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giovedì 29 gennaio 2026

Quem vive inconsciente não prospera

 




A maioria das pessoas passa a vida inteira sem nunca se perguntar, de forma honesta e profunda, quem realmente é. Estima-se que cerca de 95% da população viva em estado de inconsciência. Isso não significa falta de inteligência ou conhecimento intelectual, mas sim uma desconexão com a própria essência.

Vivemos confundindo aquilo que somos com aquilo que sabemos sobre nós mesmos. Dizemos: “sou homem”, “sou mulher”, “sou doutor”, “sou pobre”, “sou rico”, “sou gordo”, “sou magro”, “sou inteligente”, “sou incapaz”. No entanto, tudo isso são apenas rótulos, características, funções sociais ou condições temporárias. Nada disso define quem você é de verdade.
O que você é está além da forma, além da mente e além da história pessoal.
Você não é o seu corpo, porque o corpo muda, envelhece e um dia deixa de existir. Você não é a sua mente, porque pensamentos vêm e vão, emoções oscilam, crenças podem ser transformadas. Tudo aquilo que pode ser observado não é quem observa. Logo, aquilo que você percebe sobre si não pode ser você. Se você observa seus pensamentos, então você não é esses pensamentos. Se você percebe suas emoções, então você não é essas emoções.

O sopro da vida é o que dá sentido à experiência

No centro da sua existência há o sopro da vida — a essência divina, o princípio criador, a consciência que habita e que anima o corpo e a mente e que dá sentido à experiência. Essa é a parte de você que não pode ser ferida, diminuída ou perdida.
O que somos, em essência, é aquele sopro da vida. É a centelha divina, o ânimo vital, A própria vida é o que há de mais essencial em nós. Essa essência não nasce nem morre, não falta nem sobra — ela simplesmente é.
E essa essência fundamental e imutável em qualquer indivíduo, é o que transcende o ego, o corpo físico e as identificações mundanas. É a realização da própria natureza espiritual, a qual está intrinsecamente ligada ao divino.

Nada do que pode ser descrito é quem você é. Nada do que muda pode definir o que é imutável.
Quando você acredita ser apenas o corpo, passa a viver com medo da perda.
Quando acredita ser apenas a mente, vive prisioneiro dos pensamentos.
Quando acredita ser apenas sua história, vive repetindo o passado.
Mas quando você reconhece o sopro divino dentro de si, algo se transforma silenciosamente. Surge um sentimento natural de plenitude. Não porque algo foi conquistado, mas porque algo foi lembrado. A plenitude não é um estado emocional eufórico; é um estado de presença. É a sensação profunda de estar inteiro, aqui e agora.

O reflexo direto de um nível de consciência limitado

Quando uma pessoa se sente estagnada, bloqueada, presa em ciclos de fracasso, frustração ou escassez, isso geralmente não é fruto do acaso ou apenas de circunstâncias externas. Esse estado costuma ser o reflexo direto de um nível de consciência limitado. Uma inconsciência de quem realmente é. A estagnação nasce da escassez interna, e a escassez interna nasce de um estado de inconsciência.
A inconsciência, portanto, não é ignorância sobre o mundo, mas ignorância sobre si mesmo. É não ter consciência de quem se é verdadeiramente. Quando você confunde sua identidade com algo que você não é — um papel, um título, um trauma, uma condição — você perde o contato com o seu EU essencial. E, ao perder esse contato, surge uma profunda desconexão interna.
Quando falamos de escassez interna, não estamos falando só de dinheiro ou recursos externos, mas de um estado de consciência. Um estado em que a pessoa está desconectada da percepção de suficiência, valor próprio e confiança na vida. A partir daí, o mundo é interpretado como ameaça.

Essa desconexão gera um sentimento silencioso, porém constante, de incompletude. A sensação de que falta algo. De que você ainda não é suficiente. De que precisa de alguém para se completar, precisa conquistar mais, provar mais, acumular mais para, só então, se sentir inteiro. Mas nada externo consegue preencher essa lacuna, porque o que falta não está fora — é a consciência do seu verdadeiro eu.
Quando a pessoa não compreende essa desconexão, tenta preenchê-la com coisas externas: dinheiro, status, relacionamentos, validação, controle, poder. Mas como a causa é interna, nenhuma solução externa funciona de forma definitiva. Assim nasce o ciclo da escassez.
A escassez não começa no mundo. Ela começa no nível da consciência.

O nunca possuir o “bastante” não é um número — é uma experiência interna. Esse sentimento de insuficiência cria um estado interno de escassez. E a escassez interna inevitavelmente se manifesta externamente como estagnação, dificuldade, bloqueios e repetição dos mesmos resultados. A vida passa a parecer pesada, limitada, sem fluxo.
A prosperidade verdadeira não é forçada, não é ansiosa, não é desesperada. Ela flui como consequência de um alinhamento interno. Quando o ser está alinhado com sua essência, a vida se organiza ao redor disso. As escolhas se tornam mais conscientes, as ações mais coerentes, e os resultados mais harmônicos.
Forma-se, então, uma espiral ascendente: consciência gera plenitude, plenitude gera abundância,
abundância reforça a confiança na vida.

Por outro lado, quando você se reconecta com o sopro divino, com a vida (essência) pulsando dentro de você, algo muda profundamente. Surge um sentimento natural de plenitude. Não porque você conquistou algo, mas porque lembrou quem você é. Essa plenitude não depende de circunstâncias externas; ela nasce do reconhecimento da própria essência.

Por isso, o caminho mais curto, mais profundo e mais verdadeiro para a prosperidade não está na luta incessante por resultados externos, mas no conhecimento do Eu verdadeiro. É nesse reconhecimento que mora a realização dos sonhos, porque quando você se alinha com quem você realmente é, a vida deixa de ser resistência e passa a ser fluxo.

