz e do que se passou neste planeta. Vocês movimentam-se de um lado para o outro – vibram mais alto... e nem sequer o sabem. A questão que abordamos aqui, hoje, foi que alguns Humanos caminham em lugares sombrios... e não gostam; lidam mal com isso e rezam para serem retirados dali. Julgam ser «injusto» e acham que só estão deixando «passar o tempo», até que Deus se lembre de responder à sua prece. Mas nós voltamos a dizer o seguinte: é bem provável que os lugares onde vão trabalhar ou, inclusive, aqueles lugares que são a sua própria casa, precisem que lhes levem luz.
Estão ouvindo? O que é que acontecerá se vocês são a única luz ali?
Este é o trabalho, Trabalhador da Luz!
Porém, nunca virão a saber de que forma «tocaram» uma determinada pessoa, quando estiveram ao seu lado; nunca saberão de que forma aqueles que lhes rodeiam se beneficiam por estarem perto do Farol, que tem o seu rosto. O Farol fica ali toda a noite, às escuras, girando, girando e girando para que o comandante do barco possa rumar o seu navio para um porto seguro. O comandante do navio nunca se encontra com os faroleiros – nunca chega a saber como se chamam ou quem são. No entanto... vocês têm medo da energia da sua verdadeira entidade! Vocês até têm medo da entidade Kryon.
Existe aqui uma grande dicotomia: enquanto nós celebramos a sua luz... vocês receiam a escuridão! Ah! Como vocês são de 4ªD!

Sétimo medo – O medo de não encontrar o próprio caminho

O medo número sete relaciona-se com o medo número três, tal como já dissemos. Trata-se do medo de não encontrar o próprio caminho.
Oh! Escutem-me: vocês caminham dentro de uma esfera. Pensam que se deslocam ao longo de uma linha reta, mas não é assim. O seu caminho não é reto! Julgam que fazem uma coisa depois da outra e que as colocam numa linha de 2D. Interrogam-se a respeito do futuro e consideram o passado, mas nunca os vêem juntos.
Alguns perguntaram: «Kryon, quando encontrarei o meu caminho?» Bom, alguns já estão nele! Outros questionam-se: «Ah!, quando encontrarei a minha missão?»
Vejam bem: o que aconteceria se um farol da costa pensasse assim: «Bom, ninguém me telefonou para me agradecer a luz com que ilumino as redondezas. Também nenhum comandante, de nenhum barco, me comunicou o quanto se sente agradecido por me encontrar aqui. Sendo assim... acho que vou apagar a minha luz... acho que vou embora. Chegou o momento de me pôr a caminho, e ir à procura do que é suposto ser a minha missão.»
É isto que, realmente, querem fazer? O medo de não encontrar o próprio caminho, a «missão», está relacionado, quer com o medo seminal (número um), quer com o medo do fracasso (número três). Como isto é algo muito linear, aqui fica a seguinte informação: celebrem o lugar onde estão, cada minuto de cada dia! Empilhados sobre o que consideram ser o tempo linear, estão todos os «agoras»!
É difícil explicar a interdimensionalidade a um Ser Humano de um simples dígito dimensional. Nós, porém, vemo-los de forma diferente daquela que vocês mesmos se vêem.
Ah! Se pudéssemos lhes mostrar o seu brilho, mostrar o que fizeram... e o que estão fazendo!
Querido Ser Humano, você não é o que vê no espelho. Vai muito além disso. Por esta razão os amamos como amamos. Vocês, literalmente, caminham sem poderem ver o que está à sua volta... o que requer imensa coragem!

