Todos nós
temos sonhos, metas e desejos de sermos bem-sucedidos. No entanto,
muitas vezes nos sentimos paralisados, como se algo invisível
estivesse nos impedindo de avançar. Esse "algo" muitas
vezes são nossas próprias crenças limitantes — pensamentos e
percepções enraizados que restringem nosso potencial.
O
Que São Crenças Limitantes?
Crenças limitantes
são ideias que temos sobre nós mesmos, os outros ou o mundo ao
nosso redor, que nos colocam barreiras. Elas geralmente se formam na
infância, por experiências passadas ou influências sociais, e
passam a moldar nossas ações e decisões de forma
subconsciente.
Alguns exemplos comuns de crenças
limitantes são:
"Eu não sou bom o
suficiente."
"Dinheiro é difícil de
ganhar."
"Sucesso é para os outros, não para
mim."
"É tarde demais para eu começar algo
novo."
"Errar é fracassar."
Esses
pensamentos podem parecer inofensivos, mas eles afetam profundamente
nosso comportamento, gerando medo, procrastinação, insegurança e
até auto-sabotagem.
A Auto-sabotagem está relacionada a
crenças limitantes, medo do fracasso, baixa autoestima e
insegurança. É o ato de, consciente ou inconscientemente, adotar
comportamentos ou atitudes que prejudicam seu próprio progresso ou
sucesso. É como se você estivesse, de forma involuntária,
colocando obstáculos no próprio caminho, impedindo-se de alcançar
suas metas e objetivos.
Ocorre também quando nossas ações
contradizem nossos desejos e metas. Por exemplo, uma pessoa pode
desejar perder peso, mas continua comendo de maneira descontrolada,
ou pode querer se destacar no trabalho, mas constantemente
procrastina ou perde prazos importantes.
Embora esse
comportamento pareça ilógico, ele geralmente serve para "proteger"
a pessoa de situações que ela considera ameaçadoras, como o medo
de fracassar, de ser rejeitada ou até de ter sucesso e lidar com as
responsabilidades que vêm com ele.
Crenças
limitantes têm o poder de minar nosso sucesso em várias áreas da
vida:
1. Paralisam a Ação
Quando
acreditamos que não somos capazes de realizar algo, evitamos
qualquer esforço nessa direção. Por exemplo, alguém que pensa que
não merece uma promoção pode evitar se candidatar a vagas
melhores, limitando seu crescimento profissional.
2.
Alimentam o Medo do Fracasso
O medo de falhar é uma
consequência comum das crenças limitantes. O pensamento "não
posso falhar" faz com que muitas pessoas nem tentem. Isso pode
resultar na perda de grandes oportunidades.
3. Causam
Auto-Sabotagem
Mesmo quando temos a capacidade de alcançar
nossos objetivos, crenças limitantes podem nos fazer adotar
comportamentos autodestrutivos, como procrastinação, distrações
constantes ou decisões impulsivas pois o medo de falhar é muito
presente, preferindo nem tentar, acreditando que é mais fácil lidar
com a frustração de não tentar do que enfrentar o fracasso real.
O
Medo do Sucesso Parece contraditório, mas muitas pessoas têm medo
de serem bem-sucedidas. O sucesso pode trazer mais responsabilidades,
expectativas ou mudanças na dinâmica social e pessoal. Esse medo
faz com que a pessoa se impeça de alcançar suas próprias metas. 4.
Afetam a Confiança
Essas crenças corroem nossa
autoconfiança. Se alguém acredita que "não é bom o
suficiente", mesmo os menores obstáculos parecerão
insuperáveis, pois essa pessoa já se vê derrotada antes de
tentar.
Como Superar Crenças
Limitantes
A boa notícia é que é possível
superar essas crenças, mudando a maneira como pensamos e nos
comportamos. Aqui estão algumas estratégias:
Identifique
Suas Crenças
O primeiro passo é identificar as
crenças limitantes. Reflita sobre seus comportamentos, especialmente
quando está evitando algo ou sentindo medo. Questione seus
pensamentos: “Por que eu acredito nisso? Essa crença tem
fundamento?”
Desafie Suas Crenças
Uma vez
identificada uma crença limitante, desafie-a. Pergunte a si mesmo:
"Essa crença é 100% verdadeira?" ou "O que
aconteceria se eu não acreditasse nisso?" Muitas vezes, essas
crenças não resistem a uma análise lógica.
