sabato 2 marzo 2013

Bomba nuclear iraniana: verdade ou um pretexto para suscitar uma guerra?



A ameaça de Israel de atacar o Irã é uma invenção da imaginação coletiva manipulada!

O pretexto é a suspeita de que o Irã possa construir uma bomba nuclear. Mas, pelo menos em princípio, precisa-se refletir por qual motivo, não só grandes Nações como os Estados Unidos, a Rússia, a Índia, mas também pequenas potências regionais, como Israel, Paquistão, África do Sul, mantêm arsenais repletos de armas nucleares, enquanto todo o resto do mundo deve renunciar este potencial e permanecer à mercê dos primeiros? Existe, no entanto, um Tratado de não-proliferação de Armas Nucleares, mas faz, evidentemente, o jogo de quem a bomba já possue e a mantém bem apertada.

O discurso do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu na Assembleia Geral da ONU, apresentando a caricatura da suposta bomba iraniana, no estilo cartoon, gerou críticas e sarcasmos.
Netanyahu mostrou um desenho à Assembléia Geral da ONU, de  como será a bomba nuclear iraniana: uma bola, com o pavio aceso, igual a dos quadrinhos para crianças. Foi assim: como um professor de jardim de infância, ele tirou uma caneta e desenhou uma bola que chamou de “bomba”, e traçando uma linha vermelha, “explanou”: Aqui, disse ele, deve ser interrompido, o “regime terrorista mais perigoso do mundo".
Jeericho 3
O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, afirmou em um comunicado: pedir ao mundo para traçar uma linha vermelha para bloquear as ambições nucleares do Irã, foi um "insulto", além de ser ridículo. Por equidade, deveria ter sido apresentado, também, à ONU, o potente arsenal nuclear israelense, traçando igualmente uma linha preta significando sigilo e omissão. De acordo com Jane’s Defense Weekly, Israel possue de 100 a 300 ogivas, prontos para o lançamento de mísseis balísticos, que, com o Jericho 3, atinge 8-9000 km de alcance.

Precisa-se olhar para os dois lados da moeda
Um Irã com uma arma nuclear pode representar um vizinho muito incômodo, mas a ameaça de um "segundo holocausto", é uma invenção da imaginação coletiva manipulada – rebate o jornal “Il Manifesto”. Nenhum ayatollah vai desengatar uma bomba, porque a resposta seria certamente o cancelamento de todas as cidades iranianas e o fim da gloriosa história cultural da Pérsia. A bomba israelense foi produzida, justamente para garantir esse efeito dissuasor. Então, por que a maioria dos israelenses ainda acredita que o ataque seja iminente?

Em um estado permanente de histeria congênita do holocausto nuclear, mesmo  querendo dar por certo a natureza pacífica do regime iraniano, que busca apenas explorar a energia nuclear para uso civil - embora haver dúvida seja legítimo - seria suficiente um banal erro de interpretação de um traçado qualquer de radar, para realmentede deflagrar um conflito, com consequências dramáticas.

Os israelenses estão convencidos de que o Irã é governado por um bando de aiatolás loucos e irracionais e que, se entrarem em possesso da bomba atômica, certamente a lançarão sobre eles. Convicções com base nas afirmações de Mahmoud Ahmadi Nejad, que declarou a intenção de varrer Israel da face da terra. Mas realmente ele declarou isso? Claro, ele tem expressado repetidamente a sua crença de que a entidade sionista desaparecerá da face da terra (e não é um segredo que a intenção é reciproca), mas parece que ele nunca afirmou de ser o Irã, a garantir esse resultado. Pode parecer sò uma pequena diferença retórica mas, na realidade, neste contexto é muito relevante. Os aiatolás, que são os verdadeiros governantes, podem ser tudo menos irracionais. Desde a revolução, o comportamento deles tem demonstrado que são pessoas muito prudentes, contrários às aventuras militares, assustados com a longa guerra contra o Iraque, que não foram eles que começaram, nem foi desejada por eles. (Comedonchisciotte.org)