Oitavo medo – O medo da doença

Entre os iluminados, continua a haver quem, apesar disso, diga assim: «Você sabe, com certeza, as doenças que estão por aí, não é verdade? Alguma virá até mim, estou certo disso. Tenho um amigo que foi apanhado... Sim, a doença está por todo o lado!»
Ouçam isto: não importa até que ponto estejam predispostos geneticamente para «apanharem» uma doença, assim como também não interessa o que lhes disseram, na velha energia, a respeito de como funcionam as coisas. A verdade é que, nesse tempo, não era possível ver o «panorama» completo. Coloquem para fora da taça todas essas velhas explicações e aceitem as novas condições!
Através da consciência humana, podem falar com a estrutura celular; podem limpá-la, renová-la, reforçá-la, despertá-la... e curá-la. Também podem falar com a doença. Já hoje, aqui, foi posta a seguinte questão:
«Biologicamente, somos feitos de quê?» E a resposta foi: de água! E, a seguir, foi demonstrado que a consciência humana pode transformar a água, profundamente.
Notem a lógica envolvida no seguinte:
A mesma consciência que pode transformar os padrões cristalinos da jarra de água que está na sua frente, também é capaz de alterar a água que compõe o Ser Humano – a sua estrutura celular. Independentemente do que podem ter ouvido... esta é a verdade!
Se desejam estar embrulhados de medo, têm toda a liberdade para isso, pois trata-se do seu livre-arbítrio; mas, se desejam o oposto, se preferem celebrar o ponto onde se encontram, o ponto para onde se encaminham, assim como o que pretendem que aconteça... isso cria luz. E, não tarda, começarão a rir-se do medo e a perceberem de que não passa de uma anedota, de uma piada.
Bendito seja o Ser Humano que não conhece limites para a sua influência sobre a sua própria estrutura celular!
Este é o novo paradigma. Os yoguis e xamãs da antiguidade demonstraram-no.
Agora... chegou a sua vez!

Nono medo – O medo do futuro

E, agora, o medo final, que ficou guardado para o último número. A energia do «nove« é bem conhecida – trata-se do encerramento, da finalização. Então, e a energia do «onze»? A energia do «onze» é aquela onde se encontram. «Onze» é um numero-mestre que representa a Nova Terra, a energia que se encontra à sua volta, é a jarra onde o «onze» está contido. É a conclusão do «velho», é a despedida de um velho paradigma, de uma energia esgotada. E, no entanto, aqui estão vocês - com um potencial de futuro extraordinário... cheios de medo do futuro!

Fabricantes do Medo
Há quem pergunte: «Kryon, o que vai acontecer? O último acontecimento apanhou-nos de surpresa. Vem aí outro parecido? O que podemos fazer?» Permitam-me que destaque um aspecto que talvez ainda não tenham percebido claramente:
Por acaso, ultimamente, viram adivinhos saindo dos bosques? Eles costumam fazer isso, sabiam? Eles seguem o medo! E por acaso se perceberam que havia menos «adivinhos» antes do «11.9»? Bom, mas, seis meses mais tarde... aí estão eles todos, à sua volta! Sabem, eles alimentam-se do medo; estão aqui dispostos a agravar a situação se vocês permitirem, montando cenários que criarão ainda mais medo. Eles são os que desejam anular a «energia superior ao normal» - essa pela qual vocês tanto trabalharam - para que tudo volte a ser como foi antes. Eles desejam que o matiz vibracional volte a ser aquele a que estavam acostumados.
Queridos Humanos, esta é a diferença entre o «velho» e o «novo» - esses são os que ficarão para trás.
Lembram-se dos ensinamentos que demos há uns tempos atrás? Não se pode retroceder a energia para uma condição inferior de consciência. A vontade não pode «des-conhecer» nada; a Terra não pode «desfazer-se» do seu estado iluminado; não pode »des-criar» o que ocorreu nos últimos meses. Não obstante, os geradores do medo vão preparar uma quantidade de cenários para que o seu público preste atenção. Eles dirão: «Vá, tenham medo, porque isto está pela hora da morte!» E logo fornecerão as informações e as datas futuras da sua ruína. Segundo eles, evidentemente, haverá planetas que destruirão a Terra... asteróides que se aproximarão... influências de alinhamentos astronômicos que afetarão a Terra. Claro que nada acontecerá, mas muitos – dependentes da vibração do medo - não se darão conta disso e continuarão a pedir novidades a respeito das catástrofes. Tais mensagens têm mais de 1000 anos!
Não acham que chegou o momento de largar tudo isso e seguir em frente?
No entanto, se há quem continue nessa vibração, é porque a sua luz está «fraca»!
Tenho alguma prova de que, hoje, os «arautos do medo» são em maior número do que ontem? Não, não tenho. Mas permitam-me dizer algo em que podem pensar: onde estavam esses «agourentos» no dia 10 de Setembro? Querem a resposta? Estavam nas suas grutas do medo, inventado coisas falsas que se deveriam temer. O mais engraçado é que, com isso, perderam o melhor!
O meu ponto é o seguinte:
O que aconteceu no «11.9» trouxe tanto medo a alguns de vocês, que agora, os «adivinhos»
permitem-se ter os medrosos como público atento!
Que significado tem isto para vocês? Significa que, para quem tem medo, afinal, nada mudou, quer em relação ao seu poder, quer em relação ao desafio que os espera. Significa, simplesmente, que os medrosos, agora, estão em condições de reconhecer a situação em que se encontram. O confronto, de fato, já começou!