Substitua
Pensamentos Negativos
Ao desafiar suas crenças, comece a
substituí-las por pensamentos positivos e realistas. Por exemplo,
mude "Eu não consigo" para "Posso aprender
com o tempo e esforço". Repetir essas novas crenças ajuda
a reprogramar a mente.
Ação Consistente
Mesmo
que ainda tenha dúvidas, comece a agir. A ação consistente cria
evidências de que suas crenças limitantes estão erradas,
reforçando suas novas crenças. Com o tempo, você verá que o
sucesso está ao seu alcance.
Crenças limitantes, mesmo
sendo barreiras invisíveis que colocamos em nosso caminho, é
possível superá-las, com autoconhecimento e esforço. Liberte-se
dessas amarras mentais e abra espaço para o crescimento pessoal e
profissional. Lembre-se, o sucesso começa com a forma como você
pensa.
Deixe de lado suas crenças limitantes e descubra o
verdadeiro potencial que existe em você!
No
mundo dos relacionamentos, pode ser fácil confundir amor com
necessidade. Ambos os sentimentos podem ser intensos e envolventes,
mas a sua natureza é profundamente diferente. O amor autêntico
baseia-se na alegria mútua, na compreensão e no apoio mútuo,
enquanto a carência se baseia na dependência emocional e na falta
de confiança nas próprias capacidades.
Em
algum momento da vida, todos nós já ouvimos frases como "não
vivo sem você" ou "você é minha metade". Embora
possam soar românticas, essas expressões podem esconder uma
confusão perigosa entre o que é amor e o que é necessidade.
Entender essa diferença é crucial para construir e manter
relacionamentos saudáveis e duradouros.
Quando
precisamos de alguém, queremos que ele seja feliz... mas queremos
que ele seja feliz conosco e nos nossos termos. Dificilmente ficamos
felizes com ele sendo feliz sozinho ou sem nós: queremos possuí-lo.
Na verdade, a necessidade sempre impõe condições: “Eu te amo com
a condição de que você...”, enquanto o amor autêntico é livre
de condições: “Eu te amo porque você é você”. Naturalmente,
o amor e a necessidade muitas vezes coexistem, mas ainda permanecem
dois impulsos muito diferentes.
O Que é o Amor?
O
amor verdadeiro é um sentimento profundo de afeto, respeito e
admiração pelo outro. Ele é construído sobre a base da liberdade
e da escolha. Amar alguém significa querer o bem dessa pessoa,
independente de qualquer circunstância. É o desejo de compartilhar
momentos, crescer juntos e apoiar-se mutuamente, mas sem perder a
própria identidade.
No amor, há uma troca mútua de
sentimentos e ações que enriquece a vida de ambos, sem que um
precise se anular pelo outro. O amor saudável é aquele que nos faz
sentir plenos, mas ainda assim, completos em nós mesmos.
O
Que é a Necessidade?
Já a necessidade de alguém, por outro
lado, está mais ligada à dependência emocional. Quando confundimos
amor com necessidade, acabamos projetando no outro a responsabilidade
de preencher nossos vazios internos. Isso cria uma relação de
dependência, onde o medo de perder o outro supera o desejo genuíno
de estar junto.
A confusão entre amor e necessidade também se
manifesta na incapacidade de se sentir bem sozinho. Ao confundir amor
com necessidade, você pode ter a tendência de buscar constantemente
a presença do seu parceiro para se sentir completo e satisfeito. A
ideia de passar um tempo sozinho pode se tornar assustadora e você
pode sentir uma sensação de vazio ou carência quando estão
separados. Já o amor saudável implica a capacidade de se sentir bem
consigo mesmo e realizado mesmo quando está sozinho, sem depender
totalmente do outro para a estabilidade emocional. É importante
aprender a amar a si mesmo e ter uma vida equilibrada mesmo fora do
relacionamento.
Essa
necessidade pode se manifestar como ciúmes excessivo, insegurança,
possessividade e até mesmo controle. Quando nos apegamos a alguém
por necessidade, deixamos de viver uma relação saudável e passamos
a exigir do outro o que, na verdade, só nós podemos nos dar:
amor-próprio, segurança e completude.