Israel, ao contrário do Irã, rejeita o Tratado de Não-Proliferação Nuclear (TNP); è a única nação do Oriente Médio que não assinou o TNP. Não admite de possuir um arsenal nuclear (cuja existência é reconhecida pela Agência Internacional de Energia Atômica), mas dar a entender, ameaçadoramente, de possuí-la e de poder usá-la. Logo, recusa a participar da Conferência para a criação no Oriente Médio, de uma zona livre de armas nucleares, organizada pela ONU mas que o Irã, ao invés, aderiu. Enquanto isso, Israel que, de acordo com o SIPRI, produziu, até 2011, 690-950 kg de plutônio, continua a produzir uma quantidade suficiente para fabricar 10-15 bombas por ano, com a potência daquela de Nagasaki. Certamente produz, também, trítio, gás radioativo com o qual produz armas nucleares de nova geração. Entre as quais, mini-ogivas para ser usado em um teatro bélico limitado, e neutrões, que causam contaminação radioativa menor, mas com maior letalidade pela forte emissão de nêutrons rápidos: os alvos mais adequados não são tão distante de Israel. Os membros árabes da AIEA, que tinha preparado uma resolução sobre "as capacidades nucleares de Israel", sob a pressão dos EUA, adiaram a apresentação para 2013. Enquanto o pavio da bomba, não aquele iraniano do cartoon, mas o verdadeiro de Israel, pode ser aceso a qualquer momento. (Globalresearch.ca) E agora?

Posição iraniana sobre energia e armas nucleares
Fevereiro de 2011 - O aiatolá Seyyed Ali Khamenei, o líder da Revolução Islâmica, aos funcionários AEOI Organização de Energia Atômica do Irã, e aos cientistas de Teerã

"Em diversas ocasiões, o povo iraniano e funcionários do governo, declararam de não estarem tentando desenvolver armas nucleares, que não entram nas necessidades da nação nem no sistema militar iraniano. Acreditamos que o uso de armas nucleares seja "haraam", ou seja, proibido pela lei islâmica e que seja interesse de todos se empenharem para proteger toda a humanidade dessa ameaça. Acreditamos que, além de armas nucleares, todas as armas de destruição de massa, como armas químicas e biológicas, representem uma séria ameaça para a raça humana.

Como outras nações do mundo, os países do Oriente Médio têm sede de paz, segurança e progresso, têm o direito de garantir sua própria posição econômica e de melhorar as condições das futuras gerações, através do uso desta tecnologia. O objetivo por trás da geração das dúvidas, sobre as intenções pacíficas da República Islâmica, é o de evitar que as nações da região, prestem atenção a este direito.

Hoje, tentam de criar clamor em torno das atividades nucleares do nosso país. Mas  qual é a posição do mundo? Alguns governos, com a sua arrogância, deverão dar um passo atrás. Os sionistas, que ocuparam terras palestinas, e o governo dos EUA, hostil à República Islâmica e pronto a fazer qualquer coisa para atingir seus objetivos, têm promovido no mundo, um falso conceito sobre o nosso país, argumentando que o objetivo do Irã é de desenvolver a bomba atômica; por isso, tentaram convencer a opinião pública e os governos de muitos países sensíveis a esta questão. Depois de gerar tanto clamor, espalharam a idéia de que o Irã fosse uma ameaça terrível para o mundo. Nós concordamos para que eles inspecionassem nossas atividades sobre o enriquecimento de urânio, deixando-lhes livres para efetuar os controlos que desejassem, a fim de fazê-los entender que a propaganda sionista era fruto de uma mentira. Os americanos deveriam saber que o Irã não é um país belicista. Na verdade, a República Islâmica, respeitando seus princípios, é contra a guerra. Todos devem saber. Esta é a posição em que todos os funcionários do nosso governo, não só convergem, mas consideram uma responsabilidade, em respeito aos valores islâmicos que pedem de espalhar a mensagem de amizade, paz, amor, segurança e tranquilidade de espírito. Isso é porque o Irã tem algo a dizer, e aqueles que não têm nada a dizer, faz de tudo para criar clamor e confusão. São pessoas arrogantes que criam o caos, mas quem possue lógica racional, em vez disso, deseja uma atmosfera pacífica na qual apresentar suas próprias convicções.

