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mercoledì 24 settembre 2014

O ser humano bidimensional e a Transformação interdimensional


Extraido do livro "Revelação - Deus é Quantico e está no DNA" - Em fase de publicação.

Qual a diferença de um adulto normal e a criança de hoje? O adulto caminha em uma linha reta e a criança em um circulo. E a diferença è abissal. Veja porque.

 "Aqui estão sentados vocês numa era que muda enormemente, num planeta que ressoa sob seus pés com transformações vibracionais. O Humano senta-se aqui e fica imaginando se é poderoso, sem compreender quem ele é. A humanidade senta-se e teme o clima, sem nunca compreender ou perceber que a Terra é sua parceira. Vocês são parte do todo! Vocês estão no controle.
“EU SOU” - há mais nesta frase do que os olhos vêem. Pois há uma energia dentro desta frase que é intraduzível. Quando vocês vêem a frase “EU SOU O QUE SOU”, ela é o reconhecimento do “agora”. Porque o “EU SOU O QUE SOU” diz que há um círculo dentro da frase que continua a circular. O “SOU” que é o círculo gira, e o “EU” que está no meio gira. Estamos dando a vocês símbolos do “agora”. Estamos dando a vocês a geometria de um círculo – ininterrupto – perfeito em sua geometria de base 12, porque vocês precisam ouvir isso, meus queridos. Nós repetimos inúmeras vezes a vocês que estamos no “agora”. Vocês, enquanto humanos, estão no tempo linear.

Esta explanação não é apenas mais umas tantas palavras. Ela significa muito mais para vocês nesta nova energia de expectativa. E’ hora de vocês compreenderem os atributos primordiais de sua essência – que não é uma linha reta – ao contrário, é um círculo. A geometria é realmente feita de círculos (e linhas retas que criam a simetria da forma dos círculos), os quais praticamente sempre se repetem sobre si mesmos e se fecham em sua perfeição. Em seu estado sagrado e natural, vocês jamais verão uma linha reta que vai ao infinito. Ela não é parte de vocês enquanto um “pedaço de Deus”. Ainda assim é dessa maneira que um Humano percebe, e é uma percepção unidimensional e muito linear. Quando vocês olham para trás em seu caminho, vocês acrescentam uma dimensão. Então a coisa fica bidimensional. Se vocês olham para cima, aí está a terceira. Se vocês olham para o tempo que leva ir de um lugar a outro de seu caminho, aí está a quarta. E dentro destas quatro dimensões, os Seres Humanos operam 90 por cento do tempo. Ainda assim estamos pedindo a vocês que percebam e estejam na quinta, sexta e sétima dimensões ao vibrarem mais alto! Quando vocês se colocarem no “agora”, estarão realizando esta transformação interdimensional.

Alguns atributos do “agora”
Essas, talvez sejam coisas sobre as quais nunca pensaram. Prestem melhor atençao às criança que estao vindo ao mundo para compreende-las.
Quando elas abrem os olhos e olham dentro dos olhos de seus pais e mães, elas vêem a família espiritual que esperavam ver. Vocês sabem por que elas freqüentemente agem como “realezas”? Até que vocês mostrem o contrário, elas vêem o rei e a rainha em vocês!
Não é por acaso que tão logo comecem a falar, as crianças freqüentemente digam onde estiveram ou quem “eram” antes desta vez aqui. Vocês percebem, elas acham que vocês também estão sabendo. Elas não têm a idéia de que vocês possam não estar sabendo. Afinal de contas, vocês são os sábios que lhes deram nascimento! É no terrível reconhecimento de sua ignorância de entendimento nesta matéria que freqüentemente elas se tornam introvertidas e tendem a um isolamento social. Há um aspecto destas crianças que vocês ainda não reconheceram. Elas possuem um atributo dentro da estrutura impressa de seu DNA que vocês não têm. Elas têm a compreensão sobre o “agora”. 