Como
Identificar se é Amor ou Necessidade? Liberdade
x Controle: No amor, há liberdade para ser quem
você é. Na necessidade, há um desejo de controlar o outro para que
ele se encaixe nas suas expectativas.
Autossuficiência:
Se você consegue ser feliz sozinho e vê no relacionamento uma
forma de compartilhar essa felicidade, isso é amor. Se sua
felicidade depende exclusivamente da presença e aprovação do
outro, pode ser necessidade.
Crescimento Pessoal:
Um relacionamento baseado no amor estimula o crescimento pessoal de
ambas as partes. Já uma relação de necessidade tende a estagnar ou
até mesmo impedir o crescimento individual, pois há um medo
constante de que o outro mude e se afaste.
Respeito
pelas Diferenças: O amor acolhe as diferenças e as vê como
parte do que torna o relacionamento único. A necessidade, por outro
lado, busca uniformidade, tentando moldar o outro à sua própria
imagem.
Por que é Importante
Não Confundir?
Confundir amor com necessidade
pode levar a relacionamentos tóxicos e insatisfatórios. Quando nos
relacionamos por necessidade, acabamos nos sujeitando a situações
que não nos fazem bem, simplesmente por medo da solidão ou da
rejeição.
Além disso, essa confusão pode sobrecarregar o
parceiro, que se sente pressionado a suprir todas as necessidades
emocionais do outro. Com o tempo, essa dinâmica pode levar ao
desgaste do relacionamento, gerando frustração, ressentimento e,
muitas vezes, ao término da relação.
Amar
verdadeiramente é uma escolha diária de estar ao lado de alguém,
respeitando sua individualidade e crescendo juntos. É essencial
aprender a distinguir o que vem do amor genuíno e o que surge da
necessidade de preencher vazios emocionais.
Ao cultivar o
amor-próprio e a autossuficiência, nos tornamos capazes de amar o
outro de forma plena, sem apegos e expectativas irreais.
Relacionamentos construídos sobre a base do amor são mais sólidos,
saudáveis e duradouros. Portanto, antes de dizer "eu te amo",
pergunte a si mesmo: estou amando por escolha ou por necessidade? A
resposta pode transformar a forma como você se relaciona, com o
outro e consigo mesmo.
"Os
homens não são prisioneiros do destino, mas de sua mente". Então,
se você quer ser verdadeiramente livre, precisa derrubar as paredes
mentais que lhe
condicionam. (Booktrailer)
Entrevista a Eliude Santana
Por
Elaine Giassi, Psicóloga, Psicanalista, Life e Business Coach e
Mentora de Mulheres
Quais são os maiores desafios que você enfrentou para se afirmar
como escritora no Brasil e na Itália?
Os
desafios que os escritores enfrentam para conseguir alavancar sua
carreira, principalmente os independentes, são constantes e nada
fáceis. Mas o maior desafio que enfrentamos, tanto na Itália como
no Brasil, é o fenômeno da “preguiça de ler”. As estatísticas
confirmam que brasileiros e italianos são povos que lêem
pouquíssimos livros. E nada parece afastá-los desses hábitos
estabelecidos, nem mesmo com o advento dos e-books. Uma
das causas seria a falta de
politicas escolares efetivas e motivação para a leitura. No brasil,
a causa pode estar especialmente na base escolar que é defasada e
tendo-se uma economia limitada, dificulta o acesso ao livro e,
consequentemente, a compreensão de que a leitura, além de ser um
meio de entretenimento agradável, è fonte de conhecimentos pode
melhorar substancialmente a qualidade de vida em vários setores. Mas
para quem ama o que faz, as dificuldades não impedem de realizar um
sonho.
Como surgiu a inspiração para escrever seu livro? Qual a sua maior
motivação?
Mais
que uma inspiração, o livro “Prisões Invisíveis: Liberte-se”
para mim é como uma missão. Ajudar o leitor a olhar com mais
confiança além da linha do seu horizonte. Sair do foco daquela
linha de incerteza que muitas vezes nos leva a achar que não somos
merecedores ou que somos vitimas dos eventos externos sem dar-se
conta que somos aquilo que pensamos ser. Procuro alertar aos menos
avisados sobre o porque e como os eventos que nos acontecem não são
aleatórios nem questão de sorte ou azar. Porém,
não o considero um livro de auto-ajuda mas rico de indicações
com várias alternativas, para ninguém se sentir ancorado no que for
lendo e criar mais um programa mental induzido. O leitor deve ser
apenas estimulado e com isso, sair na busca do que achar que
realmente é melhor para si mesmo.