Prosperar, no fim, não é ter mais. É ser quem sempre fomos.

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sabato 12 aprile 2025

Como Parar de Se Sabotar e Permitir-se Prosperar

 



Você já sentiu culpa por querer mais da vida? Já se pegou se sabotando no momento em que tudo começava a dar certo? Talvez isso não seja falta de merecimento... talvez seja condicionamento.

Vivemos em uma sociedade que, muitas vezes, romantiza a escassez e demoniza a abundância. Crescemos ouvindo que "dinheiro não traz felicidade", que "mais vale um passarinho na mão", e que "quem muito quer, tudo perde". Aos poucos, isso se instala como uma programação invisível e limitante.

A mentalidade de escassez nos faz crer que:
Não há o suficiente para todos.
Se eu tenho mais, alguém terá menos.
Não devo desejar muito, para não parecer ganancioso.
Prosperar é egoísmo.

Mas aqui está um convite para romper pactos silenciosos com a culpa e abrir espaço para o merecimento pois a abundância não é pecado, e se sentir culpado por ter mais, não ajuda ninguém, só mantém todos presos no mesmo ciclo. Saiba que brilhar é seu direito. E abundância compartilhada... multiplica.

O Que é o Condicionamento da Escassez?
É uma forma de pensar (normalmente herdada, repetida e não questionada) que associa segurança com limitação, e liberdade com risco. Ele impede que você reconheça seu potencial, aceite recompensas, ou celebre conquistas sem culpa.

Esse condicionamento pode se manifestar como procrastinação quando está perto de conquistar algo, medo de se destacar, culpa ao ganhar mais dinheiro do que a média da sua família, recusa inconsciente a receber (elogios, dinheiro, oportunidades).

Esse padrão mental e emocional coletivo, herdado por gerações, nos faz acreditar que:

Há pouco para muitos;
A vida é uma luta constante por sobrevivência;
Dinheiro é difícil, e espiritualidade exige sacrifício;
Desejar muito é sinônimo de egoísmo ou ganância;
É mais “seguro” se manter pequeno do que correr o risco de expandir.
Esse condicionamento é invisível, porque está tão entranhado na cultura, na educação, na religião e nas histórias de dor familiar que poucas pessoas o questionam.

A Prisão Invisível da Mente Coletiva

Embora saibamos - intelectual ou espiritualmente - que o universo é abundante, que existe uma fonte inesgotável de energia, ideias, oportunidades e recursos… a realidade de grande parte da humanidade ainda é marcada por falta, medo e limitação.

Por quê?

Porque a maioria das pessoas não vive a partir do que o universo é, mas sim a partir da forma como foi condicionada a perceber o mundo.

Como esse condicionamento se instala?
Infância: Crescemos ouvindo frases como: "Dinheiro não nasce em árvore", "Quem nasce pobre morre pobre". "É feio querer demais", "Se contenta com o que tem"...
Educação: A escola prepara para repetir, não para criar. Forma trabalhadores, não sonhadores.
Cultura e mídia: Notícias focadas em crises, catástrofes, violência - alimentando um estado constante de medo e insegurança.
Espiritualidade distorcida: Doutrinas que exaltam o sofrimento e culpabilizam o prazer ou a abundância, como se fosse pecado.

O Ciclo da Escassez
Quando acreditamos que não há o suficiente: Ficamos ansiosos;
Nos comparamos;
Julgamos quem prospera;
Sabotamos nossas chances;
Aceitamos pouco;
Reforçamos a ideia de que a vida é dura… E assim o ciclo se repete.

Mesmo havendo abundância… por que a maioria não prospera?
Porque prosperar não é apenas ter acesso a recursos. É se permitir acessá-los.
E essa permissão interna só acontece quando desprogramamos a mente do medo, da culpa e da limitação. Enquanto estivermos presos à ideia de que não merecemos, de que estamos tomando o lugar de alguém, ou de que há algo errado em ter "demais", continuaremos nos autossabotando - mesmo com oportunidades ao nosso redor.

A Abundância é Real. Mas precisa ser reconhecida.
A mente condicionada pela escassez olha para o campo infinito de possibilidades e só vê risco.
A mente alinhada com a abundância vê caminhos, conexões e criação.
Portanto, a jornada não é sobre conquistar mais "lá fora"
.
É sobre libertar-se por dentro.

Como Reprogramar a Mente para a Abundância?
Reconheça a origem das suas crenças. Pergunte-se: de quem eu aprendi que prosperar é errado? Entender de onde vem o bloqueio é o primeiro passo para superá-lo.
Pratique a gratidão sem medo. Ser grato pelo que tem não significa se acomodar. Significa abrir espaço para mais.
Entenda que sua expansão não rouba de ninguém Quando você cresce, você inspira. Quando você prospera, você pode contribuir.

Permita-se receber. Nem sempre é preciso merecer com sofrimento. Às vezes, só é preciso aceitar que você é digno, agora. A mentalidade de escassez é aprendida. Mas a abundância é seu estado natural.

Redefina sucesso. O sucesso que vem com paz, propósito e plenitude é o mais sustentável. Não se trata só de "ter mais", mas de viver com verdade e liberdade.

Por fim: você não precisa se encolher para caber nos limites de quem ainda não se permitiu expandir.
Liberte-se da culpa, abrace sua abundância, e lembre-se: brilhar não apaga a luz de ninguém - só mostra o caminho. A abundância não é pecado, prosperar é também inspirar.

Resumindo: 5 passos para quebrar esse ciclo de escassez:

Questione de onde vieram essas ideias
Pratique gratidão sem culpa
Entenda que sua expansão inspira
Permita-se receber, sem se justificar
Redefina sucesso com liberdade e propósito

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