Os países colonialistas e capitalistas, usam seu poder econômico e da mídia para colocar pressão sobre a nossa nação, na esperança de induzir-nos a nos render. Não só querem que demos um passo para trás, em termos de nossos direitos sobre a energia nuclear - a energia nuclear é um direito para o nosso país - mas eles também querem que o Irã renuncie as suas próprias aspirações, a sua independência, a sua liberdade e progresso científico. Mas nós tomamos o caminho certo para o progresso, e estamos determinados a recuperar dois séculos de atraso sob governos despóticos e maléficos. Nossos inimigos estão com medo e não querem que nossa nação - localizada em uma área estratégica do mundo - alcance esses objetivos. Eles não querem que o Irã seja reconhecido como o porta-estandarte do Islã. E é por esta razão que exercem a sua pressão sobre nós. Mas a nação é firme e determinada. Os americanos aprenderam, com a experiência, que as armas nucleares são instrumentos ineficientes contra a vontade do povo. Podem intimidar os governos e exércitos, mas não podem intimidar o povo. O Irã não precisa de armas nucleares. Confundiram a tecnologia com o desenvolvimento de armas nucleares, mas a verdade é bem outra.

Só quem tem motivos, desenvolve tais armas. O Irã não tem essa motivação e não precisa de uma bomba atômica, porque sempre combateu seus inimigos sem depender de armas deste tipo. Não é talvez verdade que nós derrotamos a América por tantos anos?
A União Soviética tinha um arsenal nuclear talvez mais poderoso do que dos EUA, no entanto, foi derrotada. Porque a vitória e a derrota não dependem disto. Por que iríamos querer a bomba nuclear? Estas armas não matam apenas o inimigo, mas também pessoas inocentes e isso vai contra os princípios islâmicos. A bomba atômica não faz diferença entre bons e maus. Nós não confiamos nas armas, mas em algo que não pode ser derrotado por bombas ou invasões. A República Islâmica do Irã confia no povo”.

O que Kryon nos diz a proposito:
Chamem isso de profecia, se quiserem, mas façam atenção a duas coisas. Não posso dar o tempo, porque isso depende de vocês e de sua livre escolha. Esperem duas coisas do ponto de vista politico. Revolução Suave. Podem usar este termo, se quiserem. Estas revoluções suaves acontecerão em dois grandes países: China e Irã o que irá provocar uma mudança de consciência - apesar de todas as evidências contrárias – haverá um alinhamento de paz com o resto de vocês. Esperem por isso. É inevitável. Depois, haverá o grande evento: uma mudança no Oriente Médio, em Israel, em Jerusalém. Fiquem atentos para o inesperado. No final, [em Israel], verão surgir, embora não imediatamente, uma pessoa mais jovem da qual já falamos no passado.
Isso já está acontecendo, mas, por enquanto, de forma escondida. Podem comemorar comigo, mesmo se vocês não podem vê-lo? Isto é o que está realmente acontecendo, mas vocês não podem ver nos noticiários.

Muitos de vocês já eram nascidos na década de 50, 60 e 70. Naqueles anos, o presidente dos EUA chamou uma das nações da terra "O Império do Mal". Vocês se lembram? Naquele tempo, o medo era grande, a esperança era quase inexistente e aquele país "maléfico" era visto como o precursor de um holocausto nuclear. Parecia mais forte do que qualquer outro ... era o primeiro, na pesquisa espacial e pronto para usar seu poder nuclear por um capricho.

Os profetas viam este país como um dos principais jogadores para o fim do mundo... O profeta Nostradamus escreveu em suas quadras e nas escrituras cristãs tinham metáforas sobre a iminente destruição causada por uma guerra nuclear, entre essa Nação e os Estados Unidos, tudo ​​por questões israelenses. O país era a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, ou "União Soviética", aquela que se tornou a Rússia após a Segunda Guerra Mundial. Era poderoso, perigoso, e uma das superpotências do mundo. Por quase 50 anos, exerceu a sua influência, e muitos Estados, um tempo soberanos, estavam sob seu comando e controle. Em 1987, a União Soviética ainda era forte e as profecias intactas. No entanto, eu lhes disse que o fim não estava próximo e que haveria milagres produzidos pela mudança de consciência. Um ano depois, aconteceu o "impossível". "O Império do Mal" entrou em colapso! Caiu sobre si mesmo, quase de um dia para outro, e perdeu seu poder. Os Estados membros da União, romperam os laços com seus “patrões” e se reapropriaram da sua soberania, e a ameaça da Guerra Fria desvaneceu. Junto com ela, desapareceu, também, o iminente holocausto nuclear, fonte de alimento dos profetas da desgraça, por meio século. Cinqüenta anos de ansiedade, medo, planejamento e espionagem, foram postos de lado com espanto, enquanto o povo russo começou sua longa jornada para sair de décadas de opressão e ruína econômica. Por isso lhes pergunto: se em 1980 um profeta humano tivesse dito que isso iria acontecer, vocês teriam crido? Teriam dito, "Impossível!" A energia interdimensional, no entanto, é poderosa, inesperada e não tem barreiras de tempo.