Qual a principal mensagem que a sua obra traz para os leitores?
Um
dos aspectos da nossa sociedade contemporânea é que estamos
perdendo cada vez mais o contato com nossa natureza e se afastando da
nossa verdadeira essência. Parece óbvio que conhecemos a nós
mesmos, mas na realidade muitos de nós não se conhecem. A vida
agitada que levamos e os hábitos que temos, nos distanciam cada vez
mais do que realmente somos.
Minha
intenção primária é a de procurar relembrar a unicidade de todas
as coisas e a importância da compreensão de quanto dependemos dessa
conexão para todos os setores da vida e quanto é ilusória o que
achamos ser a nossa realidade. Achamos que somos seres isolados e
separados de tudo mas na realidade, estamos conectados com todos e
com tudo no universo através das nossas
vibrações. Tudo o que existe é uma única coisa - A Mente
Universal.
O
que você entende quando cita no seu livro que precisamos ser
"autênticos e abandonar a mentalidade de rebanho"?
Muitos conceitos e preconceitos foram criados historicamente,
sendo-nos impostos, e lentamente fomos deixando que os hábitos e
desejos inúteis, de todos os tipos nos intoxicassem sem que
tivéssemos sequer nos dado conta. Assim, através da
Indústria Cultural, operada pelos meios de comunicação massivos,
fomos abraçando uma mentalidade de rebanho
e permitindo que o mecanismo do pensamento de massa imperasse sobre a
humanidade sem movermos um dedo. A indústria cultural tornou-se a
expressão de uma cultura de homologação de consciências,
subjugando o homem, dando-lhe
os valores em que deve acreditar, os ideais de vida que deve desejar
e até como e quando se divertir. Precisamos nos recriar como seres
originais, criativos e autênticos, deixar a escravidão da
obsolescência psicológica e reinventar nossas existências com a
liberdade do nosso verdadeiro ser.
Você também dedica uma parte do seu livro ao assunto Zona de
Conforto. Essa zona é boa ou ruim, e sobretudo o que significa
realmente sair da Zona de Conforto?
Não
podemos dizer que a zona de conforto seja
algo exatamente ruim. Pelo contrário, ela é onde cada um de nós
pretende estar. Existe, porém, aquele espaço de acomodação que
muitos confundem com a zona de conforto porque nos sentimos
protegidos, seguros, mesmo sabendo que
certas situações, apesar de serem cômodas, já não nos satisfazem
completamente. Mesmo assim, nada fazemos para sair das suas arestas,
limitando as nossas oportunidades, tal como qualquer hábito faria. O
maior perigo de se acomodar nesse “recinto seguro” é o de não
se dar conta do quanto a nossa vida ficou restrita dentro dele e, via
de regra, com as mesmas dinâmicas e concepções.
Na sua opinião o hábito de pensar e fazer perguntas pode contribuir
para o nosso sucesso?
Sim. A curiosidade é o modo
que temos de nos abrirmos às experiências e de desenvolvermos
conhecimentos. Esse hábito positivo se torna agradavelmente
estimulante e pode dar uma nova guinada em nossas vidas.
Infelizmente, usar o pensamento é considerado por muitos algo árduo.
No entanto, todos os grandes homens que deixaram marcas na história,
além de inteligência e determinação, têm em comum a curiosidade
positiva. Ser curioso e pensar fora dos padrões permitiu-lhes
encontrar a maneira de atingir os seus objetivos.
Você cita no seu livro que o " hábito não faz o monge mas
influencia a primeira impressão", por que isso acontece e de
que modo podemos ficar atentas a esse fato para um melhor
posicionamento como mulheres de sucesso?
Se
diz que "você nunca terá uma segunda chance
para causar uma boa primeira impressão". A ciência vem
investigando a socialização humana, constatando que os primeiros
dois minutos de um encontro condicionam as emoções, pensamentos e o
julgamento que cada um de nós faz do outro.