O planeta, tal como previmos, está fazendo uma tomada de consciência! O confronto entre o «velho» e o «novo» faz agora parte do seu quotidiano! A decisão de saírem da «cela» está à sua disposição. Onde é que ficaram parados? Temos aqui um tema que, há bem pouco tempo, nem se falava nele: o que é que consideram como «normal» na sua civilização? Vocês encontram-se dentro da energia da nova «linha» da realidade... sem qualquer profecia disponível! E esta linha está completamente aberta. Claro que os «profetizadores» estão surgindo para lhes oferecer a rançosa «banha da cobra» dos velhos cenários de medo. Eles, porém, estão aqui - como têm que estar – para lhes levar a escolher entre a escuridão e a luz. Vocês, porém, sabem algo que eles desconhecem: o grande potencial!... Oh! Durante quantos anos andamos dizendo que o potencial é a «Nova Jerusalém«? E vocês pensando que se tratava de algum tipo de sentença histórica e misteriosa!... Pois prestem atenção às notícias!
O que lhes parece que elas significam, agora?
Já ouviram isto repetidamente, quer da parte de Kryon, quer da parte dos que vieram antes de Kryon:
«Nova Jerusalém» não é uma nova cidade em Israel. É uma metáfora da Terra solucionando o que não tem tido solução, de uma Terra movendo-se para um nível que ninguém conseguiu prever. É a reconstrução, pela terceira vez, de um Templo de Consciência. É o novo planeta, a Nova Terra.
Há muitas metáforas encerradas nisto, mas dizemos apenas o seguinte:
Não temam o futuro, Trabalhadores da Luz, o futuro que estão controlando e manifestando.
Vocês são os que abortaram o Armagedon; são os que olham para o relógio e reparam que são 11:11; são os que acariciam o Espírito - precisamente neste momento – criando a luz do mundo.
* * * * * * * * *
Esta mensagem dos «nove medos» trouxe o convite para se casarem com o seu Ser Superior, para se apaixonarem pela sua «metade» que é divina, para se calibrarem e para celebrarem o futuro.
A mensagem de Kryon é de esperança, não é verdade? Sim, é. A mensagem de Kryon é de entusiasmo, não é assim? Mas, na verdade, não é uma mensagem de «Kryon»! Pelo contrário, é uma mensagem Humana, que dá, aos Seres Humanos de 4ªD, a sua própria mensagem de um futuro Humano interdimensional. É a sua própria mensagem... embora se oculte tão convincentemente.
Por isso, estamos aqui. Independentemente do que possam estar enfrentando na vida, quando, dentro de instantes, se levantarem e saírem desta sala, procurem sair transformados, com uma nova consciência a respeito da forma como tudo isto funciona... a respeito dos potenciais de como as coisas poderão vir a funcionar. Mesmo que não acreditem numa única palavra do que ouviram, quem sabe se, agora, não estarão dispostos a fazer as suas próprias perguntas.
Investiguem a verdade do que foi dito. Provem a Nova Energia. Inclusive, rezem e meditem.
Kryon 

sabato 5 febbraio 2011

Noticias.... do OUTRO Mundo!

Aconteceu de Verdade! Juro!