Olhem ao seu redor agora. O Irã foi rotulado por um Presidente dos Estados Unidos como o "Eixo do Mal". Parece perigoso e o medo, a ansiedade, a espionagem e o planejamento retornaram. Eles também têm problemas com Israel. "O Relógio do Fim do Mundo" foi reiniciado por aqueles que o gerenciam. Faço, então, estas perguntas: A União Soviética era perigosa? A resposta é sim ... muito. Era mais ou menos perigosa do que é hoje o Irã para vocês? A esta pergunta respondam vocês.

Não há diferença entre as profecias de desgraça e destruição com relação ao Irã e aquelas referentes à União Soviética. Na verdade, a mecânica é a mesma. Naquele tempo, o povo russo não era o inimigo, mas sua liderança ditatorial, sim. Notaram que não houve nenhuma "batalha final", quando a liderança caiu? Talvez notaram que tudo aconteceu internamente e que foi o povo russo quem levou àquele ponto. O povo  era sábio e se encarregou de mudar a história, usando a luz que chegava de todas os habitantes da Terra, que se uniram a eles em um esforço de paz. Nenhuma batalha, nenhuma morte, nenhuma bomba... e o Ocidente se surpreendeu!

O povo iraniano é muito sábio. Muitos deles são jovens... bem mais jovem da idade média de sua sociedade. Não tem o mesmo número de pessoas anciãs, então eles pensam de forma diferente. E, em vez de ser tudo radical e pronto para se desintegrar em uma batalha final para o seu Deus, muitos deles estão se perguntando  silenciosamente, como dar xeque-mate na liderança, e manter-se em sua fé. Muitos desejam criar uma situação que traga abundância e uma vida mais pacífica na região. Não entendam mal. Não estão aliados com o Ocidente, ou prestes a fazê-lo. Eles não querem isso. Eles amam a sua linhagem e seu profeta. Eles querem mudar a idéia de que todos devem ser mártires descartáveis, liderados por homens velhos que parecem prontos a fazer jogo de azar e levá-los à beira da destruição. Naquele pequeno país, existem recursos para o bem-estar de quase todos eles. Sua sabedoria, então, é portadora de paz e espirito empresarial. O seu grande profeta lhes ensinou a UNIDADE. Os iranianos vêem a iminência de uma batalha destruidora e estão com muito medo de perder suas vidas e seu país... e eles podem estar certos, se não fizerem nada. Então, aqui, novamente, entra a livre escolha.

Melhor se unirem nos negòcios que se autodestruirem
A China precisa de petróleo ... muito mais do que o Ocidente. Quem você acha que irá fazer a diferença, então? Será um país devastado por um conflito nuclear, porque ele decidiu atacar Israel, ou será a nova e rica República Islâmica do Irã, o maior fornecedor de recursos para a China?

Bem-aventurado é aquele que considera o prático unido ao espiritual, porque  vão entender melhor como as coisas podem dar a volta e, enfim, funcionar para as gerações futuras. Minha previsão não mudou, e neste momento o potencial com relação a esta terra é que vocês mudarão essa situação, assim como fizeram com a precedente... com o mesmo tipo de milagres e energias que se viu então, e não vai demorar 50 anos. Em algum ponto no tempo, querido Ser Humano, você vai precisar reivindicar o poder, para fazer essas coisas, em vez de considerá-las como coincidências ou intervenção que vem do alto. Agora, vão e façam o que vocês já fizeram no passado, coloquem de lado as palavras daqueles que pregam o medo e lhes privam de seu poder, desses adivinhos que desaparecem rapidamente, quando suas profecias não se tornam realidade.

Será o Irã a trazer a Paz em Israel?




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