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venerdì 4 novembre 2016

A Realidade que observamos é apenas uma interpretação mental!



Nada que vemos é “real”!
Todas as coisas que vemos, se situam em uma faixa vibracional que nos dá a sensação de que tais coisas sejam tudo o que existe. Experienciamos uma existência em um campo de dualidade, para podermos “enxergar” o contraste. Ou seja, temos que conhecer o que “não é” para experienciar o que “é”. Viver nesse contraste nos dá também a única possibilidade de vermos e definirmos “Deus”.

Aquilo que concebemos como sendo “realidade” é, de fato, uma “grande ilusão”, assim como o tempo é, também, uma ilusão. O tempo é algo que somente é possível experimentar, dentro de um campo de dualidade. O hemisfério esquerdo do cérebro é o responsável em marcar a passagem do tempo. Registra e situa numa linha temporal, tudo o que vivenciamos.
De acordo com a "física quântica", vemos apenas o que nós acreditamos que é possível ver, ou seja, respondendo aos padrões que estão dentro de nós por causa de influências externas. Então, estamos constantemente limitados por aquilo que o nosso cérebro nos faz ver.
A realidade ocorre dentro de nosso cérebro; ele a elabora mas nós não a integramos. Qualquer câmera pode ver muito mais de um ser humano, porque não tem a capacidade de objetar, julgar e interpretar.

O universo é um campo unificado onde todas as experiências são disponíveis
O universo nos oferece apenas um campo de experiência, uma série de fenômenos objetivos. Nós é que decidimos como classificá-los. A matéria, na verdade, não existe. É apenas energia que parece ser condensada. O nosso é um mundo puramente ilusório que representa a sombra do mundo real. Na realidade, não existe nem mesmo o quente/frio, alto/baixo, bem/mal.  Somos nós que decidimos o que sentimos ou provamos, e a idéia desses conceitos muda ao longo do tempo. Definimos, por exemplo,que  um dia é "frio" no verão, quando o termômetro marca 24 graus, enquanto essa mesma temperaturas, no inverno, nos pareceria "quente". O universo inteiro é um campo unificado onde todos os contrastes existem, e em que todas as experiências resultam possíveis. A distância entre os contrastes é irrelevante. Nem  mesmo o presente imediato é real pois também não podemos vê-lo. Tudo o que vemos  é já passado, mesmo quando observamos o que temos diante de nossos olhos.

De que modo?
No momento em que um evento acontece, torna-se uma bolha de luz, de energia, que chega aos nossos olhos. Para conseguir isso, leva-se tempo. Enquanto aquela luz chega até nós, a vida continua a se mover. Quando vemos aquilo que aconteceu, um outro evento já tomou o seu lugar. Quando a explosão  da energia chega aos nossos olhos, os olhos enviam sinais ao cérebro, que interpreta os dados e diz-nos que coisa estamos vendo, ou seja, pensamos àquilo que nós vimos e decidimos de que coisa se trata.  Aquilo que vimos acontecendo, antecede este processo, logo, já passou. Quanto maior for a distância entre nós e o lugar físico onde um evento qualquer acontece, mais aquele evento  recua para o "passado". 
Se observarmos um evento há alguns anos-luz de distância, isso significa que o que vemos já aconteceu há muito tempo. Mas, na realidade não é assim. É simplesmente a distância física que cria a ilusão do tempo. Nada disso é real. Nós vemos uma imagem do que uma vez foi um evento e que cada um de nós está dando uma interpretação. A interpretação pessoal daquela imagem  é o que chamamos de imagem-ação (imaginação). Então, nós podemos usar nossa imaginação para criar qualquer coisa, mesmo no passado ou no futuro, porque a nossa imagem-ação funciona em ambas as direções.
Quando sua mente imagina algo incessantemente, esse algo começa a tomar forma. Quanto mais frequente a imaginação, mais aquela forma torna-se físico, até que aquela energia que  lhe temos dado, literalmente explode  em uma feixe de luz, projetando uma imagem  naquilo que chamamos de "realidade" e esta realidade  muda de pessoa para pessoa.

É muito difícil perceber algo que nunca tivemos idéia da sua existência, até quando não formos convencidos de que a coisa existe realmente. 
Conta-se que quando Colombo chegou no Caribe, nenhum nativo conseguia enxergar os navios, mesmo estando eles no horizonte. Não conseguiram ver  os navios de Colombo se aproximarem, porque não eram parecidos com nada que tivessem visto antes. Na verdade, conseguiam ver apenas ondas encrespadas. A razão de não verem os navios era porque não tinham conhecimento. Seus cérebros não tinham experiência da existência de navios.
O shamã começa a notar ondulações no Oceano. Mesmo não vendo os navios, começa a imaginar o que poderia estar causando aquilo. Então ele começa a olhar todos os dias e depois de um certo tempo, ele consegue ver os navios. E quando ele os enxerga, conta para todos que existem navios lá. Como todos confiavam e acreditavam nele, também conseguem enxergar.

Nós criamos a realidade mas criamos, também, máquinas que produzem realidade que afetam a realidade o tempo todo.
TUDO que vemos do mundo está em ressonância com o estágio evolutivo da Consciência Individual. O Inconsciente só se torna acessível pela experiência e pela compreensão; de outro modo, torna-se quase inacessível quando nos servimos apenas do intelecto.
Somos feitos de átomos que são pura energia em uma forma mais compacta possível - este é o mistério da origem do mundo. Mas nós somos limitados, o nosso cérebro grava somente o que nossos olhos percebem. Nossa mente grava tudo aquilo que temos consciência. Portanto,  o que existe realmente não são coisas, mas os movimentos da consciência das escolhas em nosso subconsciente. As coisas existem no mundo para a cooperação do subconsciente de cada um. É verdade, então, que quando  se olha o movimento de um átomo ao microscópio, vemos que ele pode estar em dois ou mais lugares ao mesmo tempo. Então, quando você olha para algo, tudo o que há são partículas das experiências que os nossos olhos um dia registrou. Quando não estamos olhando nada, só existem ondas eletromagnéticas. Essas ondas que se propagam nos dão as infinitas possibilidades que a física quântica nos oferece. São as possibilidades de consciência que existem, da experiência que temos e que vêm à tona. Então, quando nossos olhos  registraram estas ondas eletromagnéticas, o nosso cérebro pode capturar apenas uma posição possíivel dessa partícula, que é uma imagem que se torna a experiência que molda a nossa realidade. A isto, a física quântica chama sobreposição. Portanto, cada um é dono de seu próprio destino, da sua realidade, porque  cada um escolhe a sobreposição desejada. Devemos Ser sempre positivos e otimistas e escolher as possibilidades positivas que o Universo oferece. É preciso Ser, antes de poder fazer,e só podemos fazer na medida em que Somos e aquilo que Somos depende do que pensamos.
    
Fonte: Conversando com Deus 2 – A Chave Mestra Sistema


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