martedì 28 novembre 2017

Você e seu gato são uma onda. Que onda!

Imagem Google

Aspectos bizarros e complexos da física quântica
A mecânica quântica, surgida no século 20, foi uma revolução do ponto de vista científico, desafiando a nossa forma cotidiana de pensar e trazendo mudanças profundas e radicais na maneira de interpretarmos os fenômenos físicos.
Desde que nascemos, construímos certa percepção do mundo ao nosso redor. Quando vemos uma laranja, por exemplo, descobrimos que ela tem forma esférica, que tem determinado tamanho, massa e cor e que podemos tocá-la, cheirá-la e até comê-la. Por outro lado, entendemos o que são ondas observando oscilações na superfície de um lago ou no mar. Estas nos mostram um movimento contínuo de matéria, que, se tocada, faz com que as oscilações se dividam e gerem novas ondas. Percebemos os conceitos de onda e partícula de forma bastante distintas. Partículas ocupam determinado lugar no espaço e ondas se propagam por todo o espaço. Partículas, quando colidem, como duas bolas de bilhar, assumem trajetórias definidas, que podem ser perfeitamente calculadas a partir das leis do movimento estabelecidas por Newton. Ondas, quando passam por fendas, criam novas frentes de ondas (fenômeno da difração), que, ao interagirem, podem sofrer interferência construtiva (se reforçam) ou destrutiva (como se elas se anulassem).
Uma partícula não tem as características de uma onda e vice-versa. Contudo, quando a observação ocorre na escala nanométrica, ou seja, no nanomundo, onde átomos e moléculas interagem, os objetos se comportam de forma bem diferente daquela com a qual estamos acostumados em nosso cotidiano. No reino da mecânica quântica, o fato de um objeto se comportar como onda ou partícula depende do ponto de vista do observador. No pequeno mundo das partículas elementares - átomos, moléculas etc - o nosso bom senso e a lógica usual não podem ser aplicados.
No mundo quântico, as propriedades dos elementos que os compõe, estão diretamente ligadas umas às outras. O que um elemento faz afeta o outro, automaticamente. Não há sentido olhá-los separadamente.
A principal revolução da mecânica quântica diz respeito, especialmente, ao transporte de informação. Isso porque seus elementos interagem à distância - o que pode chegar a milhares de quilômetros. Tal fenômeno interativo foi chamado entanglement - emaranhamento ou entrelaçamento. O entrelaçamento acontece quando duas partículas continuam conectadas apesar de estarem separadas. Dessa forma, o que acontece em uma partícula é refletido na outra. Isso foi o que fez com que o fisico Albert Einstein chamasse de “ação fantasmagórica à distância”

Somos seres que emitem, se comunicam e são formados de luz.
Todos os organismos vivos, incluindo as células, se comunicam através de campos eletromagnéticos, emitindo fótons de luz.
O nosso corpo é bem mais do que átomos e moléculas. Na verdade, o corpo humano emite biofótons, também conhecidos como as emissões de fótons ultrafracos (UPE), com uma visibilidade 1.000 vezes menor do que a sensibilidade do nosso olho nu. Embora não seja visível para nós, essas partículas de luz (ou ondas, dependendo de como você as mede) são parte do espectro eletromagnético visível e são detectáveis através de instrumentação moderna sofisticada. Os biofótons emitidos podem ser liberados por meio da intenção mental, e podem modular processos fundamentais na comunicação celular e DNA.
O fenômeno da difração na luz
Ddifração é a propriedade que as ondas têm de contornar obstáculos ou passar por um orifício quando são parcialmente interrompidas por eles. É graças a esse fenômeno que conseguimos escutar um som emitido do outro lado de um muro. Sabendo que a difração ocorre com os fenômenos ondulatórios, podemos prever que é possível duas pessoas dialogarem perfeitamente, mesmo estando separadas por um muro pois as ondas sonoras contornam o obstáculo e chegam aos ouvidos da outra pessoa. Atualmente, células fotoelétricas são utilizadas em diversas aplicações. As portas automáticas, muito comuns em shopping centers, são um exemplo. Quando obstruímos a passagem da luz que incide sobre a fotocélula, a corrente deixa de fluir e se ativa o dispositivo para abrir a porta.
Comunicação entre as células
Aparentemente os biofótons são utilizados pelas células de muitos organismos vivos para se comunicar, o que facilita a energia e transferência de informação que é mais rápida do que a difusão química. De acordo com um estudo de 2010, a comunicação entre células através de biofótons foi observada em plantas, bactérias, granulócitos neutrófilos e células renais. As pesquisas demonstraram que diferente estimulação luminosa espectral (infravermelho, vermelho, amarelo, azul, verde e branco) numa das extremidades das raízes nervosas sensoriais ou motoras espinhais resultaram num aumento significativo na atividade biofotônica na outra extremidade. No estudo foi sugerido que “a estimulação luminosa pode gerar biofótons que conduzem ao longo das fibras neurais, provavelmente como sinais de comunicação neural.