Conta-se que, há alguns anos atrás, numa noite escura e sombria de outono, e por sinal, o dia dos finados, um distinto senhor estava à beira da estrada pedindo carona, quando começou a desencadear uma tempestade assustadora, tão forte que não se conseguia ver um palmo diante do nariz. Passou-se muito tempo, e não parou nenhuma alma bondosa e o tal se encontrava bem no meio da tempestade. De repente, notou que se aproximava algo, e sò quando estava bem perto, ele percebeu que era um carro preto, daqueles para funeral, que foi-se aproximando lentamente e parou bem na sua frente. O homem nem quis saber de nada e foi logo abrindo a porta e entrando no carro, batendo-a com veemência desesperada.

Depois de ter se acomodado no banco da frente, se virou e viu, com horror, que não havia ninguém no banco do motorista. O carro partiu lentamente. O pobre homem foi invadido pelo terror, que aumenta desmisuradamente, quando ele percebeu que o carro estava indo inexoravelmente em direção a uma curva acentuada. Então ele começou a rezar pedindo perdão pelos seus pecados e implorando pela salvação da sua alma, em vista do trágico destino iminente. De repente, pouco antes de se aproximar da curva, ele viu uma mão tenebrosa entrar pela janela do banco do motorista, segurar com firmeza o volante e desviar. Em seguida, desaparecer. Paralisado pelo medo, ele se agarrou com toda sua força no seu banco, permanecendo imóvel e impotente. Este macabro evento da mão tenebrosa, se manifestou em cada curva, enquanto a tempestade ia aumentando de intensidade. O medo transformou-se em pânico quando começou a ouvir, distintamente, uns murmúrios abafados vindos de trás, virou-se, mas só viu um caixão. Foi então que, dominado pelo terror, reuniu toda a coragem que ainda havia, abriu de chofre a porta e saltou para fora, começando a correr como um louco em direção à aldeia mais próxima, que ficava a uns dois quilômetros de distância. Uma vez lá, ele entrou no primeiro bar que encontrou e pediu um conhaque, ainda ofegante e trêmulo. Dado o seu estado, alguns dos presentes ficaram intrigados e perguntaram o que tinha acontecido, e ele contou a experiência horrível que tinha vivido.

Um silêncio sepulcral caiu na sala, e o terror se apossessou dos alí presentes. Após cerca de meia hora, dois caras encharcados entraram no bar e assim que passaram pela porta, perceberam o tal homem em pé no meio da balcão. Um deles se aproximou, virou-se para o outro dizendo: Olha, Giuva, veja quem tá aqui..., aquele idiota que subiu no carro fúnebre, enquanto nós estávamos empurrando, e nem sequer nos deu uma mão! Aconteceu de verdade, juro!

A torcida defende seu time... mesmo além do túmulo!

O Estrela Vermelha e o Partizan são os dois clubes de futebol mais populares da República da Sérvia. Possuem a rivalidade mais notável do mundo, e é uma rivalidade não somente esportiva mas política, social e cultural. Possuem dois estádios separados por poucos metros e foram criados com sete meses de distância um do outro.

Como era comum nos países do leste europeu do pós-guerra, o Estrela Vermelha e o Partizan se originaram de dois órgãos políticos. O Estrela foi criado no dia 4 de março de 1945 e representa o Partido Comunista. E o Partizan foi fundado pelo Exército em 4 de outubro do mesmo ano.

Para se compreender o grau dessa rivallidade, agora está pegando uma moda, mais que curiosa, parece uma metade entre o surreal e o ridículo, demonstrando quanto se odeiam cordialmente.
Se trata de revestir o caixão com as cores do time favorito... quando morrer, e de ser enterrado ao lado de outros torcedores do mesmo time, assim relata o jornal Blic, e a iniciativa é da empresa funebre Svitanje que garante o fornecimento de caixões bran-preto (Partizan) ou vermelho-branco (Estrela Vermelha), a depender de qual time torça o querido defunto. Bozidar Janicijevic, diretor da casa funerária, tranquilizou os torcedores de outros times do campeonato sérvio, afirmando que em breve possuirão, também, seus caixões com as cores dos seus times.