Aparecer
em nosso melhor perfil desde os primeiros minutos de nossa atuação
comunicativa contribui de forma incisiva para o bom andamento de
nossos relacionamentos e consequentemente para a concretização de
nosso sucesso. Para sermos imediatamente percebidos como pessoas
agradáveis e credíveis, é necessário também, ter um
profundo conhecimento do nosso potencial. Esse
tipo de julgamento é emitido tanto por nós quanto pelos outros e,
portanto, devemos nos preparar e garantir que a impressão que
estamos tentando dar coincida com a que nossos interlocutores têm de
nós. Colocando-nos de maneira cordial, criamos imediatamente uma
conexão empática e oferecemos aquele calor que nós mesmos
buscamos.
O
hábito nem sempre faz o monge, mas aos olhos de quem vê, a roupa
conta. O aspecto físico e a atenção à
aparência de fato pesam muito nas primeiras impressões, em todas as
áreas. Muitos experimentos nos dizem que
pessoas bem vestidas são inconscientemente consideradas mais
críveis.
Qual conselho você pode dar para as nossas leitoras em relação aos
esquemas. Como identificar e sair dos esquemas que nos limitam?
Premissa
que todos temos e precisamos de padrões mentais, pois são eles que
nos possibilitam enfrentar a vida diária com maior facilidade. Mas
erramos quando deixamos que certos esquemas nos governem.
Não
existe uma fórmula precisa para como sair de um esquema
fossilizado na mente, pois a resposta deve partir sempre de dentro de
nós. A partir do momento em que você recebe uma fórmula “vestida”
de conselho, que não tenha partido do seu eu profundo, você estará
apenas abraçando um novo conceito ou um novo modelo de pensamento
estabelecido por outros. Então, em vez de sair de um esquema,
você estará acrescentando um novo que irá fomentar a prisão em
que já se encontra, pois está se deixando guiar por outras mentes.
Reconhecer
as crenças limitantes que nos bloqueiam é doloroso e difícil
porque tira os filtros e os tijolos sobre os quais construímos a
nossa existência. Na maioria das vezes, as crenças limitantes atuam
como mecanismos de defesa. Assim, estamos dispostos a fazer qualquer
coisa para confirmar que estamos certos em nossos pensamentos.
A
questão mais importante é procurar enxergar, questionar e trazer os
esquemas limitantes
para a consciência, intencionando mudá-los. E essa é uma tarefa
difícil. Refletir sobre os seus padrões mentais lhe ajudará a
definir qual é o melhor a ser utilizado em um determinado momento e
quais te limitam ou alavancam em direção ao esperado. Essa é a
melhor maneira para entendermos o quanto somos influenciados pelos
nossos padrões de pensamento, crenças e o quanto repetimos, no
automático, determinados comportamentos em diversas situações.
Contudo,
a melhor forma de quebrar um paradigma é se porpor à uma
repogramação: romper com antigos padrões e estabelecer um novo
modelo de ação. O método mais conhecido para reprogramar o
inconsciente é a repetição, tanto escrita como audível,
garantindo assim que o que pensamos conscientemente, penetre na mente
inconsciente.
Através
da repetição, você estará inserindo esse novo comportamento em
você e o velho esquema
morrerá por falta de “nutrição”. Existem poucas maneiras de
sobrescrever informações no subconsciente e uma delas é a
repetição. Ao repetir uma frase milhares de vezes por dia ou
escrever um conceito centenas de vezes, se obtém uma influência
sobre o inconsciente. A repetição é a mãe de todas as
habilidades.
Sair
dos esquemas é fundamental se quisermos ter ideias inovadoras. O
indivíduo que enxerga fora da caixa tem pensamento crítico e
atitude para inovar, criar e empreender.
Da
mesma forma que adquirimos certos hábitos comportamentais e de
pensamento que não nos levam a lugar nenhum, também podemos decidir
aumentar nossas consciências sobre a maneira como agimos, adotando
outras mudanças conscientes e novos pontos de referência.
As
mudanças sempre são positivas, pois de uma forma ou de outra, nos
tiram da zona de conforto e isso nos obriga a ativar o nosso mundo
interior, fazendo com que nos adaptemos às novidades. Portanto, o
que precisamos é criar um sistema de crenças que ajude-nos a ter
atitudes otimistas, compassivas e que nos impulsionem para
encontrarmos soluções destinadas a construir caminhos de harmonia e
sucesso.