A intenção humana, pode ter uma influência sobre os biofótons. 
Os seres vivos são mutuamente sincronizados com a terra e as suas constantes mudanças de energia magnética. Nossas intenções parecem operar frequências altamente coerentes, capazes de alterar a estrutura molecular da matéria. Todos os organismos vivos emitem uma corrente constante de fótons como meio para dirigir os sinais instantâneos de uma parte do corpo para outra e para o mundo exterior. Os biofótons são armazenados no DNA intracelular. Quando o organismo está doente, surgem alterações nas emissões de biofótons. A intenção direta manifesta-se como uma energia elétrica e magnética produzindo um fluxo ordenado de fótons.
Os casos de curas espontâneas ou de cura remota de pacientes extremamente doentes, representam instâncias de uma imensa intenção de controlar as doenças que ameaçam nossas vidas. A intenção de curar, bem como as crenças da pessoa doente sobre a eficácia das influências de cura, promovem sua cura. Os estudos sobre o pensamento e a consciência estão emergindo como aspectos fundamentais que estão levando rapidamente a uma profunda mudança nos paradigmas da Biologia e da Medicina.
A realidade só existe quando observada
Um experimento desenvolvido por uma equipe de físicos da Universidade Nacional da Austrália, demonstrou que a realidade não existe até que possa ser medida. Para chegar à conclusão, os pesquisadores colocaram em prática o Experimento de Escolha Demorada, de John Wheeler, para comprovar que tudo depende da medição.
O professor adjunto da Escola de Pesquisa Física e Engenharia da UNA, Andrew Truscott, explicou, que, “em nível quântico, a realidade não existe se você não está olhando para ela”.
Seria como colocar um gatinho dormindo dentro de uma caixa de papelão e fechá-la. O gatinho não será real para quem não sabe o que a caixa contém, até que ela seja aberta e revele o seu interior.

O Gato de Schrödinger
Esse conceito se refere a uma experiência teórica imaginada pelo físico austríaco Erwin Schrödinger em 1935, que demonstraria o quão bizarra era a Mecânica Quântica.
Schrödinger propôs que se imaginasse um gato, preso em uma caixa junto com material radioativo. No experimento, haveria 50% de chance de que o material se deteriorasse, emitindo radiação e matando o gato, e 50% de chance de que o material não emitisse radiação e que o gato sobrevivesse. De acordo com a física clássica, um desses cenários, obrigatoriamente se tornaria realidade e poderia ser observado quando alguém abrisse a caixa. De acordo com a Mecânica Quântica, contudo, o gato não estaria nem vivo nem morto – ou morto e vivo ao mesmo tempo, até que alguém abrisse a caixa e observasse (medindo e, portanto, afetando a situação). Pesquisadores jà fizeram experimentos para mostrar que uma criatura viva, ainda que uma bactéria, pode estar em dois estados quânticos diferentes ao mesmo tempo – assim como o gato no experimento proposto por Schrödinger.

Mecânica quântica e a dupla fenda em escolha retardada



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