Frases como: A Estrela Vermelha é a minha vida, nada mais tem importância e Eu daria a minha vida pelo Partizan, são alguns dos cantos menos dramáticos que sobem das arquibancadas, a cada edição do clássico de Belgrado. Os hinos dão uma boa idéia da paixão que os torcedores dedicam às suas camisas.

A iniciativa de Belgrado não é uma novidade. Hoje, se pode ver uma crescente cultura do vínculo eterno com o time de futebol. Na Argentina, o Boca Juniors tem um cemitério exclusivamente para os seus torcedores. Na Europa, os primeiros foram os alemães de Amburgo, seguido pelo Atlético de Madrid (2.490 nichos para as 4.210 urnas do Vicente Calderón) e Espanyol. Um columbário também terá o San Mames, o novo estádio em construção em Bilbau, em uma àrea ao lado da atual casa do Athletic. O novo implante custará € 240 milhoes de euros, e serà inaugurado em 2014. Terá uma capacidade para 58 mil espectadores, um museu, hotel, um centro comercial e... como não poderia faltar... um cemitério!

Quando não se renuncia às redes sociais nem mesmo depois de morto

Cansado dos ordinários social network? Tranquilize-se! Está para chegar um, dedicado aos mortos. Ah, sim! Chegamos mesmo ao ponto da escravidão à Internet! E nossos queridos defuntos não renunciam à internet, nem mesmo no além ...

Surge a funeras.it, onde você pode encontrar as últimas notícias sobre o falecido do dia, sobre a casa funerario, necrológios, funerais, obituários, e assim por diante ...

Parece coisa de mau gosto, mas é uma idéia que já pegou firmemente no exterior, e que permite informar sobre a morte de ente querido até mesmo a parentes distantes ou amigos que já se perderam de vista ...

E assim, os nossos queridos defuntos, repousam tranquilos em um cemitério virtual, sabendo que têm um espaço dedicado à sua memória, onde parentes e amigos compartilham a dor com pêsames, dedicatórias, orações, fotos e vídeos, e seus remanescentes podem visitá-los todos os dias.

Os membros da família também podem agradecer pela participação no luto e de informar sobre os aniversários.

E’... são tempos novos e ninguém quer ficar para trás. Até mesmo as empresas funerárias têm que se adequar às novas formas de se comunicar e acompanhar os passos do progresso.

E por falar em redes Sociais... Saiba que não é mais necessário levar os segredos para a tumba. Hoje já existe a Caixa-Forte Digital!

A mais recente no domínio das redes sociais é La vie d'Après e é um portal francês que permite, também, aos mortos de se comunicarem com os vivos, ou vice-versa, pelo menos para aqueles que acreditam.

O site La vie d'Après foi criado por Paul Vincent e Pierre Olivier e permite que o defunto se comunique com os vivos, mesmo por tràs dos bastidores da tumba.

Segundo os autores, o site lhe permite transmitir, mensagens, fotos, vídeo e escambau... para seus entes queridos, e... quem sabe, até contar piadas para diverti-los. Tem gente que até ouvem suas risadas... não é brincadeira não, viu! Veja aqui: http://www.laviedapres.com/

E tem MAIS...

La Vie d'Après é também uma caixa-forte onde você pode armazena as suas senhas para o Facebook, Twitter, FriendFeed, YouTube e outras redes sociais. As senhas (criptografadas) estarão disponíveis para os familiares após a nossa morte, para que os nossos entes queridos possam atualizar todos os nossos perfis online.

A idéia pode até ser agorenta, mas, certamente, é original.
Uma seção permite que você escreva mensagens para parentes e amigos. O site tem uma área de segurança e de armazenamento para preservar e transmitir todo o patrimonio digital, e uma biblioteca que permite que você armazene fotos, vídeos e sons. O objetivo dos criadores do site: Todo mundo tem a oportunidade de deixar um rastro de sua vida para as gerações presentes e futuras. Com o Cofre Digital você pode proteger seus preciosos documentos e preservar o que é considerado mais valioso. Em suma, os serviços são muitos. Até a mídia jà garantiu ao site, doses maciças de publicidade gratuita.
Realmente, uma idéia muito sinistra, mas util, não? É morrer para crer!

O passeio com mão e contra-mão para Pedestre!