Como é que estas crianças podem ser tão sábias? Como é que uma criança parece conhecer um jeito melhor no qual as coisas podem funcionar que o sistema que os adultos lhes provêem? A resposta é que elas já viram o jeito antes – num círculo, no “agora”. Elas têm um atributo de conhecer, de ter “estado ali antes e de ter feito isso ou aquilo”. No processo deste “conhecer” também está o atributo de parecerem ser difíceis. Vocês alguma vez já tentaram dizer a uma pessoa algo que elas já sabiam, ou que talvez já conhecessem bem melhor que vocês? Pensem sobre isso. Pode não parecer muito apropriado vindo de uma criança, mas é isso exatamente o que está acontecendo.
Deixem-me dizer-lhes a diferença entre tempo linear e tempo agora de uma maneira que talvez vocês nunca tenham pensado antes. Este “tempo agora” é uma maneira espiritual de ser com a qual vocês terão que se acostumar, e vou levá-los através de alguns atributos de humanidade e mostrar-lhes como a percepção linear versus a percepção “agora” é uma informação necessária. Também irá ajudá-los a entender porque o Índigo é um ser pacífico – que compreende o equilíbrio.

Meus queridos, os Índigos só tornam-se desequilibrados quando a cultura ao seu redor os desequilibra. Quando isso acontece a um índigo, acreditem, ocorre realmente um terrível desequilíbrio. Não é marginal. Quando vocês desequilibram um dínamo, ele voa em pedaços. Os Índigos anseiam pelo equilíbrio. É seu estado natural. Pertencem ao “agora”.
Os Seres Humanos vêem um caminho à frente deles e um caminho atrás deles. Como um trilho infinito de trem no qual a máquina da vida se move, o Ser Humano também pode entender o infinito – algo que jamais termina – um trilho que segue infinitamente. O Ser Humano, entretanto, não pode compreender algo que não tenha início (o infinito na outra direção)!
 Há uma razão para isso. É porque em seu estado sagrado não há tal coisa de uma linha reta que não tem início. De fato, é muito comum para o membro da família que ouve ou que está lendo isto dizer: “Eu não consigo entender algo que não tem começo.” Vou lhes dizer por quê: é porque isso é algo estranho à sua estrutura celular, uma estrutura que existe num círculo!
Se vocês pudessem realmente ver a linha reta que desaparece atrás de vocês e enquanto desaparece no infinito à sua frente, para além do horizonte, vocês entenderiam. Como uma estrada perfeitamente reta na Terra possivelmente terá que se encontrar devido ao fato de a Terra ser redonda. E assim, mesmo a aparente linha reta unidimensional é, realmente, um círculo.

O “não começo” que vocês não conseguem entender é o que vocês estão vendo no futuro. Se vocês se fixarem muito no futuro – se desesperando pelo que poderá acontecer – o que acontece è que ele chega e bate em suas costas! Parece um mistério, mas nao é.
Qual é a diferença entre o Ser Humano que caminha numa linha reta e o Ser Humano que compreende o que é estar num círculo? Por um momento, imaginem a si mesmos na vida, andando por um caminho reto. Se alguns de vocês podem visualizar este caminho e sentir o quão reto é, melhor ainda! Pois, poderão pensar: “Realmente, estou fazendo um caminho de ‘luz’ – reto como uma flecha, e ciente espiritualmente.” 
No humanismo sempre há um horizonte. Vocês não podem ver além dele, uma vez que sempre há algo escondido, oculto. Enquanto houver algo oculto isto encoraja as partes do humanismo a desenvolverem mitologias.

Imaginem isto: A vida é um círculo. Fiquem neste pequeno círculo comigo. Estão vendo o caminho ao seu redor? Vocês podem vê-lo inteirinho. Agora, virem-se e olhem-no cuidadosamente. Se quiserem, virem-se de costas e olhem para o que está atrás de vocês enquanto faz a curva e torna-se seu futuro. Está tudo aí. Nenhuma parte do caminho pode ficar oculta, tudo pode ser visto. Abençoada é a Criança índigo porque ela sabe que tudo está aí. Vocês querem saber por que a criança índigo conhece seus sistemas? Querem saber por que ela conhece um jeito melhor de fazer as coisas? Porque a criança está num círculo de vida e sabe disso. Ela faz parte da humanidade, mas reconhece a sabedoria do “que foi”. Tem a intuição que vocês não tinham – sobre estar no agora. Quando vocês pedem à Criança Índigo que faça algo novo, ela freqüentemente irá transpor o desafio. E quando vocês a vêem “aprendendo”, poderão notar que elas estão realmente se “re-acostumando” com algo que já lhes é familiar. Não é realmente novo! Deixem-me dizer qual é a diferença básica entre o DNA das crianças Índigo e o de vocês. Falamos sobre uma membrana que cobre o DNA. Isto é metafórico. A membrana está ali, mas não pode ser vista com seus instrumentos. A metáfora é o fato de que a membrana é cristalina. Na palavra cristalina em inglês há um sentido de “lembrança de energia”, uma lembrança de uma “estrutura impressa”. E dentro da estrutura cristalina de qualquer coisa, há memória. A membrana cristalina ao redor do DNA contém toda a memória de um código genético perfeito. Um código genético perfeito contém não apenas as sementes para uma expansão de vida de 950 anos.