É chamado de Operação Rebocador, e decretou o nascimento oficial da pista dupla para pedestre. É uma iniciativa do governo britânico para desengarrafar o transito humano em ruas comerciais, onde o problema não é a alta velocidade, mas a lentidão dos compradores. O tráfego chega nas calçadas, forçando a idealização de um passeio com duas pistas para a ultrapassagens.

Oxford Street, a rua das compras por excelência em Londres, lançou uma rígida  regulamentação do tráfego de pedestres. A calçada terá mão única, e os pedestres que entrarem na pista de ultrapassagem, terão que se mover a uma velocidade mínima de seis milhas orárias, equivalente a 4,8 quilômetros por hora. Se deixar cair o ritmo, a multa de 10 libras esterlinas é garantida. A monitorar o cumprimento do Código, será uma equipe de 30 policiais urbanos, equipados com câmeras, chamadas autovelox – um aparelho que serve para medir a velocidade dos carros nas rodovias. Foi-se o tempo das tartarugas a passeio. Durma com esse barulho....!

giovedì 24 maggio 2007

Exterminio de Massa

Leggi in italiano
Maio de 2005. Larry Barris comunica o número da sua carta de crédito falsificada e adquire pelo correio, de uma sociedade de fornecimento biomédico do Mary Land, - “American Type Culture Colletion” de Rockville - três ampôlas contendo “Yersina pestis”, o bacilo que causa a peste.
Os bacilos foram modificados geneticamente para se tornarem extremamente letais, projetados para resistirem a mais de 30 antibióticos e às normais terapias antisépticas.

Junho de 2005. Terroristas infiltrados nos grandes centros comerciais, escolas e parques de divertimento, disseminam, secretamente, bactérias que provocam a peste, contagiando grande parte dos inadivertidos americanos.
Uma semana depois, os médicos diagnosticam a doença em 50 pessoas. Segue-se uma rigorosa terapia antibiótica mas esses pacientes não dão sinal de melhora.
Nos dias seguintes, o contágio se expande. Difunde-se um pânico coletivo. Explodem polêmicas e tumultos em toda parte. O sistema de assistência médica entra em “tilt”. Os Estados fecham as fronteiras. A economia começa a dar sinal de fraqueza.
Um mês após a disseminação da bactéria, a doença se difunde em bem 25 estados americanos e em outras 15 Nações. Gera o caos mundial. Os programas normais televisivos foram suspensos para transmitir ao vivo, notícias proveniente de cada ângulo do globo.
A esse ponto, 50 mil pessoas já foram contagiadas e quase 5 mil foram mortas. Os entendidos calculam que no prazo de 3 semanas, o número subirá a 2 milhões e metade dessas morrerão.
Simultaneamente, outros grupos terroristas contaminam bovinos, injetando agentes patogênicos nos alimentos. Cães e gatos, improvisamente enloquecem, constrangendo os seus donos a abatê-los por medo de terem sido infectados com o vírus da raiva.
Toneladas de peixes procuram a terra firme, e alí morrem envenenados por uma substância, ainda não identificada.
E’ setembro. Início do período escolar. Na fila, centenas de mães seguram firme a mão dos seus filhos e dão a enésima olhada no folheto ilustrativo recebido na entrada: “em caso de contaminação, ingerir imediatamente uma pastilha de potássio iodado; no caso de ouvir tocar a sirene, evacuar a àrea, sem pânico, sómente pela saída de emergência.
ATENÇÃO: Os pais deverão munir-se do contador “Geyger amarelo” que identifica objetos radioativos e do kit ante-efeito “They day after” disponíveis nos centros autorizados. Verificar, por favor, se possuem o selo amarelo consentido pelos “Centers for Disease Control and Prevention”.

Pelas ruas, os exércitos, perfeitamente adestrados para combaterem-se fisicamente, se encontram agora, perfeitamente incapazes de combaterem os inimigos, criaturas que não possuem uma consistência sólida e que desafiam todas as leis naturais.
A única coisa tida como certa, no momento, è que, nessa guerra ninguém sairà vencedor.

Ambos suavam, apesar do frio talhante, sentindo um aperto nas vísceras. Os seus olhos se encontraram. O General Bill Stwart suspirou profundamente, descarregando a tensão:
“Ok, inspetor Jo-Beverly. Missao cumprida”.
O inspetor apertou a mão do general. O frêmito que percorria o seu corpo, fêz ressonância no corpo do general, passando como uma descarga elétrica, através do suor que molhava a palma das suas mãos. “Ok, general Stwart. Missão cumprida.

Esse è somente o espectro de um cenário assustador, uma exercitação com a ajuda de um computador, para simular o que poderia acontecer, se houvesse um ataque terrorístico desse gênero. E’ uma forma dramàtica pra demonstrar como somos vulneráveis a um ataque de armas biológicas por parte dos terroristas que, para cultivar um arsenal biológico, basta somente 1 dólar. E’ o valor que se gasta pra produzir substância capaz de matar os habitantes de uma àrea de 1Km quadrado. E’ também uma terrificante realidade da possibilidade do uso bélico de agentes patogênicos, por parte das potentes nações.
Felizmente, è somente uma simulação que talvez esteja próximo a se verificar…!

A nossa Consciencia sobrevive à Morte?


Chato falar disso, né? Será por medo, desprezo ou falta de curiosidade? Os dois últimos são muito improváveis pois, pelo menos uma vez na vida, se pensa, de carreirinha, no que poderá acontecer conosco quando passarmos pra o Além Vida. Mesmo que muitos afirmem de não se importar com o que acontecerá consigo depois da morte, acho que bem dentro se preocupa e como! Então, o único problema mesmo é o medo de pensar e “atrair” a famigerada.
A Morte é o maior mistério da humanidade. Pressupondo que existam provas concretas da sobrevivência da consciência ou, pelo contrário, não se tenha dúvidas de que ela irá dissolverá junto com a matéria, a única coisa certa é que ninguém sabe de preciso o que sucede depois da morte. Tentando desnudar esse mistério, o escritor David Brown reuniu algumas das mentes mais iluminantes e criativas desse planeta, pra discutir sobre o argumento. Resumiu tudo em um livro – Reflexões sobre o iminente apocalipse.

Sob implacável pressão da ciência materialista, nós nos identificamos quase totalmente com o corpo físico, de modo que a idéia de que uma parte de nós sobrevive à morte do corpo físico é difícil de engolir. Nas últimas décadas, vários cientistas e médicos pesquisadores de várias universidades do mundo estão desestigmatizando o paradigma do século XXI, mostrando evidências de que a consciência de fato sobrevive à morte física.
Despak Chopra e Ram Das, acreditam que existem aspectos da nossa consciência que sobrevivem à morte. “Quando o corpo morre, consciência permanece intacta” afirma Chopra “A consciência perde somente o veículo de sua expressão”. Afirma que aquilo que pensamos sobre a morte, pode condicionar o que acontecerà efetivamente no além. Assim como aqui nessa vida, nós somos o resultado do que pensamos – nossas atitudes são frutos do nosso pensamento – assim também, o que acontecerà depois da morte, dependerá das nossas expectativas sobre ela. Os ateus, por exemplo, que crêem que quando se morre se penetra em um vazio total, poderão fazer uma experiência desse tipo, quando morrerem; quem é convicto de que lhe espera um paraíso, com oásis de bem-estar e vivência fantástica, jamais experimentadas na Terra, terminará indo pra um lugar semelhante.
Dos entrevistados por Brown, somente poucos admitiram de aceitar a morte como ela é , ou seja, um mistério.

E eis aqui um bom argumento pra estimular a imaginação, levando-a a um nível bem mais profundo. Serve também pra desestabilizar o fantasma do medo. A forma melhor pra perder o medo daquilo que nos ameaça é afrontá-lo. Com a Morte, um face-to-face não é aconselhável. Não conheço ninguém que, vendo-a na cara, conseguisse escapar. O melhor é dissecá-la nos seus membros e artilhos, se aprofundar nos seus mistérios e dizer: Tà bom, dona Morte, te conheço sem te ver, não vai me pegar de surpresa, não!
Cada um a conhece com os olhos da própria imaginação!