Querem saber de onde vem a cura milagrosa? Quando os milagres ocorrem, eles vêm de dentro 
do seu próprio processo divino. Há uma entidade divina em vocês chamada Ser Superior. Não é apenas uma energia angelical ou espiritual, mas certamente ela está conectada com sua biologia. É um membro da família divina, e a química e física do que está acontecendo dentro de qualquer milagre é que a memória cristalina aos poucos revela ao DNA as instruções para se tornar mais perfeito, pois a membrana conhece a perfeição do código. Portanto, é a membrana que controla a evolução humana espiritualmente. O que é que ativa a membrana? Vocês se perguntariam. Como vocês podem ter acesso à membrana? Com a intenção. Quando é dada a intenção, a membrana libera informação magnética que intersecta os campos magnéticos dos loops fechados do DNA, e através do processo que vocês chamam de indutância, a informação entra na estrutura polarizada de seu makeup celular. A maior parte deste makeup celular já está pronto nos índigos. O que vocês precisam trabalhar para conseguir, eles possuem naturalmente.


Façam de conta que são um desenho numa folha de papel. Pronto, agora, estão em duas dimensões. Só podem mover-se para a direita e para a esquerda, para trás e para a frente – duas dimensões. Não podem deslocar-se nem para cima nem para baixo, e existem no papel, fora do tempo. Imaginem, agora, que essa folha de papel se estende por quilômetros, em todas as direções, sobre a qual podem ir onde quiserem.

Então, um dia, ouvem uma voz que vem de cima e diz: «Há mais. Há mais coisas para além da realidade de duas dimensões... há muito mais». O ser bidimensional sobre o papel não sabe para onde olhar.
De onde vem a voz? Não vem da esquerda, não vem da direita. Vejam bem: uma criatura bidimensional não pode olhar para cima porque, para ela, não há um «cima»! Dado que a realidade tridimensional, aparentemente, encontra-se para além do desenho bidimensional, ai está a criatura ouvindo uma voz, no meio da total confusão. Então, resolve ir até ao limite da folha de papel, passar pelos procedimentos, ultrapassar lições. Finalmente, grita a Deus: «Eu sei que há mais, mas não posso fazer mais nada com o que tenho. Olhei para todos os lados; fiz todo o possível. Deus, diga-me, o que tenho que fazer?» E a voz de Deus responde: «Olha para cima!». Então, a criatura do desenho faz outra pergunta: «O que é ‘para cima’?»

Lentamente, porém, essa criatura bidimensional investiga o que precisa fazer para «olhar para cima». Desperta a intuição, incrementa o treino e aumenta as percepções internas. A criatura desenhada esquadrinha o desconhecido, mais o reino do inexplicável e, finalmente, percebe o que é «cima». Nesse momento torna-se tridimensional. Olha para cima e repara que a voz procede de outra energia dimensional, procede do «três». Devido à investigação das características do desenho e à sua sabedoria... a criatura deixou de ser um desenho. Ao invés, penetrou numa realidade dimensional totalmente nova... e pode ir «para cima», pode voar!

Mas a coisa continua. Agora, a voz que lhe fala, já não diz: «Olha para cima»; essa voz diz: «Olha para dentro!... A magia está no interior.»
É uma voz interdimensional... ou seja lá o que for que lhe queiram chamar. É divina. (Kryon)